A Batgirl SJW E A Piada (Mortal)

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Diz a lenda que 30 anos atrás, ao vir com a premissa do que seria a clássica Graphic Novel Piada Mortal,  o escritor Alan Moore ligou para o editor das revistas do Batman nos anos 80, Len Wein pedindo autorização para que na história,  o Coringa desse um tiro na coluna da heroína aposentada Bárbara Gordon, ex-Batgirl, aleijando a coitada. Wein  entrou em contato com os executivos da DC Comics na época e depois retornou a Moore com a seguinte resposta: “ta, pode aleijar a vadia”. Essa história sempre foi contada por aí em tom de brincadeira, de galhofa, afinal, não passava de uma personagem de histórias em quadrinhos – e uma de segundo pra terceiro escalão, que se diga a  verdade. Ou seja: who fucking cares? Bem, agora, muita gente (sem ter o que fazer) liga. Vivemos tempos muito estranhos e indigestos.

A Piada Mortal é uma das maiores historias do Batman de todos os tempos, junto com Cavaleiro Das Trevas, Ano Um, Asilo Arkham (que, pessoalmente, eu não gosto), O Filho do Demonio, O Messias, Morte em Família (a clássica, da morte de Jason Todd, não confundir com o lixo recente do Scott Snyder nos novos 52), A Queda Do Morcego, etc. Como a maioria das HQ´s ai citadas, não era pra fazer parte da cronologia principal do personagem (o que os nerds gordos e sebosos chamam de “cânon”), mas por méritos da própria historia e das possibilidades que suas conseqüências contemplaram, acabou sendo.

Claro que uma HQ desse porte não poderia passar batida sem gerar polemica, apesar de que minimizada, se considerarmos as proporções absurdas que qualquer historia medíocre repercute hoje, graças a internet, que naquela época, não existia. Mas, sim, tiveram muitas reclamações sobre a forma como a personagem Bárbara Gordon foi tratada na historia, como foi usada sendo uma isca ou bucha de canhão, apenas um incentivo pra provocar o Batman a ir pra cima do Coringa com determinação a fim de resolver a trama.

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Apesar da impressão inicial não ter sido boa, o saldo foi muito positivo: foi desse acontecimento trágico que surgiu talvez uma das maiores caracterizações de uma  personagem feminina da DC Comics em seus mais de 75 anos de história e poucas vezes alcançado até hoje: a Oráculo – bolação do casal de roteiristas Kim Yale e John Ostrander -uma heroína paraplégica, porem, nada indefesa, com habilidades impressionantes de investigação e hacker, que servia como uma importante aliada pra toda comunidade de super heróis da DC nas duas próximas décadas seguintes, que foi sem dúvidas, a melhor fase da editora. Com certeza, um papel de muito mais importância do que jamais teve ou terá como mais uma entre tantas combatentes do crime uniformizadas. Em seus mais de 50 anos de existência, essa é a versão definitiva da personagem. Não tem como esse atual lixo hipster moderninho da geração Instagram chegar nem perto em carisma e relevância.

Claro que a gente sabe que essa merda de Novos 52 é uma nova continuidade e que teoricamente o que valia no universo antigo pré-Flashpoint, nesse não deveria valer mais. A cagada inicial aí foi da própria DC, que insistiu em afirmar que fatos que valiam na velha cronologia estavam valendo na nova, por medo da reação dos fãs velhacos ou por incompetência editorial mesmo. Se era pra ser um reboot, que fosse completo, ao invés de tentar equivocadamente enfiar a Piada Mortal no meio da historia dessa NOVA personagem, fazendo com que o período como Oráculo, que deveria ser o status pós-Batgirl, fosse apenas mencionado como um desvio no meio da carreira da personagem como combatente do crime.

Os culpados por cometer essa cagada criativa e editorial são os “roteiristas” medíocres e escravocetas Brenden Fletcher e Cameron Stewart (que deveria ter ficado apenas no posto de desenhista, em que ele é só ok, mas não, né…) e a desenhista Babs Tarr, que mudaram totalmente a direção do título que até então, apesar de estar sob a tutela da escritora gorda e feminazi, Gail Simone, não passava de mais um gibi comum da típica heroína que sai a noite pra dar porrada em bandido. O que acontece, é que a partir daí, o enfoque sobre a personagem mudou totalmente, visto que a nova equipe “criativa” é composta por notórios butthurts SJW´s , que propagam publicamente o discurso do politicamente correto e a tal ideologia “progressista”.

Na verdade, são dois verdadeiros cuzões, como ficou claro no caso do vilão travesti na edição #37, em que depois do mimimi da galera gayzista, se debulharam em mil desculpas, prometendo nunca mais fazer isso e blablabla. Todas as decisões “criativas” dessa fase foram tomadas de forma arrogante e prepotente a fim de beneficiar o “politicamente correto”, o que na prática, acabou tomando outra forma: (auto) censura. Primeiro, deram pití com aquela capa homenageando a Piada Mortal do Rafael Albuquerque (que também foi cagão e assumiu que deu mancada e pediu 1000 desculpas para todos os 5 fãs da Batgirl que lêem a revista e outros milhares que sequer conheciam a personagem antes dessa polêmica idiota), agora, foi a história inteira – e não uma historinha idiota qualquer, mas, um clássico de mais de 30 anos e que é um dos maiores da editora como um todo. E isso, por que simplesmente se sentiram ofendidos com ela ou em suas cabeças de asnos, outras pessoas se ofenderam. Se a DC tivesse alguém de tônus em seu corpo editorial, teriam cortado as asinhas desses dois emos feministos (redundância) logo de cara e dito: “Não! Ninguém vai fazer retcon de porra nenhuma, não! E vão se foderem!” Isso se chama censura sim, e por motivos fúteis (não que haja um motivo cabível pra se censurar alguma coisa, mas aqui, a estupidez é mais evidente). É gente fresca escrevendo pra não magoar gente mais fresca ainda, que se melindra e se emputece por causa de gibizinho.

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A ultima cagada no contador dessa duplinha do mal foi na edição Batgirl #49, em que é revelado que várias memórias da hipsterzinha twitteira da Vila Madalena eram falsas.  Dentre essas memórias alteradas, advinha o que tava no meio disso…? Yup, A Piada Mortal, e tudo o mais relativo a ela. Os fãs caíram matando e prontamente o escravoceta-mor, Cameron Stewart, tratou de querer passar panos quentes sobre a questão, dizendo que “não é bem assim…”… “que foi tudo um mal entendido”… “cada um interpreta a historia da forma que quiser…” e por aí vai… Além de tudo, é covarde, já que evitou de forma rasteira o debate pra não tomar as devidas patadas que merecia. A verdade é que a postura justiceira social da equipe criativa já vinha execrando tudo o que relacionasse Piada Mortal a bárbara Gordon desde que assumiram a revista, mas nunca tiveram a decência de assumir.

Engraçado é que Stewart acha que agindo assim, ele está sendo “progressista” ao assumir que tudo que envolva histórias de super heróis que combatem o crime se resume unicamente à violência, sobretudo, contra mulheres. Como se boas personagens femininas nunca pudessem ser feridas, atacadas, encontrar dificuldades pelo caminho, e apenas devam ser retratadas como pessoas perfeitas e infalíveis que não podem ser contrariadas e passar apuros de forma alguma, ou seja, um ser totalmente fora da realidade – ou você conhece alguém que seja realmente assim? E discordo que a Piada Mortal tenha sido um desserviço à personagem, por mais que tenha colocado Bárbara numa situação horrível e em posição vulnerável e humilhante naquele momento. Ainda que ela tenha passado por todo aquele mal, vieram décadas de boas histórias com bons autores que souberam conduzi-la da melhor forma possível, não como uma inválida ressentida, mas como uma mulher com toda disposição de usar seu potencial para fazer a diferença. DC jogou tudo isso no lixo no reboot e Stewart acabou com algum restinho de dignidade que a personagem ainda tinha,  antes de sua fase execrável – e isso, não é ser “progressista”, pelo menos, não na definição ortodoxa da palavra. Não, isso é ser estúpido mesmo.

Engraçado é isso acontecer logo a uma personagem ligada ao núcleo do Batman, já que o Morcegay é um dos heróis de background mais trágico que existe nos quadrinhos. A versão que vale do personagem (novamente, NÃO É esse excremento dos Novos 52) é pautada por tragédias: a morte dos pais, do Jason Todd, a própria agressão da Bárbara… São todas coisas que botaram o Cruzado Embucetado em provação e que serviram pra dar mais alguma profundidade e motivação ao personagem nesses anos todos de cronologia. No caso da Bárbara Gordon, isso só serviu pra tornar a personagem mais forte, melhor… Ela usou de sua dor e tragédia pra se reinventar e ter um papel de destaque e importância no meio de um monte de super seres de colantes coloridos. Não deixa de ser uma forma de “empoleiramento”, digo, “empoderamento” feminino, coisa que essa corja da Internet tanto clama. Mas, foi varrida pra baixo do tapete por editores e artistas frouxos e idiotas, em nome de seu neo-feminismo cancerígeno.

Foda nessa postura dos caras é que abre um precedente temerário para que personagens femininas não possam ser retratadas de forma coerente com o ambiente ficcional em que existem e que sirva aos propósitos da historia em qualquer tipo de situação, já que há uma “norma” assumida – em parte por pressão de militantes feministas e MAV´s justiceiros sociais – de que NÃO PODE  acontecer nada de “mal” a uma mulher ou qualquer tipo de “minoria” numa historia de ficção, no caso, uma HQ. Qualquer coisa que aconteça a um personagem que não siga o arquétipo padrão do homem branco, cis, piroco, classe media, etc., é considerado  racista, sexista, misógino, xenofóbico, homofóbico ou seja lá qual for o termo novo da moda que esses vagabundos estejam usando  pra justificar sua merda fascista de cerceamento de liberdade de expressão e artística e iniciar a perseguição com suas  foices e tochas. E isso é muito foda – mas, não foda de um jeito bom.

Dessa forma, toda e qualquer história já escrita, que por acaso desagrade esse ou aquele babaca, deve ser reescrita também, pra consertar qualquer mal entendido que desagrade essas crianças crescidas super sensíveis dessa geração de retardados de merda que se ofendem com tudo,  em nome de uma demagogia execrável em que absolutamente tudo tem que ser bonitinho, limpinho, polido. Esse lixo de mentalidade politicamente correta está interferindo negativamente cada vez mais e impondo limites em como se contar uma história. Coisas ruins acontecem com todo mundo, todos os dias, caralho! Por que essa necessidade imbecil de querer amenizar isso em uma porra de um gibi ou em que caralhos for??  Na boa… Vocês são muito burros!
O que vocês vão fazer em seguida… Reescrever os livros de história e dizer que a escravidão nunca existiu? Negar o Holocausto? As barbaridades da Idade Média? Sdds 1984…

Tipo… Exigem “direitos iguais”, mas nada de igual pode acontecer a personagens diferentes. Vocês querem representatividade através de personagens que sejam fortes, independentes, dinâmicos, exemplar, virtuoso… enfim, um ser  perfeito e que nada de “ruim” aconteça a ele. Que pode vir de bom de uma premissa merda dessas? E mais: é o que eu sempre digo: NÃO GOSTA, NÃO LEIA, FILHO DE UMA PUTA! Vai procurar o que fazer da vida. Ou melhor: vai atrás de outros gêneros pra se entreter. Os quadrinhos são uma das mídias mais ricas em questão de temas e abrangência. Vai ler mangá, vai ler fumetti, hq européia, Turma da Mônica… Qualquer outra merda.  O MUNDO DOS QUADRINHOS NÃO SE RESUME APENAS A SUPER-HERÓIS, PORRA!

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Feministas raivosas e desocupadas, com suas perversões de guerra dos sexos e suas falácias de “espaço seguro” e “trigger warning” são o câncer da sociedade no momento. Elas tentam vencer todas as discussões no grito, pois pra elas, só o seu ponto de vista vale e todo o resto do mundo deve ser proibido de dizer o que pensa. As chamadas neofeministas ou a terceira geração do feminismo são tão escrotas e misóginas (ou mais até) que os omicis piroco que elas atacam. A merda que regurgitam não faz bem à mulher alguma no mundo e só levam o debate ao nível de um retardado mental. A solução dessa corja pra tudo é abstrair da realidade e não lidar de forma séria e objetiva com os problemas reais do mundo real. Ainda bem que por mais que essa turma seja barulhenta e vem cada vez causando mais problemas com seu extremismo e sua visão limitada das coisas, na prática, são insignificantes, pois eles são apenas uma minoria que não representa de fato aqueles a quem dizem representar, sejam mulheres, gays ou pretos ou smurfs. A grande maioria das pessoas, a maioria silenciosa, é na medida do possível, relativamente sã – ou pelo menos não perdem tanto tempo assim bostejando – não reproduzem e tampouco concordam com essas loucuras que essa gente propaga geralmente no cuzinho da internet ou no ambiente universiOtário – e sorte nossa, pois, é graças a elas que o mundo não virou de vez uma grande bola de bosta, por que se dependesse dessas divas lacradoras e “cheias de amor”, já teríamos chegado ao futuro do Idiocracia – apesar de estarmos trotando a passos largos rumo a ele.

Imperador

27 comentários

  1. “que também foi cagão e assumiu que deu mancada e pediu 1000 desculpas para todos os 5 fãs da Batgirl que lêem a revista e outros milhares que sequer conheciam a personagem antes dessa polêmica idiota”

    Aplaudi de pé esse comentário.

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  2. Usando tuas próprias palavras, ainda bem que tu também só tem a Internet pra falar tanta bosta ou o mundo teria se bostificado por completo. Difícil ler um texto escrito de forma mais infantiloide, recheado de palavrões e palavras de ódio, como se fosse um pobre aborrescente de família austera que obtém uma catarse orgasmica ao jorrar obscenidades e imprecações reprimidas aqui longe dos olhos dos pais castradores. Me deu quase pena do autor. Não fosse o fato de se declarar tão fascista que não pode ver nada novo, feito pela minoria, que já enfurece. Também podes seguir teu próprio conselho: caralho, se vc não tá gostando da nova linha editorial da Batgirl, do Batman, da DC ou do raio que o parta, basta NÃO COMPRAR! ^.^ Como vc informou muito bem: tem vários outros comics, fumetti, mangá, banda desenhada, por aí. Fora q vc sempre pode se entregar às delícias de cis-macho branco hetero folhando tuas antigas HQs da época áurea. Muito amor pra ti, de todas as feminazis, bichas, travecas, sapatas e transmonstros. Chora mais, que me dá onda S&M, nenem! :*

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  3. Aqui temos um pobre rapaz punheteiro que não aceita que uma revista seja voltado para um Público que não ele e sua bronha diária.

    Veja se cresce e aprenda a ler Quadrinhos DE VERDADE. Ou então compre a coleção completa das HQs do Serpieri para a sua punheta ficar boa, machistinha sem cérebro.

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  4. Ae

    https://www.facebook.com/pat.raffo

    Essa guria ta fazendo campanha no facebook, pra outras feminazis virem aqui bostear o post do autor.

    ” ‪#‎feminismo‬ e ‪#‎LGBTTQ‬ contra ‪#‎machismo‬ ‪#‎transfobia‬ ‪#‎homofobia‬ ‪#‎racismo‬”
    hahahahaha

    Divirtam-se 🙂

    Tem mulherzinha muito retardada nesse mundo, achando que Feminismo > Machismo.

    Li a maior parte do post, não consigo entender com o que essa gente se sente ofendida.

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  5. sua análise e crítica é interessante, mas um pouco contraditória além de exagerada nos adjetivos, como observaram alguns em comentários igualmente exagerados. Contraditório porque: primeiro vc diz q TKJ “não era pra fazer parte da cronologia principal do personagem (…), mas por méritos da própria historia e das possibilidades que suas conseqüências contemplaram, acabou sendo.” Depois diz que fatos que valiam na velha cronologia estarem valendo na nova foi uma “cagada da DC”. Aí vc meio que concorda q o destino de Bárbara é muito cruel mas idolatra a personagem, ou sua caracterização, q vem pós-TKJ, Oráculo, que na minha opinião nada mais foi do que a tentativa de fazer justiça, dar a volta por cima e manter uma personagem cânone como heroína, mesmo paraplégica, e de quebra ganhar pontos por ter uma heroína nessa condição especial e mais realista. Claro que desse último ponto de vista é interessante, só que de realista não tem nada, chegou a ter história em q bárbara paraplégica passeia pendurada por cordas entre prédios com Dick Grayson como a coisa mais normal do mundo, toda atlética, mas tudo bem, é uma ficção exagerada como toda hq de super-herói… só acho q a volta por cima foi fácil demais e poderiam mostrar um pouco mais de drama na vida da moça, como aliás era a intenção daqueles bons roteiristas dos anos 80, como Frank Miller e Grant Morrison (pra citar autores de obras q vc mencionou) com todo o “universo de Gotham”. Já sobre o novo título e fase da batgirl, q não conheço a não ser justamente por críticas, me pareceu claro já na época da censura à capa do Rafa Albuquerque que seria uma revista destinada a adolescentes, a um público supostamente mais feminino, e portanto o “pega leve” já estava justificado, ainda que medíocre em relação a toda a cronologia e hipócrita em negar o passado sombrio e ficcionalidade adulta q a mesma (?!) personagem já tinha protagonizado, além do mico que a polêmica censura pagou.
    Sobre a crueldade da hq ser mais realista concordo com vc, e até discordo que minimizar a violência do vilão seja algo “politicamente correto”, pelo menos quando a ficção se destina a um público adulto, o que fica claro em algumas HQs dessa época e especialmente com os grandes autores ingleses. O conceito de politicamente correto, ou auto-censura, ou revisões nos graus de dramaticidade e violência, isso vem e vai, e muda, como sabemos.
    Mas é isso: parei de ler, ou ao menos de comprar revistas novas da dc, logo depois de crisis justamente pelo desrespeito ao cânone e a histórias boas de um passado ora renegado, ora recontado, mas pude observar que de lá pra cá isso continuou e virou hábito. Não é à toa que o próprio autor da graphic novel em questão cortou relações profissionais por completo com a DC, embora ele tivesse outros motivos, honorários digamos assim, pra brigar com a editora além do desrespeito que seus roterios e personagens sofreram, ainda mais claramente no que se referia ao seu trabalho com o monstro do pântano!
    Sobre a batmoça como Bárbara Gordon, acho que não foi uma escolha cronologicamente sensata rebutá-la para o público mais jovem; poderiam ter utilizado a betty Kane, sobrinha da kathy, batwoman original, menos dramática em sua trajetória seja como morceguinha ou seja como labareda. Antes dos novos 52 houve tentativas de se utilizar sucessoras para Bárbara, no cinema e nos quadrinhos, como aconteceu com a finada e ressucitada e mal-explicada Kara-El/supermoça. Só que a boa fase da DC nos anos 70 e 80 canonizou-a, bem como a série animada de Tim e Burnet nos anos 90, e ela deverá ter novos rebuts com passados recontados por muitas gerações.

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      1. Vc diz ser tão culto,mas não passa de motivo de chacota de uma parcela ínfima da blogosfera,ja que a grande maioria o ignora lindamente.

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  6. É por aí mesmo… A história desses justiceiros sociais está inserida num contexto de deificação das minorias e mulheres. Elas não só não podem ser retratadas de forma violenta, como devem ser sempre fortes, sem nunca sofrer qualquer revés. A velha luta de classes elevada ao extremo da imbecilidade humana.

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