Demolidor 2ª Temporada – comentários e impressões Parte I

Lembrando os senhores do meu post anterior, vou fazer uma série de posts comentando sobre essa série que na minha opinião é a mais legal dessas séries que fizeram de quadrinhos.

Episódio 01 – Bang

O episódio começa de uma maneira a relembrar a todos sobre o modus operandi do Diabo Vermelho usando uma cena meio clichê mas que estabelece bem o personagem, um assalto com a bandidagem correndo e a polícia não conseguindo fazer nada (como sempre, nesses universos) e o personagem título salvando o dia. A perseguição toda termina em uma igreja com o vagabundo usando uma moça de refém, mas bastou o truque do pinball pra acabar com as luzes (algo que você não usa muito quando é CEGO) que a situação se resolveu fora da visão da audiência, recurso bastante usado nessa série e que se eu lembrar vou comentar nas próximas vezes em que ele for usado. É válido citar também a justaposição de várias falas e sons que são usados pra ilustrar como deve ser a cabeça do Demolidor (uma verdadeira bagunça).

Em seguida temos Matthew e Foggy a caminho do escritório conversando sobre o encontro de Foggy com alguma mulher bem flexível (o rapaz tem bom gosto), e uma reclamação de que o Murdock só quer saber de bater nos bandidos e esqueceu dos amigos e isso o preocupa em relação ao futuro da empresa de advogados deles (aguarde pelos próximos episódios, gordinho), para ser lembrado por Murdock que as aventuras noturnas do Demolidor estão fazendo a diferença, mesmo que seja uma vida por vez. Mas a verdade é que uma vez que você coloca uma roupa vermelha e sai pra bater em bandidos, sair pra beber e dançar deve parecer completamente entediante. Mas toda a conversa divertida deles acaba quando chegam até Nelson & Murdock e são lembrados por Karen que irão à falência se continuarem recebendo bananas e tortas como pagamento.

Agora chega dessa enrolação porque tudo isso foi apenas uma introdução a essa temporada, agora estamos chegando onde interessa. O grande mafiosomalvado irlandês  está dando o seu discurso motivacional para elevar o espírito de seus confrades. Porém havia alguém do lado de fora que ficou entediado com todas as mentiras e resolveu começar a trabalhar. Mas será que realmente foi uma única pessoa? Parece que um exército inteiro varreu o chão com esses irlandeses. Mais sobre isso em breve.

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Para fins de avançar o enredo, um dos malas na reunião dos irlandeses sobreviveu, Grotto, que vai ser um personagem recorrente por um tempo. Temendo por sua vida por razões óbvias ele vai atrás de nossos heróis em busca de ajuda legal, depois de uma vida dedicada a fazer merda, assim é muito fácil. Compelidos pela história de Grotto eles chegam até a cena do “crime” onde encontra um velho amigo, Brett que parece muito feliz em vê-los e eles até resolvem cooperar um com o outro depois de uma pergunta bem executada por Murdock. Uma coisa bem interessante dessa cena é o policial dentro da cena do crime reclamando de tudo lembra muito o detetive Budianski que aparece em um arco do Justiceiro MAX e bem melhor que a versão dele que fizeram no filme, entendam que não estou dizendo que é o Budianski, apenas que lembra ele. Outra coisa digna de nota nessas últimas cenas são os sinais de que Murdock e Karen Page estão se aproximando mais, algo esperado por basicamente todos os fãs do Coroinha Vermelho.

O que vem em seguida é uma sequência de cenas intercaladas mostrando o Demolidor e o Foggy em busca de respostas, culminando em motociclistas malvados intimidando o Foggy que estava procurando um amigo de infância para fazer umas perguntas e o Demônio de Hell’s Kitchen conversando com um velho conhecido traficante de armas pra saber quem poderia estar fornecendo o equipamento deste exército matando os pobres criminosos. Foggy só descobriu que seu amigo de infância morreu vítima de um “exército”, enquanto o Demolidor depois de bater no seu amigo para obter respostas, pela primeira vez entra em contato direto com o trabalho de nosso amigo que não é tão complacente com vagabundos como os resto desses palhaços fantasiados e descobre que, “Não são eles… É ele… Um homem…”

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Logo após isso vemos pela primeira vez o personagem que torna essa temporada digna fazendo sua entrada triunfal para acabar o que ele começou, porque ninguém escapa do Justiceiro. Minha única crítica a essa parte é o fato do Justiceiro estar atirando com uma escopeta em um lugar cheio de inocentes. Mas Karen Page escapa com Grotto e nosso amigo consegue um ponto de vantagem para terminar o que começou, porém é interrompido por um Coroinha de Vermelho que é muito irritante uma luta entre os dois serve pra determinar o tom dessa temporada e traz de volta à mente os inúmeros conflitos entre esses dois. Terminamos com o Justiceiro em aparente desvantagem (você não sabe onde se meteu Murdock), apenas para sacar uma arma menor do tornozelo para tocar os sinos do nosso amigo de vermelho, com chumbo.

Para uma estréia de temporada esse episódio fez um excelente trabalho em mostrar como cada uma das partes envolvidas nesse primeiro arco da temporada e mostrou tambem que Frank Castle não veio para Hell’s Kitchen para ficar de brincadeira.

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