M A L A N D R A M E N T E, A Batnovinha Inocente Começou Seduzir…

E ae, galera, blz? Polêmica é o nosso negócio e cá estamos com mais uma, fresquinha pra você, amigo Contronauta. Mais uma vez vamos falar sobre… Justiçagem social nos quadrinhos de Super-Heróis, esse assunto chato pra caralho que tá sempre rolando por aqui no Contra e do qual já estou sinceramente de saco cheio de falar sobre, mas como é isso que dá clicks nessa bodega e gera pageviews, então vamo que vamo com a nossa programação (a)normal. Hoje, vamos esmerilhar a famigerada adaptação em desenho animado do clássico do Velho Putardo, Alan Moore e do desenhista Brian Bolland, Batman: A Piada Mortal, uma das histórias mais importantes dos quadrinhos americanos de todos os tempos, que em sua forma original, já era bem controversa e polêmica por si só – mas, que conseguiu ser superada por essa bosta de adaptação, da qual estaremos falando agora.

A choradeira das feminazis, dos gayzistas, dos escravocetas, feministos e justiceiros sociais em geral (ou seja, o lodo da escória da humanidade, os SJW) dessa vez é que a tal adaptação usa de certas, digamos assim… “licenças poéticas” meio “problematizadas”, que na opinião de merda dessa corja de filhos da puta, denigre (opa, ainda pode falar isso?) a reputação da personagem Bárbara Gordon/Batgirl (sempre ela) por conta de uma mísera cena, de pouquíssimos frames, que rola ao fim de um prólogo totalmente inútil e desnecessário no filme, antes de entrar na história principal. Tô pouco me fodendo se é spoiler pra você ou não – apesar, de que a essa altura, todo mundo já deve ter ficado sabendo dessa bosta – enfim, o que acontece é que no desenho rola um chatíssimo e longo capitulo de abertura  com uma historinha chata e sem sentido da Batgirl e no final dessa introdução, quem resolveu introduzir o seu pau na nossa considerada Batgirl, é ele mesmo, o Cruzado Embucetado, o bom e velho Bááátema (mas, porra, ele não era eunuco?), hahahahaha. E foi aí que a putaiada ficou louca e estrilou pra caralho na Internet, como sempre acontece nesses casos.

Como se a opinião dessa gentalha importasse pra alguém… Bem, qualquer Merd bazingueiro que começou a ler gibi semana passada deveria saber que esse negócio de fazer o Batman comedor e passar a linguiça em todo mundo é uma espécie de regra clara, explícita, dogmática, rigorosa, estável e permanente do universo DC . Toda mulher (e homem também!) do Universo DC quer dar pro Batman! Todas as bandidas da sua galeria de vilões, a Mulher Maravilha, Zatanna, Canário Negro, Lois Lane, Alfred, o Gordon, o Dick, aquele viadinho… enfim, praticamente todas as pessoas com quem ele interagiu  no DCU querem saber qual que é o segredo da morcega. É o mesmo que acontece na Marvel, com o Wolverine, mas por razões bem diferentes – afinal, o baixinho peludo, escroto e invocado nunca teve fama de viado pederasta, ao contrário de um certo playboy magnata que além de manter relações suspeitas com púberes imberbes à la Michael Jackson, gosta de vestir de morcega e sair a noite atrás de bandido pra bater, o que por sí só, já é muuuuuuuuuito suspeito…

Bem, gostem os SJW mimizentos ou não, a Batgirl levou pirocada do Batman e nada vai mudar isso. O que lhes resta agora é estrilar como os merdinhas filhos da puta que são e fazer todos os esforços que lhes são possíveis para defender  honra e a reputação de uma personagem fictícia, pertencente à uma empresa que tem todo o direito de fazer a porra que quiser com ela. Repetindo: A DC É A DONA DOS PERSONAGENS E NÃO VOCÊ, FANBOY PUTO BAZINGUEIRO DE MERDA. Podem espernear, choramingar, fazer textão tendencioso no Facebook, no lixo do Judão, mas, contra fatos, não há argumentos. “Ah, mas eu sou FÃ da personagem e estou revoltadx, porque esse filme deturpou toda a imagem dela e não tem empoderamento, por isso, vou problematizar!” Sério:  VAI PROBLEMATIZAR UMA ROLA, FDP! Recolha-se a sua insignificância, SJW de merda.

Engraçado essa falácia moralista fodida de “ai, transformaram a Barbara numa puta, porque ela deu pro Batman em cima de um telhado”, vinda logo desse povo que adora bostejar coisas do tipo “seu corpo, MINHAS  regras!” “meu corpo, minhas regras” e o já citado termo execrável “empoderamento feminino”, em que a mulher é considerada fodona por dar mais que chuchu na seca (oque não deixa de ser verdade, yay!) e quando é um caso de uma reles adaptação em desenho animado de um gibi, isso desencadeia tamanha comoção. Como esse povo é escroto em suas cagações de regra e em suas campanhas para detonar o filme, sobrou até pros roteiristas do longa, o Brian Azzarello e o Bruce Timm, e olha que os dois são muito conceituados na indústria de quadrinhos e em Hollywood devido principalmente à grande qualidade de seus trabalhos, principalmente na DC, onde até semana passada, eram considerados dois deuses de lá. Mas, como SJW não é solidário nem no câncer (que, aliás, é o que ELES  são), são também uns belos de uns traíras, pois agora mordem a mão que os alimentaram, sobretudo a de Azzarello, que era incensado como o roteirista definitivo da Mulher Maravilha (grande ícone do feminismo) até então.

Nem precisa dizer, que assim como fui #teamcho e #teamgoldman em casos semelhantes, desta vez, estou fechado com Azzarello, apesar de não ser lá um grande fã de toda sua obra.   Vão se foderem, justiceiros sociais do caralho, vocês são merda –  cada um puto SJW de vocês que estão lendo isso aqui, vão se foderem, tenho nojo de vocês.  Tenho nojo da sua velha tática de enganar as pessoas, desvirtuando os fatos para justificar sua versão podre dos fatos, como estão mentindo nesse caso,  sobre o que aconteceu no prólogo e como. Nojo desse patrulhamento politicamente correto, em que  esses animais  não podem lidar com a ideia de esses dois personagens, Barbara Gordon e Bruce Wayne  fazerem algo que qualquer adulto faz: dar uma trepada. Mas, pra essa corriola de enxeridos com delírios de grandeza, isso é errado, porque os “seus” super-heróis são feitos para supostamente serem modelos infalíveis, puros, castos e virginais. Logo, esses homenzinhos de papel não vão ao banheiro, não cagam e não transam. Isso, jamais!  Bando de adultos com cabecinha de criança retardada de 10 anos dando importância pra uma cena de sexo (induzido) que não passa de mais uma tentativa de “chocar” o público, coisa que as duas “grandes” editoras vem fazendo desde sempre, de uma forma ou outra.

Claro, que só pelo fato de ter incomodado tanto a malta SJW – e em tão pouco tempo – já valeu a pena essa bagaça ter saído, mas, mesmo assim, tirando todos os seus méritos conceituais, não deixa de ser, enquanto filme, uma adaptação rasa e porca do original. Os primeiros 25 minutos deste filme (que correspondem ao preludio exclusivo da animação), são, como eu já disse, totalmente desnecessários. E não apenas por causa da cena polêmica que esse monte de babacas estão reclamando. Digo, é uma grandessíssima bosta, mas, pra mim, não é o pior. Nada se salva nesse trecho: a história é rasa, cheia de clichês meia-bocas; os diálogos são pífios, parecem que foram escritos por uma criança retardada; o “vilão” é outra porcaria também. Enfim, nada ali tem ligação profunda com a história principal ou algo digno de alguma importância. Quando você leva em conta o que aconteceu durante os primeiros 25 minutos (o prólogo da Batgirl), o que o Coringa fez com ela (o tiro na coluna e o suposto estupro), o final do filme (do qual, nunca gostei nem na HQ) se torna mais estúpido ainda. Uma das melhores coisas em A Piada Mortal  era a ambiguidade do fim: a partir da (inexplicável) oferta de ajuda e perdão do Batman, a piada do Coringa e como essa piada, literalmente, representava tanto Batman quanto Coringa para o controverso final, foi um momento memorável das HQ´s de super heróis. Vendo isso “trazido para a vida” no audiovisual – mesmo que em uma animação tosca – além de broxante pela animação ser bem meia boca, remove toda a ambiguidade e faz questionar por que diabos Batman sequer reage da forma que ele faz com base em todas as merdas que o Coringa fez com os Gordons, ainda mais, que segundo o desenho, o Cavaleiro das Trevas MALANDRAMENTE tinha dado umas madeiradas em Babs há pouco tempo atrás. Não faz sentido algum você dar a mão pro cara que fodeu para sempre com a vida da sua namorada ou peguete, sei lá.

Resumindo, A Piada Mortal é uma HQ muito curta, tem uma história com pouco conteúdo que realmente possa se adaptar em um filme de quase uma hora de duração, e os  lamentáveis 25 minutos adicionais mudaram a história geral demais para o meu gosto – e para grande parte da putada SJW, o que é meio incômodo, concordar (mesmo que em parte) com esse tipo de gente…  Na verdade,o “prequel” estraga muito mais a história  do que ajuda em alguma coisa. Foda é que as pessoas que não leem gibi vão ver isso e achar que toda essa merda faz parte da revista, assim como vagabundo acha até hoje que o final do Watchmen que vale é o do filme do Jegue Snyder, o diretor visiotário. Ou seja, só serve pra queimar mais ainda o filme dessas histórias que já são cheias de polêmicas por si só. É por isso que pra mim,  fodam-se essas merdas. Raramente perco meu tempo assistindo. Nunca me estressei vendo filmes ou séries de TV de coisas que eu curtia ler. Isso significa que eu nunca fiquei decepcionado com essas  adaptações lixo, que são a grande maioria do que sai. Pra não dizer que é tudo uma porcaria completa, a dublagem original foi muito boa, especialmente o Mark Hamill como Coringa. Mas, enfim, eu realmente acho que essa é uma história que é muito melhor deixada no seu formato nativo.

Uma coisa boa disso é que  os leitores e fãs de HQ´s defensores e chupa rolas de SJW agora sabem o que sentir quando algum idiota  tem uma ideia “jenial” pra foder completamente aquele personagem “clássico”, de mais de 50 anos de existência, mudando para uma merda 1000 x pior, só pra agradar um público retardado, imbecil, e gerar polêmicas idiotas como essa e atender ao mimimi de gente que em sua grande maioria sequer abriu uma porra de um gibi na vida e tampouco deixa de comprar a porra do seu baseado pra ao invés disso ler a  caralha da revista do herói que descobriu semana passada, mas que vêm bostejando na internet sobre o que pode ou não pode acontecer a ele desde então.

Se bem que, me veio um puta insight agora: descobri por quê, afinal, os 15 fãs da Batgirl no mundo ficaram tão putinhos e chateados por causa desse desenho mediocre. É porque eles secretamente querem dar  pro Batman também! Só pode ser isso! Como ninguém pensou nisso antes? Só que tenho uma péssima notícia pra dar pra vocês, filhos da puta: vocês nunca vão poder realizar seus sonhos molhados e sabem por que? POR QUE A PORRA DO BATMERDA NÃO EXISTE, PUTADA! É POR ISSO, HAHAHAHAHA!! Se alguem nunca disse isso pra vocês, tio Imperador explica:  O BATMAN É SÓ UM PERSONAGEM DE GIBI. NÃO PASSA DISSO. Logo, ele nunca vai poder botar a bat-piroca no meio dos seus regos. Então, vamo procurar outra causa estúpida e sem sentido pra militar, porque essa batalha, vocês perderam lindamente. Seus merdas.

*Até mesmo por que se o Batman existisse, ele não seria capaz de comer ninguém, já que todos sabem que esse filha da puta é eunuco, hahahahaha

 

18 comentários

  1. Texto bobo escrito por um moleque de 12 anos que muito provavelmente achou Deadpool um grande filme. Chega a dar pena. Continue reclamando do politicamente incorreto, filhote de Danilo Gentili. Chora mais que tá pouco.

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  2. Bah, que bosta de blog, baixo nível, sinto a vergonha alheia….. um cara adulto que escreve como um moleque, um moleque imbecil e que não gosta de mulher….minha teoria é de que todo o careca é gay enrustido….e aparece de arma na mão, mas garanto que é um cagão na vida real e se faz de machão na internet pros amigos(sim, se faz de machão para HOMEM, e não pra mulher, pois careca é tudo gay)

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  3. e se não bastasse um texto vergonhoso deste, ele ainda posa de arminhas de BRINQUEDO na mão e ainda se acha malandro….Muito ridículo….deve ser virgem ainda….

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  4. Lendo os comentários…Acham que o Blogger é o Adriano auiahuiahuiahuiahuiahuiaha na boa véi. Vocês vivem em que mundo? Ainda querem opinar atacando a careca do cara..falando da opção sexual dele e ainda atiram “imaturo”. Um pior que o outro ( eu também to nesse hall da vergonha só de ter que explicar).

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    1. Acho que ele quis dizer que o cara é do movimento dos “Carecas do Brasil” , mas quanto a opção sexual, o autor já mostrou que é bem homofobico, é so ler o que ele escreve..se tiver coragem, pois esse blog é uma bosta

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  5. Hahaha, gostei do artigo. Eu particularmente sempre achei “A Piada Mortal” uma bela de uma merda – e até o vaposeiro do Alan Moore acha isso. Em entrevista à revista “Wizard”, nos anos 90, ele afirmou com todas as letras que APM era uma história fraca belamente ilustrada.
    De resto, parabéns por deixar a putada SJW nervosinha. Se incomodou essa escória com seu texto, é por ter algum valor.

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  6. O texto até que é bom, e tem umas verdades, especialmente com feministas hipócritas. Mas o cara que escreveu o texto bem que podia ser menos revoltadinho e vulgar. Realmente deve ser um moleque que adora Deadpool. Ah; e Deadpool é um filme bem mais ou menos. Um filme bacana, mas muito superestimado.

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