Poderosa VS Ditadura Feminista: “Seu Corpo, MINHAS Regras”

Renae de Liz é uma desenhista que vem se tornando figurinha carimbada dos sites de notícias sobre cultura pop e gerando um razoável buzz de uns tempos pra cá na indústria vital  dos quadrinhos, muito mais por se meter em algumas polêmicas e por falar muita merda, do que pelo sucesso e relevância de seus trabalhos, que incluem “clássicos” da mais suma importância, como  The Last Unicorn e Lady Powerpunch e The Legend of Wonder Woman, uma HQ digital da Mulher Maravilha que ninguém por aqui leu.  Semana passada, Renae compartilhou em seu Twitter uma série de… tweets (dããã…) em que expõe seus pensamentos sobre como  desenhar mulheres sem precisar apelar pra a tal “objetificar, sexualizar, vulgarizar, etc… Enfim, todas essas merdas manjadas e replicadas à exaustão por essa putada de sempre, que adora achar motivo pra reclamar de tudo. Você sabe de quem estou falando, amigo Contronauta velho de guerra…

Bom, em seu pretensioso guia improvisado, nossa amiga tenta refutar o modo como as super heroínas são desenhadas nas HQ´s, que, pra ela, em sua cabecinha de merda feminista escrota lacradora, não é como deveria ser. Para sua justificativa idiota e sem sentido, ela usa como exemplo esse desenho da poderosa que está no topo deste post e que foi amplamente festejado pela corja entusiasta do câncer Politicamente Correto, que infesta a “midia especializada” (aargh!) dos quadrinhos e a internet. Não vou botar aqui toda essa porcaria de cagação de regra em 7 passos, até mesmo porque não endossamos as ideias e os “valores” que essa desenhista e sua corja defendem e pregam. Mas, se você ficou curioso ou não tinha ouvido falar dessa besteirada, tem vários sites merda – inclusive muitos BR – que postaram sobre……… e é só dar uma googleada pra achar um desses redutos fecais, laudatórios e entreguistas.

 

Como o nome do nosso site bem diz, somos do contra, aqui, não tem panela e não devemos porra nenhuma à ninguém. Portanto, não espere da gente nenhum consenso com essa putaiada. Este é um artigo de contestação.

Hey, ho! Let´s go, motherfuckers!

 

Em primeiro lugar, Renae,  SUA BURRA (tá, eu sei que el nunca vai ler isso aqui, hahahaha, mas… foda-se), estamos falando de QUADRINHOS aqui, porra. Gibi, pra ficar mais simples pra você e pras antas que bateram palma pra esse tutorial de merda.  São APENAS quadrinhos, portanto, eles não tem obrigação nenhuma de serem realistas. Ainda mais se tratando de quadrinhos de super heróis, em que o escapismo e a viagem na maionese é a base de tudo. A pessoa consegue admitir um mundo onde todo tipo de situação mirabolante, tipo, a destruição de todo um multiverso de infinitas terras acontece a cada virar de página, mas não  que uma alienígena super poderosa possa vestir um colante atochado no rego e sair pro pau pra lutar com as peitas balançando, por que isso só serve pra “sexualizar a personagem e servir de punheta pra marmanjo”.  Porra, só sendo um putardo loooooooooooser de merda pra se bater punheta pra desenhinho de gibizinho hoje em dia, já que qualquer Merd fodido e catarrento com um mínimo de acesso a internet pode se acabar descabelando a palhaça se embrenhando no vasto conteúdo educativo do Xvideos e afins. Mas, Renae e seus amiguinhos SJW estão preocupados é com a honra e dignidade de personagens ficcionais 2D de papel. Realmente, essa (juntamente com a das personagens 3d de jogos de videogame) é uma causa que precisa e vale a pena de ser lutada – pra essa cambada de filhos da puta que não tem PORRA NENHUMA  pra fazer de suas vidinhas inúteis.

E mais: e se realmente existe algum nerd seboso que bata punheta pra Mulher Gato ou pra Viuva Negra… o que caralhos alguém tem a ver com isso? Ele pode curtir a porra que quiser, e ativista social de Facebook não tem o direito de forçar o seu ponto de vista e gostos à ninguém. E quem são vocês para dizerem como uma mulher “poderosa” deve se vestir, ainda mais numa porra de um gibi. Mas, justiceiro social é uma desgraça: eles SEMPRE tem que posar de donos da razão e tentar por o resto do mundo pra baixo com seus julgamentos hipócritas e pseudo moralistas, porque essa é a unica coisa que fazem esses tipinhos escrotos se sentirem bem.

O mais bizarro no discurso dessa turma dos progressistas entre aspas é a prática asquerosa de querer calar a boca e acabar com a festa de todo mundo que discorde da panela e o quanto isso é tão idêntico à postura dos tais “conservadores, retrógrados e reacionarios”, que eles alegam tanto combater: “Todo mundo que discorda de mim é Hitler”. Assim é muito fácil acusar, julgar e condenar. Se você, SJW de merda quer nivelar alguém a um nazista, autoritário e opressor, comece por si mesmo. Vocês podem não gostar do que falo e penso, mas o hábito execrável dos que levantam a bandeira do Politicamente Correto de querer calar  boca de quem tem o pensamento dissonante, é exatamente o mesmo lixo que vocês tanto rotulam os Bolsonaros e Trumps da vida. Vocês todos estão quase se tocando em seus extremos opostos da ferradura, mas, são burros demais para perceber ou canalhas demais para admitir.

Voltando à treta:  a escolha da personagem pra fundamentar a tese justiceira por parte da desenhista feminazi foi pessima.  A Poderosa foi criada pelo artista Wally Wood (o mesmo que bolou o uniforme vermelho do Demolidor, caso não saiba) e parte do seu conceito basilar é justamente o seu corpaço de proporções exageradas, por isso que ela é A Poderosa, seus animais. Mais uma amazona gostosíssima que uma “Barbie” esbelta, como são quase todas outras heroínas, inclusive sua equivalente da antiga “Terra 1”, a Supergirl. Sendo assim, Renae cagou no pau E sentou em cima, pois, nenhum dos designs sugeridos por ela em seu exemplo se enquadram em uma descrição visual fiel da personagem que ela escolheu escrutinar. E ainda assim, apesar de alguns casos pontuais de algum desenhista mais empolgadinho ou quando a história fazia alguma menção a seus atributos chamativos, a Poderosa nunca foi retratada em suas histórias como um objeto sexual.

Outra cagada da Renae foi de ilustrar a boneca parada, estática, o que é uma falha constante em seus desenhos. Quadrinhos – sobretudo os de ação – precisam criar a ilusão de movimento a todo momento, inclusive… quando não há movimento, hahaha. Não vou ser um boçal e dizer que os desenhos dela são feios, porquê não são, mas, nesses rascunhos, assim como em algumas histórias desenhadas por ela que li, a sensação que tive foi a mesma, de que ela não sabe passar em seus traços a sensação de movimentação dos personagens e isso conta como um puta demérito a seu favor, o que não ajuda em nada nessa cagação de regra babaca que ela inventou.

Não é a primeira vez que vejo esse papo de merda e tenho certeza de que não será a ultima. Já li e já vi muito vagabundo batendo nessa mesma tecla surrada do “mal” que são as personagens “sexualizadas” dos quadrinhos, no entanto, o contrário essa gente não diz: se a forma como são desenhadas as mulheres nos gibis é apelativa e de mal gosto, os personagens MASCULINOS são igualmente exagerados. Super herói em geral não passa de uma cambada de marombeiro retardado (pleonasmo) usuário de esteroide de bomba de cavalo. Seus uniformes são super ridículos e estúpidos também, mas, a gente faz vista grossa dessa merda toda, por quê… ora, porra: É APENAS QUADRINHOS, CARALHOOOOOO! Gibizinho, lembra? Aquele calhamaço de papel que você leva pra ler no banheiro no tempo de uma cagada e depois larga em qualquer canto e volta a fazer as coisas realmente importantes que você tem na sua vida. Não tem necessidade de fazer um tratado sobre isso e nem de fundar um movimento social a fim de zelar pela  reputação e pureza das mulherzinhas de papel jornal.

Essas antas não se ligam (ou fingem que não, por pura desonestidade intelectual) que tudo depende do gênero, do tipo de conteúdo que você está produzindo ou lendo. Dizer que mulheres são “objetificadas” nos quadrinhos é uma contradição em termos por si só, pois faz um puta juízo – injusto – de valor, tanto de quem cria, quanto de quem lê essas revistas. Não a toa que o principal argumento dessa corja é “ai, você defende essa merda, porque não passa de um punheteiro, seu lixoso. Machista! Sexista!”, o que, como já defini alguns parágrafos acima, não passa de uma falácia sem sentido. Julgar uma pessoa pelo tipo de gibi que ela lê é uma total falta de caráter e jogo baixo, típico dessa gente, que usa isso como tática pra detonar com qualquer um que ouse pensar diferente da patrulha. E se o cara que lê gibi de herói é tarado por simplesmente não estrilar pelo fato de que o… digamos, Wolverine pareça uma boneca por vestir colante amarelo que aperta os bagos e máscara de gatinho, quem dá umas dedadinhas na “amiga” pensando no Gambit ou no Ryu sem camisa, não tem moral nenhuma pra falar bosta. E na verdade, é exatamente isso que acontece: quem reclama do decote da Poderosa ou da Psylocke dando voadora de perna aberta, geralmente são as mesmas que babam na bundinha torneada do Dick, aquele viadinho ou faz fanfic do Loki comendo o Thor e vice versa.

Heróis são baseados em arquétipos (eu nunca fui muito fã dessa afirmação, mas, já que passou a ser lugar comum todo mundo dizer isso, então, não vamos contrariar… dessa vez), suas histórias são a mitologia moderna (outra baboseira, but…), ou seja, eles não são feitos para servirem de análogos realistas de homens, mulheres, cachorro, papagaio, periquito, etc… Os homens em sua maioria são desenhados como uns brucutus com excesso de músculos no peitoral, nos braços,  até no olho do boguinha, no entanto, a quantidade de vagabundo que se ofende com isso por não se identificar fisicamente com esses personagens é irrisória, quase inexistente. Agora, é impressionante o quanto tem de mulher frustrada por não se sentir”representada” por personagens que também ostentam uma forma praticamente inatingível para a maioria delas – assim como para os homens. Com certeza, o problema não está na forma que esses bonecos são desenhados, mas sim, na cabeça doente de vocês.

E eu sinceramente duvido que as vendas aumentariam ou ajudariam a expandir o público leitor de quadrinhos, se atendessem às demandas desses doentes e passassem a desenhar os personagens de forma a se parecerem mais fisicamente com pessoas “reais”, tipo a Capitã Marvel como uma gorda feminista de cabelo roxo e sovaco cabeludo ou o Superman virasse um clone aidético emaconhado do Marcelo Camelo ou mesmo que se parecessem com esses cosplayers que são arroz de festa nesses eventos mequetrefes por ai. Porquê, né, vamos falar sério agora:  hoje os quadrinhos são um negócio que movimenta bilhões, considerando que o gênero de super heróis é o mais popular nos cinemas do mundo todo. E essas franquias todas foram baseadas em personagens populares que estão por aí há 50, 60, quase 80 anos e que são reconhecidos por gerações por sua identidade visual e caracterização marcante e assim é que foram levados para os cinemas, games e demais produtos de merchandising. E nenhum deles se trata de magrelos com barriga de verme ou barangas sem peito e com bunda de tábua.

“Mas agora são novos tempos, as coisas mudam… é 2016 e tá na hora de os gibis de super heróis mudarem também.” Por quê, hein, merdinha? Sei que estou sendo repetitivo nessa bagaça, mas, SÃO SÓ QUADRINHOS! O que mais precisa mudar, nazistinha de merda? Vocês querem acabar com os poderes dos heróis também, já que pessoas que voam na velocidade da luz e fazem o tempo voltar só na broderagem não representam o leitor pós moderno e nenhuma minoria que se tem notícia? Porque, vocês sabem, né: gente com super poderes não é nada realista. Em suma, fique com sua filosofia rasteira de bosta: opiniões que diferem das suas não merecem serem ouvidas, portanto, devem ser caladas. Que belo exemplo de ser humano que você é por pensar assim. Ser foda na vida é ser um viado mimado ou uma vaca fútil retardada habitando uma bolha estéril, onde nada nem ninguém pode desafiar sua crença bizarra de que você está sempre com a razão. Ignorancia é força.

Enfim, gibi de super herói é assim, é exagerado, mirabolante… fantástico! E não vai mudar pra essa merda  e  porque vem tendo uma modinha recente de escravocetas, esquerdomachos e feminazis do esgoto indie / gayzola, que vem conseguindo algum espaço pra empulhar as suas merdas ao invés de criarem boas histórias. Quadrinhos – assim como qualquer outra mídia – não existe unicamente pra satisfazer VOCÊ, fascistazinho esquerdista de merda. Se você se incomoda tanto assim com os “virjões” e “punheteiros” (e não vou negar que esses filhos da puta existem mesmo, mas, e dai?), porra, vai bater uma punheta também (ou uma siririca, sei lá), vai transar, dar a bunda…whatever. Qualquer uma dessas opções deve ser melhor do que ler um gibi sacal, maçante e enfadonho com um ser radioativo da quinta dimensão da puta que te pariu discutindo com um robô gigante sobre racismo, machismo e homofobia, que é pelo que vocês, putos arrombados tanto militam.

Deixem os gibizinhos de heróis em paz, pois, vocês já conseguiram estragar eles bastante nesses ultimos anos. Se não gosta da forma como essas revistas são, é só fazer o que qualquer pessoa sensata e decente faria:  NÃO LEIA. Simples assim. Ignore, ué… Se tem gente que curte esses quadrinhos, com seus clones de Arnold Schwarzenegger na fase Olympia e Kim Kardashian… let it be.  Se VOCÊ não gosta, beleza, mas não venha foder com a diversão de quem não tá enchendo o teu saco. Quer se sentir “representado”? Tem uma caralhada de gibis indies por aí que estão precisando da sua ajuda pra sair do ostracismo e da zona de cancelamento. Alguns, de muito boa qualidade. Compre esses. O mercado de HQ´s é enorme, tem espaço pra todos. Não tem necessidade de vocês cagarem seus cânceres em tudo.

 Enfim, cambada de filhos da puta, vão procurar a sua representatividade à 7 passos da casa do caralho.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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