Just Because He´s NOT Black

No final do ano passado, a Marvel fez mais um relançamento ad eternum, ad nauseum de toda sua linha de revistas mensais.  Dentre a caralhada de títulos anunciados (cuja maioria, ninguém pediu e estavam pouco se fodendo), tinha uma revista nova do Blade, o Caçador de Vampiros, personagem menor do escalão de heróis da editora, que só se notabilizou pela trilogia de filmes estrelados pelo figuraça Wesley Snipes no final dos anos 90 e começo dos 2000. Só que essa versão não se trata do personagem que (pouco) conhecemos, mas, sim, de uma novA caçadorA de vampiros, uma versão, mais, digamos assim… “condizente com os tempos atuais” e principalmente, com o status quo vigente na Casa das Idéias (de merda). Ou seja, sai o meio-humano/meio-vampiro boladão e neurótico para entrar no lugar uma mocinha,  uma heroína com trejeitos de Beyonce na época do Destiny Child, saindo por aí arrancando a cabeça de machinho hétero branco cisgênero opressor vampiro, muito provavelmente com algum discurso rasteiro de politicamente correto e camada social e racial, coisa típica de quase todos os gibis da Marvel de hoje em dia. E não é preconceito, não, mas, do jeito que a coisa tá indo, com eles enfiando discurso panfletário afirmativo em tudo o que podem e conseguem, uma revista com essa premissa seria um prato cheio pra se tornar um cult SJW adorado pelos 5 retardados que comprariam esse lixo. Maaaaaaaaas… não vai acontecer.

Não vai acontecer simplesmente por que a tal revista não será mais publicada! Depois de ter sumido das solicitações dos meses seguintes sem ser notada, por conta da total indiferença e esquecimento dos seguidores da indústria dos Comics americanos (fãs, leitores, lojistas, etc…), esta semana foi declarado oficialmente o fim de uma ideia de merda – de tantas que  a Marvel vem tendo ultimamente – graças a declaração dos supostos autores dessa roubada numa entrevista do escritor Tim Seeley ao Newsarama, em que, de tantas outras bobagens que não convém comentar aqui, ele fala do inferno que foi o processo criativo para conceber essa bosta que acabou não saindo e dos motivos que o fizeram mandar a Marvel pra puta que o pariu e assinar contrato exclusivo com a rival DC.

Seeley, apesar de estar por aí há mais de 10 anos, é virtualmente um desconhecido no mainstream da indústria de quadrinhos americana, mas, que teve algum destaque por conta da série de terror adolescente autoral Hack/Slash, de 2004, e, possivelmente pela proposta dessa série em específico é que foi feito o convite para que ele comandasse mais esse vilipêndio revival/reboot de uma franquia devidamente morta e enterrada e que ninguém pediu de volta. O convite em questão foi feito pelo editor-chefe da Marvel, Axel Alonso, segundo Seeley: “Eu recebo um telefonema de Axel Alonso: ‘chega aí, mano, faz uma revista pra gente, bola um  script , cria os designs que você quiser e taca-lhe pau, maninho’ …” – ou algo assim…

Enfim, como dito, o famigerado convite era pra escrever essa bomba de gibi da nova Blade, que, como dito antes, não viu a luz do dia (hahahaha, sacou?) e, passado um tempo, Seeley resolveu abrir pro público o porque. E tudo o que (não) aconteceu foi mais uma vez culpa dos nossos considerados e amados amiguinhos, os… JUSTICEIROS SOCIAIS (sempre eles, sempre esses filhos da puta…). O que levou o autor a peidar na farofa e meter o pé desse antro de demagogia que é a Marvel Comics atualmente, foi a enxurrada de críticas e encheção de saco virtual que adveio ao anúncio de que a editora lançaria um título de uma personagem negra adolescente, mas, que nenhum dos autores era mulher e negro, muito menos. Isso foi o bastante para a corja se mobilizar e vomitar muita merda no Twitter, Facebook e Tumblr, até que nosso amigo não aguentou e pulou fora dessa roubada a tempo de lançar mais um gibi de bosta que duraria no máximo 5 edições antes de ser sumariamente ejetado para a lata de lixo editorial – o que vem acontecendo muuuuuuuuuuito frequentemente com todas essas porcarias de viés SJW que a Marvel vem empurrando de forma forçada e indigesta nos dois últimos anos. Ou seja, de certa forma, essa cambada de militantes e fiscais do cu alheio acabaram fazendo algo de bom, ao menos uma vez em suas vidas inúteis, abortando esse lixo de ser lançado. Mas, como sempre, apesar de esta vez ter sido pelos motivos certos, essa escória está sempre errada e agora, depois dessa longa e fatigante introdução, vou lhes dizer o porque:

Em primeiro lugar, não sou de forma alguma contra a entrada de  um elenco mais diversificado de autores, seja em qual ramo for. Foda-se o gênero, a etnia ou a cor das pessoas que estão fazendo a porra do gibi ou do filme que eu curto, desde que esses filhos da puta estejam entregando um bom produto e histórias divertidas e com qualidade. O que me emputece é essa modinha do caralho da internet de julgar criadores pela cor da pele ou preferência sexual, e não pelo que é realmente importante: pelo conteúdo de seus quadrinhos. Não há nenhum motivo para Tim Seeley não ser capaz de escrever este gibi, que, convenhamos… não seria nenhum grande sucesso ou um clássico contemporâneo – muito longe disso…Mas, este é um exemplo literal de um roteirista que é perfeitamente apto e adequado para escrever esta história, vide a temática semelhante em seu  gobo autoral Hack/Slash, mas, que teve que sair com o rabinho entre as pernas  por causa de meia dúzia de idiotas do Twitter e esse conceito preconceituoso e racista (sim,  RACISTA. RA-CIS-TA)  de merda, de que você tem que ser da mesma cor e ter o mesmo sexo que os personagens ficcionais que você está escrevendo. Se essa mentalidade boçal e rasteira tivesse sido levada em conta no período da Era de Prata,  grandes heróis clássicos e importantes como a Tempestade, Pantera Negra, Luke Cage, Raio Negro e o Lanterna Verde John Stewart jamais teriam sido criados, já que a totalidade de criadores nas duas editoras era de homens brancos e héteros.

Infelizmente, este é o lado podre dessa sociedade excessivamente PC de hoje. Dito isto, este tipo de porcaria também acontece de forma inversa, ou seja, prejudica também escritores de quadrinhos negros. O grande roteirista e editor Christopher Priest muitas vezes falou sobre como ele deixou de ser um escritor que poderia ser pago para escrever qualquer personagem, só para ser o escritor “preto”, que só é contratado para escrever personagens pretos.  Só porque um personagem é preto não significa que precisamos de pessoas negras trabalhando nisso. O mesmo vale para qualquer raça, sexo ou opção sexual, sempre. Para mim, as histórias deveriam ser baseadas apenas em seus próprios méritos, e não se o seu criador cumpre os critérios necessários para preencher algumas cotas  SJW e assim conquistar o seu “espaço seguro” em detrimento às necessidades dos malditos 1% capitalistas, elitistas e opressores. Como essa porra nunca tem fim, estou ansioso para a próxima sabatina do eterno joguinho de chorume e vitimismo racial. Só fico esperando o dia em que vão jogar pra torcida e dar um personagem negro a um escritor negro, e alguém irá aparecer dizendo que o escritor não é “negro o bastante”, porque isso acontece muito nesse meio de pessoas tão <ironia>generosas, humanitárias e fraternais<ironia> .

O problema não é a “justiça social”, que no papel é uma ideia muito bonita, mas é a idéia central que está sendo realmente deturpada para favorecer este ou aquele grupinho seleto. Estou falando de  um cara que foi lhe oferecido um emprego para roteirizar uma revista em quadrinhos por causa de seu know-how  sobre como trabalhar uma história de horror com uma protagonista feminina, mas sua cor -e apenas isso – foi a unica coisa determinante para essa gente que se diz tão defensora dos direitos alheios. O que Seeley  disse na entrevista foi que sua saida da revista era um “ajuste natural” e que ele recusou o trampo, não porque ele não era a pessoa certa para o trabalho, mas porque ele queria “deixar que as pessoas de cor tivessem uma oportunidade”. Muito bem, parabéns para ele, por ser uma pessoa tão bacana e nobre, que bela atitude, maaaaaaaaaaaas… que não se sustenta, pois, com sua saída, o que aconteceu foi que a porra da revista deixou de existir e nenhuma escritora negra foi contemplada com o “job”. Também foi uma decisão contra-produtiva, uma vez que perpetua a ideia de que só pessoas de “X” minoria  podem escrever sobre esse grupo. Não há nada que impeça a Marvel (ou que deveria impedir) de contratar uma mulher negra para escrever um gibi do Shang Chi, ou um homem asiático para escrever um gibi da Tempestade,  ter uma mulher muçulmana escrever o Gavião Arqueiro ou um brasileiro na revista do Aranha Escarlate. Resumindo: uma pessoa NÃO PRECISA  corresponder-se com os aspectos físicos ou sociais de seus personagens para trabalhar com eles, simples assim. Se você acha o contrário, você é que é o maldito filha da puta fascista e não eu.

Não entra na minha cabeça a ideia de restringir o acesso a personagens baseados em qualquer critério,que não sejam criativos. Você quer mais diversidade entre os escritores e artistas? Ok, sem problemas, é justo, não se discute isso… Mas o chorume oportunista pára por aí. As escolhas devem ser baseadas unicamente nas habilidades e competências  da equipe criativa. Um escritor negro  deve ser escolhido para uma revista por suas habilidades serem necessárias em uma representação “legítima” do personagem, seja ele de qual cor,  por causa de uma  afinidade pessoal ao personagem ou até mesmo porque ele sente a necessidade de uma melhor representação dentro de um contexto. Mas fazendo dele o escritor negro padrão para um personagem negro, aí não, né, caralho. E, é sempre bom repetir,  o mesmo para escolhas baseadas no gênero … Pois,não fosse dessa forma,  escritoras  como Gail Simone (que já escreveu vários personagens masculinos em sua carreira, inclusive, o Deadpool), Marguerite Bennett, Kelly Sue, Ann Nocenti e outras, só  poderiam trabalhar em  equipes específicas e revistas de personagens solo femininas e ficariam restringido o acesso delas a toda uma diversidade de personagens e conceitos.Quem concorda com uma estupidez dessas?

Será que ninguém percebe o quão burra é a concepção de que personagens negros devam ser por definição conduzidos apenas por pessoas negras, enquanto, ao mesmo tempo, há escritores que não o querem fazer para não serem estereotipados  nesse trabalho específico, e que apenas querem escrever sobre qualquer coisa que lhes deem na telha? Esse gibi novo dA Blade não tinha, até prova em contrário, uma questão sobre a perspectiva dos negros como o escopo. Um exemplo que me vem à mente são as revistas mais recentes da Marvel escritas pelo Al Ewing (Mighty Avengers,New Avengers e Ultimates).Eu não sei você, amigo leitor do Contra, ou talvez eu que seja  indiferente a esse tipo de coisa, mas eu não poderia dizer, sem ter pesquisado antes, se ele é um escritor branco ou preto … E eu nunca tive problemas de problemas com etnia de herói, tampouco com cor da pele ou mesmo equipes centradas em personagens diversificados, antes  das Guerras Secretas. No entanto, ultimamente a Marvel vem perdendo a linha nessa sanha de promover diversidade de forma imposta e constrita e fazendo isso de uma forma nojenta e execrável.

A situação editorial da Marvel parece estar se aproximando muito dos níveis  de estupidez da DC nos idos de 2011, no pior momento de todos os tempos, que consiste no lançamento dos abomináveis Novos 52 e posteriormente, ano passado com o igualmente fétido, DC You.  É impressionante o tanto de merda que eles vem fazendo ultimamente: altos preços de capa, atrasos excessivos, excesso de eventos e mega sagas de péssima qualidade e um monte de lixo indie, influenciado negativamente pelos filmes e TV e panfletarismo político e ideológico,  que os verdadeiros leitores estão todos pouco se fodendo pra essa merda toda. Estou falando de títulos inúteis e irrelevantes como Squirrel Girl, Patsy Walker, a.k.a. Hellcat, Howard The Duck, A-Force, Hyperion, Moon Girl, Nighthawk, Silk, etc… todas essas revistas vendem abaixo de traço e vivem na zona do cancelamento desde que foram lançadas. O mesmo vai acontecer com essa outra carlahada de detritos que foi anunciada recentemente no “novo” relaunch da linha, o tal do Marvel Now 2.0.

Afinal, com tanta porcaria em seu catálogo atualmente, a Marvel deveria lançar mais uma, que é o que certamente seria esse gibi de Blade? eles estão totalmente rendidos  uma agenda política e ideológica, sei lá por quais motivos e justamente por isso vem banindo todos seus personagens antigos e substituindo por versões meia boca e sem conteúdo. Os X-Men e o Quarteto Fantástico já eram. Em vez de Bruce Banner você tem Amadeus Cho como o “Hulk Totalmente Demais”, cujas histórias são feitas para  retardados de 5 anos. O Thor foi substituído pela Jane Foster, você tem umA novA (?!!) Homem de Ferro, Miles Morales tomou o lugar de Peter Parker como o Homem Aranha principal, assimilando todas as suas caracteristicas básicas, para assim ser mais aceito, o maior gênio do Universo Marvel agora é uma personagenzinha irritante recém criada e que até agora não mostrou a que veio…

Sinceramente, não tem como chamá-los de “personagens de legado” per si,  quando os verdadeiros leitores,como eu, os que de fato vem consumindo essa porra por todos esses anos  só querem boas histórias, estreladas pelos personagens originais, os verdadeiros. Por que criar uma nova Blade, quando o original, além de ser mais conhecido – ainda mais por ter 3 filmes de relativo sucesso nas costas – não tem nenhum empecilho em ser usado. Basta criar algumas boas histórias com os personagens que os fãs conhecem e estão familiarizados, para satisfazer o seu público legítimo.Não estou dizendo que a Marvel não deva ter  personagens representativos, mas, não tem que sumir com seus heróis tradicionais para dar preferência a uma nova geração de clones étnicos  tomar o centro do palco, se isso só serve para deixar seus consumidores putos com essa atitude escrota.

Na verdade, é bem compreensível a atitude do autor de não querer se estressar mais e cair fora dessa, pois, na internet, questões básicas se tornam gravemente sensíveis sem nenhum motivo e quando se mete questões raciais no meio, aí que a coisa desanda. Mas, ao mesmo tempo, isso já deu no saco! Não dá pra admitir meia dúzia de militantes escrotos gritando absurdamente e impondo suas merdas ao resto do mundo. Já passou da hora de botarem essa corja no seu devido lugar. Ok… agora é a hora de você me dizer “ai, Imperador… o Tim deixou a revista por conta própria, tá?? Ele fez isso simplesmente por ter reconhecido seus privilégios de homem branco cis e  concordado com a crítica de que não há diversidade suficiente no meio e deixou o projeto porque pensou que a revista pode se beneficiar muuuuuuuuuito mais a partir da perspectiva de  uma mulher negra. Viva a multiversidade diversidade, uuuui!”   Ok, mas, agora eu pergunto: mas  ele teria feito isso se  uma caralhada de filhos da puta e lixo humano como você e a sua turma  não tivessem estrilando e reclamando e ameaçando boicotar nas intemerds da vida?

Eu duvido. Duvido mesmo. E, justamente, quem perdeu nessa história foi quem vive demandando por mais e mais revistas afirmativas.  Eu tô pouco me fodendo pra isso, mas, vocês… porque não deixaram de encher o saco e esperaram a caralha da revista sair primeiro, começar a ler a história e só aí – através de seu próprio discernimento – julgar se ele era a pessoa certa ou não pra escrever o gibi da nova Blade. Em vez disso, vagabundo insiste com a ideia estúpida de que, só porque o cara é branco, ele não é capacitado a escrever uma personagem  adolescente que luta contra monstros e vampiros, só por ela ser negra, MESMO QUE – filha da puta!!-   escrever adolescentes que lutam contra monstros e vampiros foi o seu ganha pão por mais de 10 anos, porra!! Mais uma vez, o discurso de merda de vocês não faz o menor sentido!

Na boa, é foda o fato que Seeley saiu porque ele sentiu que por ser branco, era “errado” escrever um personagem negro em vez de um afro-americano fazê-lo. Claro, ele diz ter sido sua escolha de se retirar do projeto, mas ele claramente sentiu-se forçado a isso pelo tanto de merda que ouviu dessa gentalha SJW, que não deixa ninguém em paz. Eu sou muito mais  colocar alguém  com um histórico sólido  pra escrever um gibi (de tema similar, com uma personagem feminina  em um cenário de terror) do que alguém que não tinha nenhuma experiência anterior fazendo quadrinhos em tudo, e cujo unico proposito em ser contratada seja o de preencher uma cota específica a fim de agradar meia dúzia de MAV´s desocupados que tem tempo pra ficar 15 horas por dia bostejando sobre qualquer assunto na internet, exigindo representatividade e diversidade em tudo sem se importar com a qualidade do produto final. Pois, para qualificar, esses putos teriam que realmente ler os quadrinhos para fazer isso. E a maior parte desse barulho todo vem de pessoas que não o fazem, que não leem, ignoram e odeiam quadrinhos – sobretudo os de super-heróis.

Concluindo: Sei que tô sendo repetitivo – e a intenção é essa mesmo, para que todo mundo ponha isso na cabeça – mas,  realmente espero que possamos chegar a um ponto em que o mérito do trabalho seja julgado pelo o que está escrito e desenhado na revista e não por sua cor, sexo ou opção sexual.  E, que por mais lixo que seja o gibi, que  escritores como Tim Seeley não sejam impedidos  de obter oportunidades de escrever qualquer personagem que eles sentirem que têm um história para contar, apenas para satisfazer o ego de justiceiros sociais escrotos, que apodrecem tudo o que tocam e por onde passam, simplesmente por serem esses cânceres que eles são. Já passou da hora de mandar esses putos todos se foderem e não dar atenção às merdas que eles dizem. Pois, o mundo passou a ser um lugar melhor porque um Zé bosta  deixou de escrever um mísero gibi do Blade? Não. Ele ainda é uma porcaria, uma bosta e um péssimo lugar para se viver do mesmo jeito, então, foda-se essa merda.  Vocês venceram, justiceiros dos quadrinhos: não tem mais gibizinho, congratulations.  Esse é o legado a altura de vocês e condiz muito bem com  sua relevância na sociedade: a mesma de um gibi medíocre abortado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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