A hipocrisia das feministas com relação as políticas de aborto.

feminismo

Aqui não se questiona uns princípios básicos da liberdade, como o “meu corpo, minhas regras”. Sim, o corpo é seu, e você pode fazer o que bem entender com ele, eu também como um capitalista,  acho imprescindível o direito à propriedade privada e você fazer o que bem entender com ela, considerado o corpo humano uma propriedade nesse sentido.

Mas a feminista deve compreender que o ato de abortar, envolve outro corpo, mesmo que seja na vida intrauterina, mesmo que o “ser humaninho” esteja dentro do corpo dela, o argumento de que “meu corpo minhas regras”, não pode ser usado para sustentar o ato de abortar.

Só que nem e isso que se questiona aqui, mas como esse movimento feminista em sua maioria apenas reivindica certas coisas de acordo com seu interesse egoísta. Que no fundo, não é um movimento a favor do ser humano em si, mas um movimento parcial, que faz uma releitura histórica tendenciosa tentando colocar o homem como opressor, e quando se fala em direitos, apenas se interessa com direitos que vão de acordo com o interesse feminino, e não de uma suposta igualdade de sexos, igualdade também que nunca deve existir.

Para sustentar isso, cito apenas o exemplo de algumas políticas de aborto e a forma que as feministas defendem o aborto. Dizendo ser isso um direito inalienável e exclusivo da mulher, automaticamente excluindo o homem nessa delicada e polemica decisão de abortar.

De acordo com essa linha de pensamento, o homem não deve opinar, nem participar dessa decisão, se a feminista considera que o aborto e decisão única e exclusivamente da mulher. Então porque não usam esse mesmo raciocínio com relação as políticas relacionadas a pagar pensão ou criação? Onde nesses casos e obrigatória a participação masculina.

Sendo assim, o homem e excluído no processo do aborto, mas incluído, com as devidas penas do estado com suas leis, no processo de criação? Não seria coerente então, já que a feminista considera que o homem não deve interferir no ato de abortar, também não desejar participação do homem na criação? Isso não contrasta uma política de interesse individualista? Afinal agora ela deseja participação do homem na criação, o que parece certo, todo homem deve dar assistência, mas antes no ato de abortar, ela deseja distancia da participação masculina.

Se a feminista ainda usa o argumento do “meu corpo minhas regras”, achando que isso fundamenta o aborto, o homem pode responder tranquilamente com: “meu dinheiro, minhas regras” e se negar de prontidão a ajudar na criação. Ambos recorrem em ignorância, só que se o estado acatar o aborto, e considerar que é decisão exclusiva da mulher, se for coerente a pessoa que defende isso, o homem então teria, seguindo essa logica, nenhuma obrigação referente a criança, já que ele foi excluído da participação na escolha do ato de abortar. Ela quando aborta, se coloca então como a maior responsável pela vida do ser humaninho naquele momento.

 

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