CONTRA A (Homo/Bi)Sexualidade Da Mulher Maravilha

Pra começo de conversa, vamos fechar num ponto aqui: chame do que você quiser… gay (spoiler: o que ela NÃO é), hetero, bi, pan, sapatão, enfim… seja lá o que caralhos for, uma coisa não se pode negar:  A MULHER MARAVILHA SEMPRE FOI UMA PERSONAGEM CHATA PRA CARALHO.

Antes que o apoplético e esbaforido Bravonauta venha a ter uma sincope e termine por jogar seu monitor ou celular pela janela, eu vou explicar por x, y, z porque, sim, a Mulher Maravilha é uma personagem fundamentalmente chata. Chata, chata, muito chata. Não acredita em mim? Pergunte a qualquer  leitor casual de quadrinhos (esses nerdões punheteiros hardcore não vale) para citar na lata um inimigo qualquer do Batman. Um vilão do Superman. Um vilão do Homem-Aranha. Com certeza, qualquer bazingueiro seboso que começou a ler gibi semana passada e que está louco para que o DC Rebirth chegue logo ao Brasil saberá responder a qualquer das três perguntas. Porra, até a vadia da sua mãe com certeza responderia essas, mas, prossiga…  Em seguida, peça-lhes para citar um vilão qualquer que seja inimigo da Mulher Maravilha…  silêncio. vácuo… Viu? E sabe o porque disso? É  porque ninguém se importa, ninguém lê um gibi sequer dela. A Mulher Maravilha é como o Acre: todo mundo sabe que ela existe, mas, ninguém nunca viu, ou nesse caso, nunca leu, hahahahahaha… Tanto é que muita gente ao assistir o abominável Batman V Superman, achou que a Gal Gadot tava interpretando uma Xena sem sustância. Apesar de ser um ícone nominalmente, a Mulher Maravilha é totalmente inexpressiva em questão de popularidade, importância e relevância. Ela tá, tipo, num nível de um Thor da vida (inclusive, na chatice), mas, até esse tem personagens coadjuvantes e vilões mais legais e histórias mais clássicas e bacanas.

 

Duvida? Pegue uma revista dela e leia. Ops, ela nunca teve uma revista mensal própria aqui no Brasil, né… Até a porra da Arlequina tem seu gibi mensal nas bancas brasileiras e a  Mulher Maravilha nunca teve uma chance, desde a Ebal, nos longínquos anos 70. Será que é porque até o editor brasileiro mais amador e tapado (e não são todos?) acha que os leitores estão pouco se lixando pra ela e, por isso, não conseguiria sustentar uma publicação mensal por aqui? Pode ser…

Enfim, assim como vilões, a Mulher Maravilha também não tem personagens auxiliares interessantes. Cite um. A sério. Muitos grandes criadores, incluindo  o bostão do Greg Rucka (do qual vamos falar daqui a pouco aqui), George Perez, Brian Azzarello e Grant Morrison tentaram fazê-la soar mais moderna e interessante e, apesar de todo seu reconhecido talento… falharam miseravelmente. Pode parecer exagero ou maldade afirmar que a Mulher Maravilha é uma “personagem fundamentalmente chata”, mas, contra fatos, não há argumentos.  Quem é um pouco mais, digamos… “versado” no hábito da leitura das HQ´s deve conhecer a seguinte expressão: “Diana é um paradoxo”. E, sim, isso é a mais pura e puta verdade, afinal, ela foi na grande maioria das vezes mal escrita e mal trabalhada pra dizer o mínimo, sua personalidade foi inconsistentemente retratada ao longo de tantas décadas. Sua caracterização foi (e ainda é!) muitas vezes comprometida por diversas razões, que vão desde mesmo políticas, até a total inabilidade de alguns criadores de desenvolver uma personagem com tanta carga histórica, porém, pouco estofo criativo para se poder trabalhar. Ok, pode ser questão de gosto, mas eu não consigo lembrar de uma fase realmente legal ou memorável da heroína, ainda mais se colocar ela junto de seus correlatos, como Superman, Batman, Flash e outros me(r)dalhões da DC. A Mulher Maravilha nos mixes brasileiros sempre foi aquela história que é jogada de lá pra cá, seja onde caber, onde precisar encher linguiça, porque ela simplesmente precisa estar em algum lugar e não necessariamente porque alguém pediu ou se importa e sempre foi assim. Resumindo: chata. Leio quadrinhos desde que eu tinha 6 anos. Agora, estou com 34 e a Mulher Maravilha ainda continua chata.

De repente … Uma declaração infeliz, uma interpretação equivocada e uma polêmica sem sentido e… a Mulher Maravilha é mais popular do que nunca. Todo mundo que nunca deu um cagalhão pra personagem e pra sua história, do nada não param de falar sobre ela. E o motivo não podia ser mais babaca e envolve o que mais deixa qualquer vagabundo indócil e afoito: a vida sexual alheia, no caso, ainda mais deprimente, já que é de uma personagem de quadrinhos que estamos falando. Bem, parece que a “mídia (adesista) especializada” americana – e por consequência, do resto do mundo  – estava numa semana de tédio mortal e de total falta de assunto e uma entrevista para o site  Comicosity, do  escritor feministo Greg Rucka (é, aqueeeeele…) acabou, do nada, sendo comentada e repercutida em todos os lugares, inclusive por gente que não se importa com quadrinhos, não conhece, não lê e até mesmo não gosta de quadrinhos. Em determinado ponto da conversa com o entrevistador do sitezinho – que provavelmente passou a ter mais acessos do que nunca, depois dessa -ele disse o seguinte:

Quando você começa a pensar em lidar com o conceito de Themyscira em  sua devida maneira, a resposta é: “Como pode não estar todas em relacionamentos com pessoas do mesmo sexo?” Certo? Não faz sentido lógico o contrário.

É supostamente o “paraíso”. Você deveria ser capaz de viver feliz lá. Você deveria ser capaz – em um contexto onde se pode viver feliz, e, parte do que um indivíduo precisa para ser feliz é ter um parceiro – para se ter um relacionamento satisfatório, romântico e sexual. E as únicas opções são mulheres.

Mas uma amazona não vai olhar para outra amazona e dizer: “Você é gay.” Eles não fazem isso. Esse conceito não existe (pra elas).

Agora, estamos dizendo que Diana se apaixonou e teve relações com outras mulheres? Como Nicola (Scott, a desenhista) e eu abordamos, a resposta é, obviamente, sim.

 

Ok, beleza então…

E foi isso. Bastou essa afirmação do atual escritor do título da Mulher Maravilha sobre a SUA VISÃO PESSOAL a respeito da sexualidade da personagem e os meios de comunicação começaram a fazer um puta barulho desmedido por conta de uma mera declaração de um autor declaradamente SJW, esquerdomacho e feministo . Pior, a grande maioria desses lixos aproveitadores que estão fazendo oba-oba em cima disso  são veículos de imprensa e movimentos sociais que  supostamente são apoiadores entusiastas da agenda LGBTQ, isso, inclusive, no Brasil, criando manchetes apelativas  pra chamar atenção no pior estilo Marvel Way 2016, em que agora, tudo o que importa são cliques e polêmica idiota a partir de alguma controvérsia babaca aleatória, tipo, morte ou mudança de etnia e sexualidade de algum personagem. É isso a unica coisa que esses editores e marqueteiros “progressistas” emaconhados conseguem pensar para gerar controvérsia e atenção: cagar na cara de heróis clássicos e estabelecidos, particularmente em   personagens com décadas de histórias, como é o caso da Princesa Diana aqui. A tática rasteira consiste em jogar um bait qualquer, deixar os abutres espalharem a (má) notícia) , inflamar os trolls da internet e contar os milhões de cliques.

O mais próximo de despertar alguma comoção a esse nível que uma mudança no status quo da personagem foi por volta de 2010, quando o famigerado J. Michael Straczinsky (o escritor que nunca termina nada que começa) e Jim Lee re-projetaram o traje da Mulher Maravilha com uma proposta mais politicamente correta trocando a tanguinha estrelada por uma calça justa. As cosplayers que sempre andaram seminuas caracterizadas como a personagem começaram a bostejar o discuros escroto feminista de que “agora sim” a DC estava fazendo justiça com a Mulher Maravilha. um monte de otário pau mole  adesista bateu palma pra essa mudança desnecessária e paliativa. Daí, um tiozão de meia idade teve a coragem de contestar a reivindicação, “Eu acho que o traje  é icónico e não deve ser mexido, assim como Superman vestindo cueca por cima das calças.” E foi o bastante pra patrulha moral partir pro linchamento covarde e rasteiro. DC, bovinamente ouviu a minoria barulhenta e manteve a calça (e pior, o JMS) e advinha o que aconteceu ? 3 meses após o hype inicial, as vendas foram pro brejo. Por quê? Porque a história era um lixo.E cá estamos em 2016… onde tá entre as grandes histórias da DC a fase da Mulher Maravilha usando calça e jaquetinha? No cu da sua mãe, SJW de merda.  Resposta: em caralho de lugar nenhum, ninguém lembra mais dessa porcaria. Por quê? O visual é meramente uma ferramenta que serve pra auxiliar a compor o ícone. É a porra da história, se é ruim ou boa o que realmente importa.

E, na boa… isso já tá ficando chato – na verdade, já tá é há um bom tempo, mas, só piora … A MULHER MARAVILHA NÃO É GAY, HETERO, BISEXUAL, PANSEXUAL, NEM PORRA NENHUMA DISSO … ela é simplesmente uma personagem fictícia. Ou seja,. ela é o que o escritor quiser que ela seja, naquele momento em que é responsável por conduzir suas histórias. E neste caso, infelizmente, o escritor é o Greg Rucka, que é um cara cujo trabalho eu até gosto, mas o filho da puta não consegue  fazer nada sem colocar sua agenda política e social na frente das coisas que  escreve e com isso, acaba perdendo a mão por impor suas merdas acima da história, narrativa e caracterização de seus personagens.  Ao longo dos anos a Mulher Maravilha já foi agente secreta,  assassina, guerreira,  feminista, embaixadora da paz, deusa da guerra, etc… Tudo isso em diferentes períodos em sua história … Tudo durou um tempo e depois deixou de valer, e seu status convenientemente alterado dependendo das necessidades de cada equipe criativa de contar suas histórias da forma que queriam no momento. Até aí, nenhuma novidade, com todo personagem comercial duradouro como ela, aconteceu a mesma coisa. Aliás, o que  mais pode ser chamado de “canônico” em um mundo de reboots constantes?

Talvez, a fase mais clássica da MM tenha sido no pós Crise, quando o escritor e desenhista George Perez assumiu o título, no final dos anos 80. E Perez foi o primeiro a reconhecer que não havia “lesbianismo” total na Ilha Paraíso, acho que em sua primeira Wonder Woman Annual. Algumas amazonas eram lésbicas e algumas eram celibatárias, em diferentes graus. Sugerindo que houve, de fato, muito poucas Amazonas que eram exclusivamente hétero. Apesar disso, Perez achou por bom senso não ir pra etapa seguinte, de realmente fazer a Mulher Maravilha se assumir lésbica ou bissexual. Na verdade, ela tinha uma paixão precoce pelo Super-Homem (era assim que a gente chamava na época), no entanto, que foi rapidamente resolvido por falta de química entre os dois, isso na clássica Super Powers 16, de fevereiro de 90. Depois disso, mais nenhuma sugestão, ostensiva ou não, de que ela teve relações lésbicas ou atração romântica por outras mulheres.

Esse “anúncio” não-oficial acabou voltando mais atenção do que nunca para ela, até aí, tudo bem, mas Rucka não deve ser festejado ou tomar crédito (que ele ao mesmo tempo vem vagamente negando em seu Twitter, com comentários ambíguos abertos para interpretação). O único problema agora é que mais uma personagem clássica, que apesar de não ter lá uma graaaaaande base de fãs, tem sua importância histórica, enfim, um ícone, tem a partir de agora sua reputação queimada por causa de uma besteira dessas. Pois, a gente sabe que o fã tradicional, o leitor de HQ´s padrão americano, aquele gordinho nerd tetudo vai rejeitar a personagem por conta de mais uma mudança polêmica e que ninguém pediu.  Dessa forma, o título vai ser mais um festejado pelos SJW´s, o que vai fazer a galera que curte quadrinhos pegar mais raiva dessa porra e provavelmente o resultado disso é que vão diminuir as vendas do gibi, pois o leitor não vai comprar, enquanto esse provável status se mantiver e a revista só vai fazer “sucesso” no Twitter e no Facebook, nos grupos da corjinha politicamente correta, que  como a gente bem sabe, gosta muito de dar pitaco, mas não tira um puto do bolso pra bancar as merdas que eles tanto reivindicam. Não é maldade, você sabe que é assim…

As duas grandes editoras de super-heróis vem já há algum tempo usando do mesmo expediente nauseante: pegam um herói famoso e estabelecido e atribuem-lhes a condição de minoria, seja retconando sua história e alterando a etnia do seu alter ego ou trocando por outro personagem e mantendo apenas o nome. E foda-se 50, 60, 70 anos de história do personagem, aliás, fodam-se todos os leitores também. em primeiro lugar vem a vontade das minorias, dos “novos  leitores potenciais” que ambas editoras querem conquistar e depois, vem o ego dos editores e  escritores, que cada vez mais aderem ao chamado “pós-modernismo”. Justiça social nos quadrinhos de heróis é mudar a cor da pele, religião, preferência sexual do super-herói e o sexo. quanto mais irreconhecível e cagado ficar,  melhor. E se  (quando) os leitores e fãs do herói se manifestarem contra essas mudanças, é só chamá-los de racistas e intolerantes para calar a boca de todo mundo e seguirem se achando os donos da razão. Quando essas merdas de gibis param de vender, pois, o tal “público potencial” tem coisas mais importantes pra gastar seu dinheiro, como álcool e maconha, por exemplo, aí  culpam pelo fracasso os leitores antes fiéis, que são conservadores, retrógrados e reacionários, que não aceitam a “evolução natural” dos personagens e, de birra, fazem mudanças ainda mais drásticas pra cagar de vez com esses personagens até ficarem totalmente irreconhecíveis pra quem acompanha essas revistas há pelo menos 10 anos ou mais. Sob nenhuma circunstância um escritor deve aparecer com novos personagens para refletir a tão demandada diversidade, porque ninguém vai comprar, se esses não estiverem atrelados à personagens já conhecidos, instituídos e consagrados .

Todo esse debate idiota sobre a sexualidade da Mulher Maravilha poderia ser facilmente resolvido se pudéssemos encontrar uma declaração final do criador da heroína ou obter uma declaração de seus herdeiros (assumindo que o velho contou pra algum deles) sobre o que ele pretendia com sua sexualidade. Pra mim, a sexualidade de uma personagem deve ser definida pelo  criador da mesma. Afinal, ninguém melhor pra afirmar isso do que o sujeito que criou a parada. O que eu queria dizer acima ao afirmar que a Mulher Maravilha é uma personagem sem graça, é isso: o grande problema com ela é que o material inicial não era realmente lá grandes coisas, e todos os escritores subsequentes quiseram “recriar” o ícone de acordo com sua visão e as vezes… essa visão é simplesmente uma merda, hahahaha.  Rucka (que tem um ego do caralho e deve se achar O CRIADOR de fato da Mulher Maravilha) decidiu jogar fora tudo o que Azzarello fez ao mudar toda a origem e o background da personagem, o que foi uma bela de uma merda, já que a fase inicial do run do Azzarello no título foi algo acima da média do que comumente temos na revista da MM, que sempre foi bem insossa e fraquinha.

Aliás, até hoje não entendi exatamente por que o Mito Frank Cho foi forçado a sair da revista. Como ele mesmo disse, a arte interna  expõe muito mais pele do que qualquer uma das capas que ele desenhou. Se era só esse o problema, foi muita hipocrisia da DC e do próprio Rucka em chutar o chinês tarado, que tinha assinado contrato pra fazer um ano de capas alternativas para a revista. Claro, que isso se deve ao fato – já citado aqui – de que o Greg Rucka é um ativista de esquerda chato pra caralho e faz questão de esfregar essa porra de ideologia doente dele e fazer disso palanque pra subir e vomitar seu discurso imundo e repulsivo de “justiça social” em tudo o que faz e esse é o motivo de eu execrá-lo aqui.  Independente de quem, quando e onde for, eu não gosto quando as pessoas têm uma necessidade doentia de politizar, doutrinar, catequizar, pregar e forçar seus lixos sempre que podem, que é o que tipos como esse merda faz o tempo todo. Acredito que você quer se manifestar politicamente, beleza, seja livre pra isso. Mas NÃO venha querer obrigar todo mundo a engolir sua ideologia de merda, seu arrombado filho de uma puta sifilítica. NÃO  tente distorcer e deturpar tudo  para caber sua visão nojenta de mundo e obrigar que todos os outros  concordem passivamente. Isso é nojento e  repugnante.

Com base em suas observações toscas, Rucka  quer nos empurrar goela abaixo a ideia de, que pelo simples fato de não haver homens na ilha, basicamente, seu ambiente compulsoriamente obriga todas as amazonas a se direcionar a relacionamentos com pessoas do mesmo sexo, sem nenhuma outra possibilidade de escolha, logo, todo mundo é gay! . Como isso é progressista, e, no entanto, não tem o menor nexo… Se as pessoas nascem homossexuais ou heterossexuais (como todo mundo diz), não deve importar se o país todo só tem  mulheres, ainda assim, algumas delas ainda serão indiscutivelmente hétero, incluindo a Mulher Maravilha, que em todos os seus anos de histórias, sempre foi trabalhada dessa forma. Havia, penso eu, alguns insinuações contrárias pontuais, nada mais que isso, principalmente por parte dos roteiristas mais recentes, que em sua grande maioria são homossexuais assumidos ou pessoas envolvidas em algum grau com o ativismo Queer, como o Phil Jimenez, a feminazi Gail Simone ou o próprio Rucka.  E antes disso,dos anos 90 pra trás, até onde eu sei, nunca houve nenhuma sugestão antes  de que ela era qualquer coisa, que não fosse assertivamente hétero. Pois, depois que a Diana deixa a ilha, ela só tem relações com pessoas do sexo masculino, o que mostra seus “verdadeiros” desejos e, SE ela costumava colar o velcro durante o tempo em que viveu na ilha, com toda certeza não foi foi por escolha ou desejo, mas apenas por falta de opção porque era a unica maneira de ela estava satisfazer seus impulsos e desejos sexuais, assim como acontece com qualquer presidiário que enquanto tá pagando sua pena, tem que se virar com o companheiro de cela.  Quando ela, já no “Mundo do Patriarcado” tem a livre escolha de poder pegar quem  quiser, ela fica é com o Steve Trevor, o Superman e não com a gordinha da Etta Candy ou a Supergirl. Porra, ela até já saiu com o Batman, que além de viado, é eunuco!

 

A verdade é que o Batman sim, é que sempre foi um ícone gay por décadas – até o Grant Morrison já afirmou isso. Se ele assumisse a sua viadice seria muito mais aceito e indiferente pra todo mundo e não daria essa treta toda, hahahaha.  E não tenho nada contra definirem a Mulher Maravilha como uma personagem Pro-LGBTQ, pois, de certa forma, ela sempre foi, tanto quanto eu sei, principalmente por conta de sua concepção e constantes referências (mesmo que sutis) a lesbianismo em suas histórias originais. Mas, em questão de “cânone”, do que vimos até hoje, ela sempre foi escrita como sendo uma personagem 100% heterossexual, cis, opressora e piroca… naum, pera! kkkkkk

Tenho certeza absoluta que existem uma caralhada de fãs que queria que ela fosse pelo menos bissexual, e que muitos da comunidade LGBTQ queriam que ela oficialmente “representasse-nos”, o que tira mais ainda o crédito da visão de Rucka sobre a personagem, pois, pra mim, isso não passa de fã-service de  pra uma minoria chata e barulhenta, e que pior de tudo: não compra e nem lê revistas em quadrinhos, muito menos de super-heróis, sejam da Marvel ou da DC. Só porque teoricamente a Mulher Maravilha considera “ser gay” (ou LGBTQ, sei lá) normal, isso não significa que ela mesma seja lésbica ou bissexual. Vivendo em uma ilha cercada por casais de lésbicas não significa que ela seja obrigatoriamente lésbica ou bissexual. A total ausência de quaisquer interesses românticos do sexo feminino em toda sua historiografia, ou mesmo de referências veladas, fala muuuuuuuuuito mais sobre sua heterossexualidade,  do que qualquer insinuação dispersa de um escritor gayzista alienado a um site mequetrefe.

A forma como principalmente os sites de notícias ditos “neeeeerds” trataram desse assunto foi ridícula. Fazendo tanta festa e barulho por uma coisa tão a toa. Pra mim, isso tudo não passa de uma grande hipocrisia dessa putaiada, enaltecendo de forma exagerada uma hipotética homossexualidade de uma personagem ficcional na intenção de tentar passar a ideia de que “modernos”, “inclusivos” e “desconstruídos”.Porra, na boa… Quem de verdade se importa com quem ela compartilhou a cama e o que já fez entre quatro paredes? E digo mais: DUVIDO que um dia a DC vai mostrar de forma direta, sem rodeios a Mulher Maravilha se pegando com outra mulher, sexualmente falando. Acho que não é pra isso que a galera lê esses gibis, afinal, pra isso, tem fontes muito mais interessantes pra quem quiser bater uma punheta. Deve ser muito deprimente camarada bater punheta pra desenho de gibizinho. Apesar, que tem tanto retardado por aí, que sinceramente não duvido que vagabundo faça isso e deixe as páginas de suas revistas todas coladas.

Por fim, não tem nenhum fundamento e não se sustenta qualquer debate sobre se a Mulher Maravilha é sapata ou bissexual agora, pois, diferente do que muito site merda disse por aí, a DC Comics não confirmou nada, o que se tem é só a opinião do Greg Rucka, que é apenas o roteirista atual das histórias de sua revista e mais nada. Como proprietários dos direitos da personagem, é a DC Comics somente quem pode, naturalmente, fazer tal pronunciamento oficial e duvido muito que ela um dia o faça. E mesmo assim, caso eles deixem o puto do Rucka levar essa baboseira adiante, vai estar valendo apenas  até que: (a) o próximo escritor assuma o título e resolva desmanchar toda essa merda com um retcon porco qualquer; (b) se pegar mal com o público e prejudicar o bolso da DC para ela ser bi/lésbica, ainda mais com um filme a estrear ano que vem; ou (c) o próximo reboot daqui uns 3 anos, hahahaha. Enfim, em todas essas hipóteses,o melhor que a DC pode fazer é  criar algum novo herói genérico bi ou lésbica ou pegar algum já existente e elevar o seu perfil colocando-o em evidência, a fim de garantir sua cota de personagens afirmativos, garantindo a tão falada “representatividade” tão em moda hoje em dia e assim não se queimando tanto com   os abomináveis SJW, que ficarão (como sempre) inevitavelmente indignados.

14 comentários Adicione o seu

  1. Anônimo disse:

    hmm vc eh gay

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    1. Imperador disse:

      Otimo argumento, cusão do caralho… vc discorda do que eu disse a e a forma que vc refuta isso é me chamando do que por definição é o que vc veio defender em primeiro lugar, do que eu teoricamente estou atacando (no caso, os homossexuais), no intuito de me ofender… parabéns, champs

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      1. Anônimo disse:

        Kkkkk vc é foda imperador, sempre colocando o pau na mesa e mandando os SJW chuparem

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  2. Anônimo disse:

    perfeito, só acho q nda pra dizer q um personagem que apareceu em uma musica de forró não é popular

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    1. Imperador disse:

      Mas é o que eu disse… ela é popular, é um icone, mas… a maioria das pessoas só a conhece de ouvir falar, assim como o hulk, que é sinonimo de cara parrudo, marombado, mas pouquissimos conheciam algo mais do personagem até esses filmesm recentas da marvel. no máximo o conheciam daquela serie de tv dos anos 70 e olhe lá. a mulher maravilha é a mesma coisa: ta ai ha tanto tempo, mas nunca teve muito destaque, tirando tb a serie de tv antiga.

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  3. Antonio disse:

    Você é um doente, tenho pena de você.

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    1. Imperador disse:

      E vc é um animal. Tenho pena da sua burrice.

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  4. Hater Of Haters disse:

    Concordo com o artigo. Realmente, a Muié Maravilha é chata pra caralho. Iconicamente irretocável, criativamente nula. Ela só se torna interessante no seriado clássico (Linda Carter, musa dos punheteiros setentistas), ou quando é coadjuvante de luxo na Liga da Justiça.

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  5. Felipe disse:

    Você tem sérios problemas, vá procurar um professor de redação para ensinar a escrever alguma coisa que preste.
    Ah, e procure um psiquiatra também, você precisa se tratar.

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    1. Anônimo disse:

      Senta e chora, SJW de merda

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  6. Alienista disse:

    Sim, concordo que a Mulher Maravilha é chata. Até porque nunca teve um vilão que fosse bem trabalhado para ser o antagonista dela. Pra você ver o Super Homem tem o emblemático Lex Luthor, um homem que tem tudo que o dinheiro pode comprar e capaz de usar até de truques sujos para obter e se vê em algo que ele não pode obter: superpoderes. No caso do Batman temos o Coringa, um psicopata de uma mente tão brilhante quanto o homem morcego, até o Flash tem vilões interessantes se você analisar bem, apesar de não serem muito conhecidos, mas a Mulher Maravilha… Ela tem uma base maravilhosa pra se trabalhar (mitologia), mas tudo é feito tão nas coxas. Aí não há quem se anime em fazer algo decente. Ela ou algum vilão ser recriado por algum “Alan Moore” pra dar uma moral nela, tipo o que ele fez com o Coringa.

    Curtido por 1 pessoa

    1. Fernando Aoki disse:

      E o pior foi o véio tio Moore acabar escrevendo a melhor versão do que deveria ser o mito da mulher maravilha só que feito da maneira correta que foi Promethea.

      Pior ainda foi ele partir desse conceito simplório “será que dá para fazer uma Wonder Woman respeitando tanto a idéia original de seu criador de fazer um contraponto feminino ao Super-Homem”, de forma a não desagradar nem aos poucos fã-bois tarados, nem aos fãs do velho seriado, nem mesmo aos beneditos dos SJW que pregam coerência e representatividade!

      Bem, pitada, o velho aloprado conseguiu, e de quebra ainda criou vilões dignos (ah, esqueçam, o mais antológico deles parece uma versão metahumana do Cocôringa), foda-se, ele usou essa série para falar de imaginário, de revolução de costumes, de envelhecer, morrer, deus, do inferno de Dante, da antológica obsessão dele pelo autointitulado feiticeiro Aleister Crowley, fim do mundo segundo Marv Wolfmann e a equipe editorial da DC dos anos oitenta, sim, ele pôs o caralho dentro dessa série, minha história em quadrinhos favorita e dificilmente superável!!!

      Filho-da-PUTA!!!!!

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