SJW, Senta No Punho De Ferro E Roda

Já disse várias vezes aqui (e direi tantas outras forem preciso): SJW é uma raça tão desgraçada, que eles não são solidários nem no câncer – aliás, não existe parasita mais cancerígeno que o próprio SJW, eles são a escória da humanidade. Além de parasitas da vida alheia, são extremamente traiçoeiros também. Por outro lado, não deixa de ser engraçado que a mais recente vítima do ódio da malta justiceira que vamos comentar aqui, seja justamente uma das empresas mais queridas por esses animais, a Netflix. Sim, caro Contronauta, a Netflix, fofucha, linda, lacradora e que é só amor, agora é alvo do chorume dessa galerinha do mal. E, junto com ela, vem a editora de quadrinhos americanos que vem tendo a postura mais submissa e bovina aos desmandos dessa corja nos últimos anos: sim, claro que estou falando da nossa considerada Marvel Comics, que submeteu quase a totalidade de sua linha de revistas para atender os desmandos de uma minoria nefasta, o que vem ocasionando o abandono e desprezo por parte de seus verdadeiros fãs e colecionadores de longa data e por consequência, a devida retomada da Distinta Concorrência na preferência (e do bolso) dos leitores americanos e o resultado disso são 3 meses de fubecadas homéricas no rabo que a Marvel vem tomando nas vendas. Mas, enfim, o que aconteceu desta vez pra fazer essa turminha tãããão legal, tããããão gente boa à morder a mão de duas das produtoras de conteúdo mais subalternas à sua nobre causa? Vai vendo…

O atual objeto de ódio que mobilizou o exército de idiotas úteis à boquejar estridentemente na internet (até eles arrumarem outra merda pra estressar) é a futura série do Punho de Ferro (Iron Fist) da Marvel/Netflix, prevista para estrear no primeiro semestre de 2017. A discussão (idiota e sem sentido) sobre Iron Fist  começou muito antes de a série sequer começar a ser produzida. Desde o anúncio de que uma das quatro séries iniciais da parceria entre a “(antiga) casa das ideias” e a Netflix seria focada no personagem Punho de Ferro (o artista marcial  Danny Rand, um americano loiro, de olhos azuis, rico, hetero, “Cis”, piroco e opressor), em 2014, que a putada logo começou a fazer barulho e estrilar  para que  um ator  asiático ficasse com o papel principal, o que acabou não acontecendo, já que o escolhido foi esse carinha aí das imagens acima, o Finn Jones (podia ser pior, vai que eles chamam mesmo o Ray Park, hahhahhaha). Mesmo sabendo (ou não) que o personagem é branco nos quadrinhos, alguns militantes “fãs” queriam que ele fosse reescrito como asiático, para assim,  “evitar o subtexto racista e estereotipado de sua história de origem”.

De novo, ad eternum, ad nauseum, isso não passa de mais merda que só poderia ter saído dessa cambada de merdinhas filhos da puta mimados, com a sua desculpa mais que manjada de “mimimi, quero representatividade, bububu”, se metendo a dar pitaco pra mexer em personagens que nada entendem e sequer tem o mínimo conhecimento sobre. Vamos ser bem claros e didáticos aqui: Danny Rand, o Punho de Ferro é um personagem BRANCO. B-R-A-N-C-O, PORRA! Sempre foi. Ele tá por aí há mais de 40 anos na periferia dos quadrinhos da Marvel e ninguém nunca encheu o saco por isso, ninguém além de seus 5 fãs no mundo todo nunca deu um cagalhão que seja por esse personagem. Mas, claro, com uma série de alta produção pelo canal de streaming mais popular do mundo e uma potencial ligação com franquias cinematográficas bilionárias, a coisa muda de figura… Daí, se torna uma causa “justa” para lutar, cambada de hipócritas desgraçados pseudo-moralistas…

A natureza do personagem  sempre foi de ser um “peixe fora d’água”,  um playboyzinho ocidental, que, por conta do destino se vê  imerso na cultura – no caso, asiática – totalmente diferente de tudo o que conhecia até então, e daí, a sua jornada para passar pelos desafios dessa nova vida. Ou seja, tudo muito simples, não tem o que errar. Na verdade, essa premissa é justamente o principal apelo do personagem. Iron Fist e Luke Cage são símbolos da era do explotation, eles foram pensados para serem exatamente da forma que são, produtos dos anos 70. De todos os personagens urbanos, Luke Cage e Punho de Ferro são os dois  personagens que a Marvel menos deveria pensar em mudar, sob o risco de torná-los irreconhecíveis. Uma modificação desse tipo, que os esquerdopatas estão querendo mudaria completamente a essência do personagem (principalmente para atender um viés politicamente correto), é  fazer um total desserviço ao personagem, tirando suas características mais básicas e assim, tirando toda a graça da história, entendeu, filho da puta?

Tal como acontece com muitos dos “problemas sociais” de hoje em dia e que vemos em profusão por toda a internet, muitas vezes, eles vêm de uma perspectiva muito limitada e rasteira. Típico de SJW estrilar e bater o pezinho para mudar a etnia do personagem  na TV, por puro despeito. Nos quadrinhos, ele sempre foi branco, mas, né, quadrinhos, gibizinho …whatever, fuck off! Mas, então, já que o problema é ele ser um lutador de artes marciais caucasiano, por que não fazer dele um negro, ou muçulmano (esse povo tão adorável…) ou gay ou então, um travesti? Só porque ele sabe artes marciais, tem que ser oriental? Mas, aí não é cair no estereótipo do “todo chinês sabe lutar kung fu”? Pra mim, ISSO é ser racista, caralho! Seguindo essa linha de pensamento simplório (dessa hashtag ridícula #WhiteWashedOut), é ser mais tacanho e arrogante do que o que vocês estão protestando contra, bando de animais. Pois, em nada ajuda a melhorar a situação e muito menos a mudar a consciência de ninguém uma babaquice dessas, muito pelo contrário…

Simplificando: forçar a mudança de etnia de personagens de identidade visual plenamente estabelecida no imaginário popular,  com a finalidade de “discriminação positiva”, ainda assim é discriminação pura e simples. E de uma vez por todas, entenda – FILHO DA PUTA MORALISTA DO CARALHO – o correto é sempre – SEMPRE – manter as características com as quais o personagem foi criado, a menos que tenham uma razão muito, muito, mas muuuuuuuuuuuuuito forte para que se mude seja qual característica for: raça, cor, etnia, gênero, sexualidade, etc.. Exemplo: legal, vamos mostrar que somos inclusivos e mudar a Mary Jane de ruiva para negra no novo filme do Homem-Aranha, afinal, estamos em 2016 e a moda agora é a diversidade pela diversidade apenas e não precisa de motivo para mais nada. Ok, pode ser que façam do melhor jeito possível, respeitando o máximo possível das características da personagem e que nada mais seja alterado, fora a etnia/raça da atriz em questão,  que fique bem representada e tal e acabe agradando a galera em geral, pode acontecer…

Mas, qualquer pessoa que venha a curtir  essa versão paraguaia da personagem no cinema e quiser ver mais dela na fonte original, ou seja, nos Comics, vai encontrar cinquenta anos ou mais de  uma personagem de aparência totalmente diferente do que eles viram no filme em cada caralha de revista que eles  pegarem em suas mãozinhas fétidas, o que não vai servir exatamente  para entusiasmar boa parte desse público ou passar uma mensagem convincente de que eles, de alguma forma estejam devidamente representados. E também é um insulto ao extremo  pensar que  uma decisão criativa  tão preguiçosa é agora de alguma forma vista como sendo ousada e positiva). Por outro lado, a opção de usar nos cinemas a versão Ultimate do Nick Fury fez todo o sentido, dado que a maioria dos conceitos da origem dos Vingadores nos cinemas arremete muito mais à da versão Ultimate, dos Supremos, que a da equipe tradicional do Universo 616, além, é claro de que, nesse caso, ajuda mais ainda a justificar tal escolha por conta de 15 anos de publicação da linha Ultimate Marvel em que o personagem já foi concebido com a fisionomia do ator que o representou nos cinemas, no caso, o Samuel L. Jackson, A.K.A. Mothafocka.

Porra, quem foi o retardado que tatuou isso?

Para ferrar mais ainda, já faz um bom tempo que  toda Hollywood, e principalmente a Marvel/Disney, têm tido sérios problemas com repetidas acusações de  racismo por parte desses abomináveis ativistas de assuntos aleatórios, que não sabem fazer porra nenhuma da vida a não ser reclamar de tudo. Mas, pra mim, criadores, atores, produtores e outros que fazem campanha para que atores negros peguem papéis de brancos são infinitamente piores, porque eles sugerem – afirmam, até – que um personagem negro de origem não pode se sustentar por si só em uma produção cinematográfica destinada ao grande público (porque, se quisessem, teriam vários personagens “de cor” que eles poderiam adaptar para as telonas). Mais foda são os atores que se submetem a isso, por pura ganância, pelo dinheiro, se sujeitando às críticas sintomáticas que sempre vão acontecer nesses casos em que se tenta usar da legitimidade e do legado de um personagem branco e sua bagagem histórica e cultural para atingir o estrelato e atenção do público. É muita mediocridade e falta de vergonha na cara.

É o exemplo mais crasso de bunda-molismo e falta de tônus por parte dos produtores e estúdios, já que botar grana no mais seguro não indica outra coisa senão que esses caras com o cu cheio de dinheiro não querem assumir risco algum, por isso, não investem em adaptações de revistas de elenco majoritariamente negro, salvo casos pontuais que estão acontecendo agora e cujo resultado, ainda estamos um pouco longe de presenciar. Tipo, a escalação do Michael B. Jordan como Tocha Humana (que nos quadrinhos é loiro) no fracassado filme do Quarteto Fantástico, foi uma ideia de merda. Se a intenção era de fato garantir uma representação positiva de um personagem negro, que mudassem os quatro protagonistas para negros, pardos, que seja. Ou, pelo menos, que ele fosse o  Reed Richards,  que além de ser o líder da equipe, é o cara mais inteligente da porra toda. Mas, não… escolheram pra cumprir a cota logo o personagem cujo poder é atear fogo no próprio corpo, parecendo um palito de fósforo queimado quando se transforma. É  assim que esses caras querem ser inclusivos? Na verdade,  o jeito mais boçal de banalizar o problema e criar ressentimento em grande parte do público (a maioria, que não concorda com essa ideia de merda) é o de impor atores de “minorias” em papéis não étnicos com o único intuito de falar da diversidade e agradar um nicho insignificante de mimizentos  RACISTAS – sim, é o que eles são. Além de deturpar a etnia dos personagens apenas para posar de bons moços e promotores da inclusão e do politicamente correto, ainda são covardes e hipócritas vendendo um discursinho barato de que isso é um “avanço representativo em uma sociedade pós-racial “, que é a mesma ladainha que os pilantras que advogam essa agenda inescrupulosa e canhestra se apoiam sustentados por toda papagaiada politicamente correta que poucos ousam contestar para não serem tachados de fascistas, racistas, nazistas, etc…

Enfim, é absolutamente ridículo esses estúdios darem ouvidos a um pequeno grupo que ficou chateado que um personagem branco de quadrinhos  esteja sendo interpretado por um ator branco. Mais absurdo ainda é a Marvel se resignar a dar 1001 desculpas a fim de explicar as razões de terem escolhido o tal ator para o papel cujo personagem a eles pertence. E, na boa… não vejo  razão nenhuma pela qual a Marvel ou a Netflix  escolheriam qualquer outro, se não o próprio Danny Rand como o Punho de Ferro para essa série, não tem cabimento criar um personagem totalmente novo, “all new, all different, totally shit” só por razões de cunho afirmativas. Se esses vagabundos fazem tanta questão de uma série da Marvel com um personagem asiático, que façam uma porra de abaixo-assinado no Avaaz para uma série do Shang Chi, o Mestre do Kung Fu,em vez de alterar o existente Punho de Ferro. Mas, aposto que 99% desses merdas sequer sabem quem caralhos é Shang Chi, pra começo de conversa…

Tenho certeza de que eles não sabem, assim como tenho certeza que eles não vão fazer nenhum esforço para algo positivo, porque eles não se importam, estão pouco se lixando, essa gente não curte quadrinhos, afinal. De verdade, fico muito puto de ter de conviver com essa geração de frescos de merda, essa cambada de viadinhos reclamões filhos da puta.  Como dizia o falecido Alborghetti, “todo dia tem uma merda”… e a de hoje, é essa: justiceiros sociais  dando esculacho na Marvel por  (coisa rara hoje em dia) fazer algo de certo e se utilizar do  material base de origem para adaptar um personagem de segunda linha na TV. Isso é nojento.  Nunca é suficiente para esses pulhas. Eles sempre dão um jeito para fazer  caber sua ideologia doentia de “todo branco é um racista” em tudo o que se metem.

Não faz o menor sentido investir uma grana violenta para produzir uma série como um artista marcial não-branco, com uma origem, background e bagagem totalmente diferentes, apenas para justificar sua nova etnia. Mas, enfim, quer fazer essa porra, faz, mas… aí já não terá mais um cagalhão a ver com Danny Rand, muito menos, com Punho de Ferro. Se for pra ser assim, não é mais fácil criar um personagem totalmente novo e se esmerar em fazer boas histórias para esse novo programa? Só sendo muito filho da puta mal intencionado pra aceitar que o melhor a ser feito é mudar ABSOLUTAMENTE TUDO o que representa sobre um personagem e faz dele AQUELE personagem, apenas para poder usar seu nome, que não passa de uma marca,no final das contas – e ainda assim, uma marca que pode ter uma recepção completamente morna, pois, estamos falando do PUNHO de Ferro e não do HOMEM de Ferro (que, aliás, também foi um Zé-Ninguém por muitos e muitos anos). Sério… não se trata de um personagem popular, com uma enorme legião de fãs… Mesmo se fizessem o que estão exigindo, mudar de americano pra chinês, por motivo tão fútil (só porque ele luta kung fu), em questão de repercussão positiva, a resposta seria mínima.

 

SJWs não tem interesse  em criar ou construir porra nenhuma, essa que é a verdade. Eles conseguem com muito menos esforço atingir seus objetivos, que é o de simplesmente chamar a atenção do público dando pití e exigindo mudanças cretinas, que destroem a integridade das propriedades devidamente estabelecidas, sejam personagens, HQ´s, filmes, jogos, etc… Com o poder de cagar na cabeça de quem quiser com a prerrogativa injusitficada de estarem do lado do “bem”, pra que se esforçar em ao menos tentar produzir algo de bom, né?  Pro justiceiro social, revisionismo histórico é sempre um meio que justifica seus fins e foda-se quem pensa o contrário, esses, são fascistas e merecem ser calados e morrer. Mas é bom saber que muita gente pensa como eu, sejam fãs ou mesmo autores, que são contra essa ideologia nojenta de “diversificar” mudando características básicas, visuais ou mesmo a identidade de personagens existentes. Especialmente na Marvel, que hoje é o antro  onde essa corja encontra respaldo, e ainda assim, conseguindo desagradar parte desses lixos, pois, como disse, esses vermes nunca estão contentes. Mas, enquanto a maioria dos SocJus estão adorando e achando lindo essa sucessão de cagadas editoriais que a antiga Casa das ideias vem cometendo uma atrás da outra, há uma grande parcela do seu verdadeiro público que está abandonando essa barca arrombada. E eles estão certíssimos. E mais: ser contra essa ditadura afirmativa do politicamente correto tem nada de racista. Quando a coisa é feita com os propósitos certos e sem forçação, todo mundo acha legal, como foi com o Miles Morales ou mesmo a chatinha da Miss Marvel/Kamala Khan.

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PQP… eu até gosto dos desenhos do Humberto Ramos, mas, isso aqui tá foda

Pra mim, não tem meio termo: Arte é Arte e cada um deve ter toda a liberdade de se expressar da forma que desejar, sem interferências, muito menos, mandates externos. Claro que na prática, isso dificilmente vai acontecer, mas, devemos fazer o possível para que seja dessa forma e não o contrário. Querer pautar e castrar criativamente toda e qualquer iniciativa particular em nome do Politicamente Correto é um tremendo mau caratismo, independente do momento em que vivemos, essa era nefasta “progressista” e pós-moderna.  Por que fazer essas merdas com os quadrinhos ou o cinema? Deixem as criações e propriedades dos outros em paz, caralho!  É tão simples… fazer essas mudanças toscas nas coxas é tão estúpido e sem propósito e goste você ou não, esquerdinha, essas mudanças superficiais – como, tipo, dizer que o Homem de Gelo é gay ou mesmo mudar a etnia do Danny Rand na TV – é muito mais ofensivo, preconceituoso, racista, homofóbico, whatever… do que qualquer coisa à que você se opõe. É  a saída mais fácil, burra e indolente, a inclusão pela inclusão, apenas para satisfazer o ego do idiota útil, que é o que vem acontecendo muito ultimamente, tá saindo do controle a loucura dessa corja.  Como leitor de longa data dessas porras todas, isso vem me incomodando bastante de uns tempos pra cá. Sinceramente, espero que as coisas melhorem logo, porque, tá foda…

 

2 comentários

  1. Eu lia muito na década de 70 o punho de ferro e o shang shi. Tenho 45 anos e até hoje eu lembro do confronto dele com o gato. Concordo com todas as palavras de seu artigo amigo. Essa merda de esquerda não cria nada e quer que mudem as coisas pra satisfazer o ego deles. Já fui rapper e independente do ramo, sei o trabalho que é criar algo do nada. Eles não sabem o que é isso, por isso criticam. Tirar a essência dos personagens que imaginamos iria destruir tudo. Embora também imagino que a Marvel esteja sobre ataque massivo desses pulhas.

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