Quem Rir Vai Pro Inferno: A História De Pippa Bacca, A SJW Mais Burra Do Mundo – E Prêmio Darwin 2008

Essa é uma historinha um pouco antiga (pros padrões de hoje, em que o que é notícia hoje, se torna completamente esquecido amanhã), já que aconteceu há 8 anos atrás e na epoca, pouco foi falado sobre. Mas, nos ultimos dias, este caso emblemático de seleção natural voltou a ser comentado na internet, graças à memes postados por páginas anti-esquerda (como esse, da imagem acima), que – com o perdão do trocadilho – ressuscitaram o assunto, visto que se trata de  temas tão pertinentes aos dias atuais, como ativismo, feminismo, imigração, islamismo, violência contra mulheres, justiceiros sociais, etc. <Só coisa boa, da melhor qualidade <ironia>

A nossa considerada em questão atendia pelo nome de Giuseppina Pasqualino di Marineo, A.K.A. “Pippa Bacca”, uma atriz italiana, feminista e militante de movimentos sociais de esquerda (redundância), morta em 2008, vítima de estupro seguido por estrangulamento ao partir da Itália rumo ao Oriente Médio com o propósito de “promover a paz”, ao provar ao mundo que  haviam mais pessoas positivas do que negativas entre aqueles que são devidamente considerados a escória do mundo e devotos cegos da religião do amor mais sanguinária que existe nos dias atuais, o Islã – isso, mesmo diante de todas as provas possíveis e existentes do absoluto contrário. Nem precisa dizer que ela se fodeu encontrou aquilo que estava procurando, pois Pippa Bacca mal saiu da Europa (a cidade onde foi assassinada fica na Turquia). Rodou pouquíssimo em seu projeto delirante e logo foi morta.

Mas, vamos voltar ao começo dessa história macabra, pra você, caro Contronauta que não acompanhou o caso na época (foi muito pouco divulgado por aqui. Se fosse agora, seria menos ainda) e discorrer sobre como e porque uma pessoa  consegue ser tão estúpida a ponto de jogar sua vida fora por conta de uma ideologia fútil, rasteira e vazia: tudo começou quando duas “artistas” italianas – Pippa e uma amiga – tiveram a brilhante ideia de criar um projeto imbecil de viajar da Itália até o  Oriente Médio para “espalhar uma mensagem de paz e amor entre as pessoas de diferentes nações”. Para tal, as duas antas vestiram-se de noivas e foram pedindo carona a estranhos ao longo do percurso.

A brincadeira idiota durou pouco, pois,  após  apenas três semanas de viagem, o corpo de  Pippa Bacca, de 33 anos, foi encontrado despido perto de uma aldeia turca. A Sr.ª Bacca  foi estuprada, torturada e morta por um caminhoneiro turco que  lhe ofereceu carona na estrada. Que fique bem claro, que por mais estupidez que seja se expor a um risco de morte por motivo tão fútil e desnecessário, nada justifica o que esse desgraçado fez – estupro é um dos crimes mais abjetos, abomináveis e repulsivos que um ser humano pode cometer à outro, e sem dúvida, essa é uma das formas mais horríveis de se morrer e nem ferrando que esse animal merece algum perdão pelo o que fez, independente da burrice da vítima.“Ela julgou que haviam mais pessoas positivas do que negativas neste mundo e que confiar nelas era o  certo”, disse Rosalia Pasqualina, a irmã de Pippa. “A confiança é um fator humano muito importante e ela acreditava que, para percebermos as pessoas, temos de fazer por conhecê-las.” Sim, claro…sua retardada.  Nada atenua ou justifica a merda que aconteceu, mas, não deixa de ser sintomático: quando se junta ideologia barata com romantismo infantil e duas capivaras com cérebro de minhoca, é isso o que acontece, caralho. E não tem nada de amor envolvido nisso.

Sabe o que é mais foda nisso tudo, arguto Contronauta?  É que a forma de “pensar” da dona Pippa é a mesma de muitas pessoas “esclarecidas” e metidas a intelectuais, principalmente da corja comumente chamada de “Esquerda Caviar” brasileira, que condenam o “populismo”e o “discurso de ódio” de tipos como Trump e Bolsonaro, mas são tão ignorantes da realidade que os cercam, que acabam como a Sr.ª Bacca, com seu “altruísmo” doentio, e que só aprendem a lição depois de morta. Pois, toda a esquerda brasileira e do resto do mundo apoia o Islã, basta ver a zona que os governos socialistas fizeram na Europa, permitindo a invasão dessa corja violenta e primitiva, que onde chega, tem como principal objetivo destruir e soterrar a cultura local.

É como alguém disse uma vez na net: “existem apenas duas  maneiras  de encarar os refugiados:  todos são boas pessoas ou  todos são más  pessoas; agora, decida qual das opções é a que protege mais a si, a sua família e o seus país.” e está corretíssimo. O grande problema é que esse tipo de gente, na sua irresponsabilidade romântica, nem sempre morre sozinha como foi o caso dessa besta da Pippa. Às vezes, as pessoas que não partilham estes “ideais” suicidas acabam se fodendo por tabela por conta das más companhias. Aliás, a Sr.ª Bacca está longe de ser um caso isolado, não precisa ir muito longe pra encontrar gente tão ou mais retardada.

Aliás, vale explicar – para quem não sabe –  a diferença entre “populismo” e “elitismo”: O “populismo” é a reação natural do povo às desgraças que acontecem e que as elites se recusam a reconhecer por viverem numa redoma politicamente correta, onde “somos todos iguais mas uns mais iguais que os outros. Já o “elitismo” é tudo aquilo que essas mesmas elites, por viverem resguardas do mundo real, nos querem fazer engolir  como sendo verdade. Mas, que, conforme se pode ler no último parágrafo, está mais perto do delírio e da insanidade do que da realidade. Porque a realidade é outra, ela é dura, rígida, pulsante e cruel, como a Sr.ª Bacca acabou por descobrir da pior maneira.

 

Esse pessoal, que se orgulha em se chamar de “pós-moderno”e “progressista” está sempre nos mostrando que a seleção natural nunca falha, esses dementes que realmente acreditam nas merdas que pregam – existem muito mais “Pippas” e  “Pippos” prontos a serem levados pelo mesmo caminho. As vezes não basta apenas  agir como  um “idiota útil”, bostejando e lacrando no Twitter e no Facebook, é preciso provar que de fato o somos com a própria vida. Enfim, fica aqui o desafio para todos os  SJW´s idiotas úteis que partilham dos ideais da falecida Pippa: Coloquem sua teoria de que “o Islã é amor”e que o comunismo é “lindo:vão pra Cuba, pra Coreia do Norte, Síria, qualquer inferno desses e  mostrem como é bom viver nesses paraísos  na prática. Cumpram com ações aquilo que defendem com palavras. Imigrem para países comunistas ou para países islâmicos. O mundo livre agradece.

 

 

PS: Porém, não cometamos o  erro crasso de pensar que todo esquerdista elitizado é apenas idealista, ingênuo e bem-intencionado ou idiota como a Pippa era. Nada disso, muito antes pelo contrário: independente da ideologia e das “boas intenções”, todos aqueles que damos poder para tomar as decisões políticas por todos nós sabem perfeitamente os custos e os danos que elas implicam para o cidadão comum, ou seja, eu e você. É por isso que não podemos passar a mão na cabeça desses merdas, tampouco tentar de alguma forma justificar seus atos ou adotar um “bandido político de estimação”, pois, nenhum deles presta, são todos uns desgraçados filhos da puta e a unica coisa que sabem fazer é foder com a gente, simples assim.

Autor: Imperador

Um cara revoltado.

6 comentários em “Quem Rir Vai Pro Inferno: A História De Pippa Bacca, A SJW Mais Burra Do Mundo – E Prêmio Darwin 2008”

  1. Ela é a versão pró-Islá do “Homem-Urso”, que quis defender animais carnívoros que nem de longe estavam em perigo de extinção e acabou devorado (junto com a namorada) por um Zé Colméia do mal.
    O pior é que no fim acabo com pena desses filhos da puta de merda. Não deveria.

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  2. Uma pena mesmo, apesar da burrice clara da mulher. Me perguntaram aqui:*se fosse um homem, teria acontecido isso?*
    Eu so sei responder que qualquer coisa ruim pode acontecer a qualquer pessoa quando ela escolhe acreditar em alguém.

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  3. Sim Pippa Bacca errou. O autor desse texto com seu dogmatismo e preconceito é uma personagem parecido com ela na sua incapacidade de perceber nuances nas coisas, com o sinal trocado.

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  4. Sim Pippa Bacca errou. O autor desse texto com seu dogmatismo, preconceito e rótulos prontos é um personagem parecido com ela na sua incapacidade de perceber nuances e riscos nas coisas, é a Pippa com o sinal trocado.

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