Escritora Feminista Promove Higienização Cronológica Na Marvel Novos 52

Quarta feira passada saiu a ultima edição do gibi da Harpia (PQP…), lançada no começo deste ano, na onda adesista da participação da personagem na medíocre série de TV, Marvel: Agents Of Shield. A revista, mais uma entre tantas porcarias lançadas na mais recente linha da Casa das Ideias de Merda, o “All-New, All-Shit Marvel” ou simplesmente, “Marvel Novos 52”, como prefiro chamar , supostamente deveria ser uma série mensal, mas, malemá chegou tropegamente apenas até a edição 8, o que já são pelo menos 3 edições a mais do que eu esperava que fosse durar – e 8 a mais do que deveria. Escrito por Chelsea Cain, Mockingbird não passava de mais um título oportunista, querendo pegar carona na “popularidade” de uma personagem que foi adaptada de forma meia boca na série de TV e que teve lá alguma visibilidade, e não por demanda por parte dos leitores, nem mesmo de seus 8 fãs espalhados pelo mundo. Para tentar dar uma força nessa bomba, chamaram uma escritora relativamente famosa – mas, sem nenhuma experiência anterior com HQ´s – para a ingrata tarefa de fazer um gibi da Harpia que despertasse algum interesse no nerd gordo e tetudo americano ou no tal novo público alvo que há tempos estão tentando acertar, ou seja, os SJW´s (mais conhecidos como “idiotas da internet”), mas, nem precisa dizer que falharam miseravelmente em ambas as tentativas. Tsc, tsc, essa Marvel Novos 52 não aprende mesmo…

É  obvio que essa merda de revista sem nenhum motivo pra existir seria um fracasso retumbante, mesmo com uma proposta pretensiosa e com uma pegada toda indie tentando emular sucessos recentes da editora como Hawkeye do Matt Fraction e David Aja e Daredevil do roteirista mais superestimado de todos os tempos, o Mark Waid. Apesar de ter se dado mal em sua primeira (e espero que última) experiência como roteirista de quadrinhos, Chelsea caiu atirando e  aproveitou  a oportunidade de dar uma bela cagadinha na ultima edição de mais esse fiasco da “All-New, All-Shit Marvel”,  para deixar sua marca ao mandar um retcon bem sem vergonha, já que era sua saideira no título. O que aconteceu foi o seguinte:

Há muuuuuuuuuuuuuito tempo atrás, na antiga revista dos vingadores da Costa Oeste foi reintroduzido no Universo Marvel um personagem bem antigo, Carter Slade, o Cavaleiro Fantasma (Phantom Rider). Esse camarada foi deslocado no tempo, passando a fazer parte do núcleo dos Vingadores C.O. e acabou se apaixonando pela nossa considerada Harpia, AKA Bobbi Morse que o esnobou sem dó. Ao contrário de qualquer pessoa sensata, que ao tomar uma bota, criaria um cadastro no Tinder e sairia passando o rodo, esse sujeito tão gente fina e íntegro fez o quê? O filho da puta desgraçado  sequestrou sua musa  e fez uma lavagem cerebral com uma macumba poção do amor  mística, fazendo assim com que a coitada se apaixonasse perdidamente por ele, se tornando sua noiva sem ter nenhuma noção de que estava sendo manipulada. E como isso foi nos anos 80 e as coisas eram beeeeeem mais soltas que são hoje, claro que nessa história rolou sexo – ou ao menos isso ficou bem subentendido. Além de uma tremenda covardia, tecnicamente é estupro, já que a personagem fez coisas sem estar ciente de si. Isso não se discute.Ao contrário de grande parte dos coletivos feministas e afins, aqui, a gente não relativiza as coisas.

E nem a dona Morse, muito antes pelo contrário: a vingança veio à cavalo (hahaha) pro nosso amigo violador filho da puta. No confronto final entre Harpia e o fantasma, depois de uma luta digamos assim, dramática, ela o deixa cair para a morte. Quer dizer… mais ou menos, já que ele era um fantasma, ele não morreu… Mas, ainda assim, ela tinha (com toda razão) intenção de matar.E, sim, ela mentiu para seu marido, o Gavião sobre isso tudo.  Até que, algum tempo depois, a merda voltou à tona e isso colocou o casal em um atrito que resultou diretamente em seu divórcio. Bem, vida que segue e essa groselhada toda foi devidamente esquecida nos anais da cronologia marvete, até que… Nossa amiga visionária, dona Chelsea Cain resolveu remexer  toda essa porcaria que acabei de desperdiçar dois parágrafos deste artigo contando pra vocês ao trazer de volta o famigerado Cavaleiro Fantasma de volta à revista “All-Shit…” da Harpia.

Primeiro, com um flashback passando na epoca pós revelaçao da “morte” do Cavaleiro Fantasma, com o casal em crise numa sessão de aconselhamento matrimonial, que, diga-se de passagem, é muito mais civilizado do que vimos no original em West Coast Avengers. E então, um flashforward de um porteiro possuido pelo espírito do cowboy tarado chegando junto da Bobbi no meio de uma muvuca. E ao contrário das expectativas, ela não parece tão incomodada quanto deveria, ao perceber estar sendo enrabada por um nerd incorporando o espírito zombeteiro do verme que a violentou. Pior: ela se referiu ao Cavaleiro como sendo seu “ex”. Isso mesmo, caro Contronauta, ela deixou a entender que tiveram um relacionamento de fato no passado.E é ai que  temos uma nova versão do que aconteceu. Tudo o que rolou, de acordo com esse retcon  foi consensual, esqueça essas porras de pé na bunda e  poção do amor. Assim, toda a versão anterior de eventos foi reescrita, e a Harpia nunca foi estuprada.

E foi isso. Mais um retconzinho maroto M A L A N D R A M E N T E cometido no capricho pra fechar com chave de bosta um gibi de merda. Porque, convenhamos: certamente a dona Chelsea não tem nenhuma familiaridade com o meio dos quadrinhos, e duvido que sequer tenha lido qualquer revista anterior com a personagem que se meteu a escrever. E sendo uma notória ativista do libfem, ela não iria perder essa oportunidade de colocar em sua história a velha ladainha do “empoderamento feminino”, mesmo que isso mande pro caralho 30 anos ou mais de cronologia. E, verdade seja dita:  isso (o retcon) não foi nada de mais. Não é a primeira vez que isso aconteceu e com personagens muito mais importantes. Isso ocorre na Marvel semana sim, semana também. A editora que não tem reboot, mas retconiza seus personagens o tempo todo. Basta dizer que na mesma semana saiu a edição 01 de Dead No More: The Clone Conspiracy, que alterou um detalhe crucial de uma das histórias mais clássicas do Homem-Aranha e a fanboyzada estrilou muito mais que neste caso que estamos comentando da Harpia – o que é bem natural, se compararmos a importância dos dois personagens, em que há um abiiiiiiiiiiiiiiismo de diferênça entre um e outro.

O problema neste caso é outro, além do fato de um gibi da Harpia ter durado 8 edições, mesmo com ninguém comprando, hahahahaha. Tampouco foi o fato de Harpia ter deixado um cowboy fantasma e maníaco cair para a morte, mas, sim, as consequencias disso, dentro e fora do universo dos quadrinhos. O que Chelsea fez, na sua tentativa de mais uma vez impor uma agenda política feminista nos quadrinhos de super heróis, pegando uma história antiga e controversa de uma personagem do segundo escalão da Marvel e mudando toda a perspectiva da mesma a fim de promover o tal do “empoderamento feminino” ao apagar do passado da Harpia que ela foi sim, vítima de um abuso sexual no passado. Além de validar o arumento burro de que ao negar um fato, ele deixa de existir, isso é um desserviço a fé cristã, hahahaha total à personagem simplesmente por remover, ou melhor, higienizar de sua historia um episódio tão marcante e que já tinha sido há muito superado. Com a intenção de proteger a “pureza” e a reputação de uma personagem ficcional, Chelsea  acabou por tirar algum mínimo traço de profundidade que esta tinha, com sua esterilização narrativa. E é isso o que se tornaram as histórias que a Marvel vem lançando ultimamente: sem vida, sem profundidade, sem tesão. Exatamente o que acontecia na concorrente, de 2011 até pouco tempo atrás.Mais do que um mero retcon a fim de re-“consertar” uma situação ocorrida anos atrás, é um retrocesso criativo.

Essas besteiras já vem acontecendo há um bom tempo na Marvel, desde a imposição idiota do Joe Quesada proibindo que aparecessem personagens fumando em todas as suas revistas, porque seu pai morreu de câncer no pulmão e ele não queria que “suas” revistas fizessem apologia a esse vício, o que é uma puta idiotice, que nem vou entrar no mérito de questionar. Enfim, a coisa só foi piorando desde que a Disney comprou a Marvel em 2009. O Rato vem matando a Casa das Ideias aos poucos, até chegar ao estado terminal de hoje, em que 80% do que sai por eles ou é cartilha de agenda esquerdista ou histórias infantis pra retardados de 10 anos. A recém cancelada revista da Harpia pode se enquadrar nas duas categorias.

A primeira cagada da Marvel foi o de anunciar esse lixo natimorto como uma revista mensal, o que nunca foi, de fato. Na verdade, iniciou-se assim, como uma série contínua, até que as vendas despencaram. É comum no mercado americano as revistas atingirem grandes  vendas na edição  1 e depois, na edição seguinte esse número cair drasticamente, pois, praticamente toda semana tem lançamentos de várias editoras e são pouquissimas pessoas que insistem comprando regularmente esses títulos menores. O que eles deveriam ter feito desde o começo é ter anunciado isso como uma mini série pra não ficar tão feio, considerando que eles tem um bom conhecimento de mercado e já podiam estipular que essa revista não conseguiria se sustentar como uma mensal duradoura. Uma desculpa que eles deram, é que as pessoas  não se intererssam por mini-séries fechadas, mas, aparentemente, muitas pessoas estão se lixando pra gibis “alternativos” como esses também. Mas, eu vejo as coisas deste modo: quantas pessoas comprariam uma mini-série em 8 partes da Harpia? Possivelmente, o mesmo número de pessoas que compraram o run inteiro… Por isso, era melhor ter concebido a revista como uma série limitada a fim de evitar mais um cancelamento dentre tantos da linha, o que denota fracasso criativo, editorial e de vendas.

Voltando ao ponto da polêmica sobre a história: Com a normativa “no More Estupro”, a Harpia, que já é uma personagem fraca e sem sal, passou a ser mais nula ainda. De uma sobrevivente a um incidente traumático, ela passou a uma menininha mimada e vingativa mais rápido que você consiga dizer “a marvel está uma merda”.  Para a proteção dos floquinhos de neve especiais que podem se chocar ao ler uma história que pode fazer alguma alusão à palavra que começa com a letra ‘E’, esse fato foi magicamente apagado e nem precisou de fazer um pacto com o demônio pra isso. Aliás, nos tempos atuais (“as coisas mudaram. Estamos em 2016, migo”), insinuar que uma personagem feminina teria alguma relação escusa com o Capiroto é misoginia. Não tem lugar no mundinho de merda politicamente correto e bunda mole que esses ditadorezinhos juvenis e de fala fina querem nos impor goela abaixo.

Sinceramente, não li as histórias originais dos Vingadores da Costa Oeste em que aconteceu esse lance da Harpia e do Cavaleiro Fantasma, já que muito pouco material da tal revista saiu aqui no Brasil. Mas, lembro vagamente de algumas menções em histórias posteriores e por aí, só posso afirmar que com base no que pesquisei sobre, que foi de onde tirei o resumo dos parágrafos acima, o que tenha acontecido entre os dois, foi com ela dopada, logo, não foi consentido. Ninguém aqui tá apoiando ou fazendo apologia a nenhum tipo de abuso sexual, mas, infelizmente essas coisas acontecem. Por que não podem ser mencionadas numa caralha de uma HQ?  Não é assim que funciona, se você nunca mencionar estupro, que o ato simplesmente vai deixar de existir, porra!

Essa história lembra muito outra polêmica, de mais ou menos a mesma época, que inclusive foi citada  em um lamentável vídeo do Omelete de uns meses atrás. Resumindo rapidamente: Carol Danvers, a Miss Marvel foi induzida por um tal de Marcus a ter relações com ele, o que configura novamente estupro, pois, ela não estava no  pleno juizo de suas ações. Ela engravida, nasce o bebê, que tem um crescimento acelerado e se revela ser… o próprio Marcus! Contra o bom senso de todos a sua volta, Danvers desenvolve um sentimento verdadeiro pelo carinha que saiu de seu ventre e que voltou no tempo para dominá-la a fim de lhe dar uma bimbada e assim, garantir seu próprio nascimento, numa clássica analogia tipo “Tostines vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais?”, concluindo esse crássico com a partida dos dois para o limbo editorial, onde Carol ficou por uns bons anos… E é essa a heroína que a Marvel quer forçar a barra pra que seja a Mulher Maravilha deles e que todos obrigatoriamente passem a gostar… A história acima consegue ser tão estúpida, que até o babaca do Brian Michael Bendis em um raro momento de lucidez tratou dela em seu run nos Vingadores (ou dos Guardiões da Galáxia, sei lá), não com um retcon, mas, tirando um sarro de todo esse absurdo, a la Garth Ennis ao ignorar a fase Justiceiro-anjo, com uma atitude “what´s the porra is this???”, que é o melhor jeito de passar por cima de uma história ruim.

O que é realmente foda nesse retcon forçado, estúpido e desnecessário, é que – até onde sei –  na história original nunca foi abertamente mostrado que o Cavaleiro Fantasma estuprou (mas foi sutilmente / vagamente sugerido e / ou implícito), de modo que se a escritora queria tirar um pouco do peso e da escrotice da história antiga, poderia ter  revelado que Slade só “tirou uma casquinha”da Harpia enquanto ela estava sob o feitiço da poção do amor e que tava deixando o cruzo  para a  noite de núpcias, já que ele é um cara das antigas e tal. Era uma forma inteligente de amenizar a carga “pornográfica” da história, mas, sem anular nada do que aconteceu. Apesar que é estúpido e pernósitco quando um escritor descarta algo tão jenial como uma “poção do amor mística” por considerar  ridículo, isso em um universo cheio de seres místicos e que os seres humanos  são capazes de usar magia e criar poções místicas. Só por essa arrogância e pedantismo, ela mereceu levar um pé na bunda e ter seu gibizinho cancelado.

Mas a intenção de Cain era de mostrar que Bobbi, a Harpia é uma personagem forte e “empoderada”. Que faz e acontece e que fica com quem quer e quando quer e que ninguém nunca a  obrigou a fazer as coisas contra sua vontade. Em outras palavras, um claro exemplo do lema feminista “meu corpo, minhas regras”, ou como diz aquela música da Gaiola das Popozudas: “Eu dou pra quem quiser,
Que a porra da boceta é minha!” Resumindo, pra dona Chelsea Cain, pra Harpia ser uma personagem foda, ela tem que ser uma Putiane. Pois, com essa mudança tosca, não há mais nenhuma razão aparente para que ela tivesse algum repúdio por Slade a ponto de  deixá-lo cair para a morte, já que, não houve mais estupro. Ele aparentemente não fez nada errado, ao passo que ELA  cometeu adultério por livre e espontânea vontade, já que era casada com o clint Barton / Gavião Arqueiro na ocasião.  Ou seja, ela ficou de saco cheio do marido, meteu lhe um corno com o Fantasminha Camarada e depois de curtir uma zoerinha, decidiu descartar do amante, mas  em vez de dar lhe um fora de forma amigável, ela simplesmente matou o cara. Lacra 13 e confirma!

A gente nem precisa ter lido a história original pra saber que é ruim. não tem como sair algo de bom com uma premissa dessas, mas, foi assim que aconteceu. Só que o remendo conseguiu ser ainda mais indigesto. Antes, pelo menos quando Slade tinha, para todos os efeitos,  estuprado a Harpia, ela tinha toda a motivação justificável para deixá-lo morrer ou até mesmo matá-lo com suas próprias mãos com requintes de crueldade. A maioria das pessoas iria compreender e perdoar alguém que praticou vingança a sangue frio, sob essas circunstâncias – ainda mais se tratando de um gibi dos VINGADORES,  hahahahahaha. Mas, não. Fazer Bobbi passar de vítima que superou um trauma a uma piranha assassina, que mata por motivo banal não é empoderar a personagem, sua BURRA,  sua AMEBA! Excluir um acontecimento traumático da história dessa mesma personagem não tem nada de legal ou positivo. É  só passar um atestado de que você subestima a capacidade intelectual de seus leitores, que eles não são capazes de lidar com uma história que tem um registro de abuso em seu passado – abuso esse, que poderia muito bem não ser mais citado sem precisar ser eliminado totalmente. Mas, isso é o que acontece quando vagabundo(a) SJW se mete a escrever quadrinhos…

Vamos higienizar o conteúdo das histórias, para a sua proteção, porque, você, leitor de gibizinho de super herói, não passa de um retardado. Esse é o modo que a Marvel encontrou de abraçar a ideologia dita “progressista” e se submeter aos desmandos de um nicho que eles tentam a todo custo conquistar, sei lá por que caralhos: histórias idiotas e inofensivas, mas, que façam apologia a certas bandeiras políticas ao custo de foder completamente seus personagens, bem como sua história e legado. A DC fez isso com os infames novos 52 / DC You e quebraram a cara lindamente. Tomaram vergonha na cara e conseguiram reverter em parte com a inciativa do Rebirth e agora vem mês após mês dando surra de pau mole na cara da Marvel em vendas. Ainda assim, o editorial da Merdavel insiste nessa pegada que só desagrada e irrita a grande maioria de seus leitores e o dinheiro, que deveria ser o objetivo disso tudo – continua não indo pras mãos deles. Daí, quando revistas de péssimo gosto como essa Mockingbird afundam, a culpa é dos leitores que são intolerantes e cabeça fechada, mas, não, dona Marvel… É  só que você só tem lançado gibis merda ultimamente e quando mistura justiçagem e feminismo no meio, consegue ser mais intragável ainda.

 

 

6 comentários Adicione o seu

  1. Peter Souza disse:

    Caramba. Para escrever coisas assim esse cara deve ser um retardado completo. Toda essa revolta é por que os quadrinhos estão cada vez menos incentivando os jovens a serem babacas com ele.

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    1. Imperador disse:

      E pra deixar aqui o mesmo comentário que tu fez no Facebook, tu deve ser um viadinho muito carente de atenção. Vai lá na puta que te pariu buscar o cookie que joguei pra vc, mongolão.

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    2. Don Fiery disse:

      Que comentário de bichona. PQP. Ninguém compra histórias da progressistaiada afeminada emotiva pra-frentéx, donzela. Se você não gosta de HQs com pancadaria, sangue, politicamente incorreto, vá ler “A Culpa é das Estrelas”. Lixo!

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  2. Luciano de Souza disse:

    Eu li os gibis do Joihn Byrne que são após essa fase, e ela diz com todas as letras pro ex-marido: “Eu fui estuprada!”. Ou seja, não tinha como minimizar o que rolou entre quatro paredes, já que a personagem dizia o que aconteceu com ela. As consequencias da história até que foram bem exploradas, e criticavam o machismo em plenos anos 80, onde ao invés de apoiá-la o Gavião Arqueiro ficou puto com ela por se vingar do estuprador porque “violou o código dos super-herói”, fora se sentir enciumado por foi corneado pelo estuprador.

    OU seja, o Gavião Arqueiro foi um grande babaca naquela situação toda, e a srta Chelsea Cain se achava que estava “empoderando” esse plágio de araque da Canário Negro, só limpou a barra do Gavião, um dos personagens mais machistas e misóginos que a editora já teve, mas ei, vivemos “novos tempos”, todos os heróis da Marvel são bons exemplos de homens compreensivos, puros, sem preconceitos ou discriminações. Ainda mais se aparecem no cinema e tem seu próprio gibi. Então qual seria a verdadeira agenda que a dona Cain está seguindo, hein?

    Então olha a ironia da coisa, as histórias de hoje, ao invés de serem mais avançadas do que as de 30 anos atrás, nesse sentido foi mais retrógada. Como você disse no artigo, ao invés de ter se vingado do vilão estuprador, ela matou o cara POR NADA, e o Gavião Arqueiro tava certo TODO TEMPO quando se separou dela, porque o que ela fez foi uma SACANAGEM. Ao invés de “empoderar” a personagem, Dona Chelsea a tornou numa pessoa mimizenta que queria “compreensão” do seu marido porque ela matou o amante porque se arrependeu do ato? Caramba, com uma “ativista” dessas o movimento feminista não precisa de inimigos.

    Curtido por 1 pessoa

  3. A Marvel pra mim virou um grande saco de merda, tanto que parei de comprar os quadrinhos atuais e só compro encadernados das coisas que foram publicadas nos anos 70, 80 e 90 quando HQ não servia como material de doutrinação comunista/socialista.

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