Refutando Falácias Do Feminismo: “Todo Homem É Um Estuprador Em Potencial”

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Não sei se os amigos Contronautas se lembram, mas, em 2015 houve um vídeo que correu o mundo, tendo ganhado muito destaque na imprensa brasileira, principalmente em veículos simpatizantes da esquerda universalista, tipo lixos como Huffpost Brasil, Catraca Livre, Geledés e outros tumores. O tal vídeo consiste em uma atriz (bem gostosinha, por sinal), que foi filmada durante dez horas enquanto percorria as ruas de Nova Iorque. À sua frente, seguia um cinegrafista a paisana com uma câmera escondida na sua mochila. O vídeo, é claro, foi feito por uma organização feminista, e pretendia provar que as mulheres são constantemente vítimas de assédio sexual quando andam na rua. E isto -concluem os responsáveis pela iniciativa – é a coisa mais grave do mundo e tem de parar AGORA!!!. Se ainda não viram essa bomba, está aqui abaixo:

Claro que não tem como negar que há alguns comentários e atitudes bem escrotas no vídeo, como aquele imbecil que caminha  lado a lado da moça durante 5 minutos, ou os vários babacas que comentam “Damn!” ou “Hi, beautiful!” quando passam por ela. Isso deve ser bem incômodo mesmo e você não precisa ser um escravoceta fodido de merda pra concordar e até sentir vontade de dar uns tapas de mão aberta nuns vagabundos desses, ainda mais que esse tipo de coisa está propensa a acontecer a todo momento e com qualquer um: com a sua mulher, namorada, irmã, etc…

Mas, há várias outras intervenções que são perfeitamente inócuas e até mesmo positivas. Se tem uma coisa que não suporto, é hipocrisia. Portanto, não me venham com essa de que dizer “Hello“, por exemplo, ou simplesmente “Have a nice day”  constitui assédio sexual. A não ser, é claro, pras essas amebas cujo cérebro foi completamente deformado pela doutrinação feminista que acham que qualquer porra de interação de um homem com uma mulher é um abuso e assédio sexual, desde que não seja a própria mulher a estabeleça.

Claro que se pode sempre discutir que a jovem não olhou sequer para ninguém e que, portanto, nenhuma aproximação seria bem-vinda. Mas, há um problema com esta linha de argumento: se eu estiver na rua e vir uma mulher que gostaria de conhecer e, se, ao mesmo tempo, achar que ela não me viu, de que outra forma poderei proceder para chegar nela além de dizer um simples “Oi“?

Ou será que já chegamos ao ponto em que os homens só podem abordar as mulheres se elas lhes sorrirem e olharem para eles diretamente primeiro? E outra: tem mulheres que são tão tímidas que nunca olham para os homens diretamente, assim como há homens tão feios – FEIOS PRA CARALHO! –  que não tem a menor esperança de que um dia alguma mulher olhe para eles a não ser que compensem a sua feiura desgraçada com  personalidade e iniciativa. Será que essas antas feminazis não se tocam disso? Duvido, duvido muito.

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Bem, além de mim (e, espero que você também), o apresentador americano Steven Crowder também duvida e desmonta com categoria o vídeo acima num instante, com um pequeno, mas brilhante exercício que ele fez utilizando também uma câmera escondida. Saca só:

O que o Steven não diz, embora eu acredite que ele saiba, é o porquê de toda esta suscetibilidade feminista em relação ao “assédio nosso de cada dia”. Não se trata de proteger as mulheres, pelo menos, não a maioria delas. Porque, na boa: as mulheres em geral não são feitas de vidro e não ficam ressentidas ou receosas só por um cara chegar e dizer “Olá” ou “Oi, tudo bem?”. Ou seja, não há registros de alguém que tenha morrido porque um camarada simplesmente lhe deu um “bom dia”, ora, porra! O que acontece na verdade é que essas campanhas e discursos de ódio feministas – sim, isso mesmo: DISCURSO DE ÓDIO – visam incutir complexos nos homens, para torná-los receosos de abordar pessoas do sexo (e não gênero) oposto. No fundo, o intuito das empoleiradas é castrar e reduzir os homens a eunucos afeminados que não conseguem sequer olhar para uma mulher de frente sem se cagarem  nas calças.

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Você deve estar se perguntado: “e o que essas filhas das putas ganham com isso?”. É simples, meus caros Contronautas velhos de guerra, basta lembrarmo-nos do verdadeiro objetivo do feminismo contemporâneo, que é tão-somente mais um braço do famigerado Marxismo Cultural e da tática tão comum e rasteira sempre utilizada pelos partidos e coletivos de esquerda em geral: voltar as mulheres contra os homens e vice-versa, para assim aumentar os casos de misoginia e de misandria e por consequência, o índice de violência e agressões. Do mesmo jeito que o PT  e suas linhas auxiliares fizeram nos seus 13 anos de poder: botar classe contra classe e instituir a discórdia e o ódio mútuo generalizado na sociedade. Isso acontece lá fora, nos States, na Europa e aqui o tempo todo. É  igual em todo lugar, basta pesquisar, se duvida do que tô falando. “Dividir e conquistar”, já dizia Julio Cesar… ou foi o Sun Tzu? Putz, agora não lembro… Mas, seja quem for, a ideia é a mesma.

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Claro que não é nossa intenção relativizar, muito menos endossar ou fazer apologia a qualquer tipo de abuso, muito pelo contrário. Somos CONTRA a todo tipo de violência, seja físico ou moral, seja contra homem ou mulher. Se você DE FATO sofreu algum tipo de violação, denuncie. Essa é a sua arma e sua defesa. Por mais merda que seja, o Brasil ainda é um país que abomina esse tipo de crime e quem comete esse tipo de injúria invariavelmente se dá muito mal ao ser pego. Mas, pra isso, você precisa comunicar aos órgãos responsáveis e cobrar uma resolução. Fazer textão (e muito menos, fanfic) e sair na rua com as tetas de fora e escrito “vadia” na barriga não vai servir de porra nenhuma caso alguma merda venha lhe acontecer. Não vai no embalo dessas retardadas, que o interesse delas passa bem longe da sua segurança e bem estar. De verdade. Denuncie. Denuncie sempre. Conselho de amigo.

Estupro
O que é?
Artigo 213 do Código Penal – O estupro é constranger a mulher à conjunção carnal, mediante violência ou grave ameaça.
Qual a pena para o agressor?
Pena de 6 a 10 anos de reclusão. O artigo foi incluso na Lei dos Crimes Hediondos nº 8072/1990.
Quais são os outros casos de estupro?
É considerado estupro se a vítima for menor de 14 anos (mesmo que consinta com a relação), se tiver debilidade mental, ou se, por algum motivo, não pode oferecer resistência.
Quais são as conseqüências do estupro?
Quem sobrevive ao ataque ainda enfrenta complicações na saúde sexual e reprodutiva, risco de doenças sexualmente transmissíveis, transtornos psicológicos posteriores e, em casos extremos, comportamentos suicidas. O grande fantasma dessas mulheres violentadas é a culpa. Algumas delas acreditam que tenham sido culpadas por ter ocorrido o estupro – pelas roupas, pela maneira de se portar, por ter saído sozinha de casa.
A legislação atual brasileira permite aborto em casos de estupro.

Do site: http://www.nippojovem.com.br/sexo01/violencia/index.php

(11) 3768-4664

Delegacia de Defesa da Mulher,SP

2 comentários

  1. Belo post. Odeio esse bando de retardadas que se fazem de vítimas, ou acham realmente que são vítimas de assédio só por olharem elas ou puxarem conversa. Porém é meio besta achar que uma pessoa jovem dando um bom dia ou um olá no meio da rua pra uma mulher não quer dizer que ele não está interessado nela. Uma pessoa idosa sem duvidas dá bom dia e olá para estranhos na rua por boa vontade pois faz parte de como foram criados, mas na nossa sociedade atual onde todo mundo anda com fones de ouvido e cara no celular, sem se importar com quem está a sua volta eu acho extremamente difícil uma pessoa de 30 anos pra baixo comprimentar um estranho na rua sem interesse.

    Já ouve vários casos de acusações de abuso falsas ou exageradas aqui na minha cidade, e isso me deixa puta. Quando eu estudava por exemplo, uma garota de 13 anos acusou um professor de ter engravidado ela por meio de estupro, quando na verdade tinha sido um zé droguinha qualquer que era namorado dela. Ela fez aquilo pra ganhar uma pensão do pobre coitado. Esse tipo de gente me enoja muito.

    Tá certo que ser mulher significa ter que aguentar umas coisas chatas, como cantadas baratas, escravocetas grudentos, gente te seguindo na rua (isso não acontece muito, mas dá um puta medo), mas ficar se fazendo de vitiminha ou acusar gente inocente de coisas pesadas me dá um nojo absurdo.

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