Sabia Que Não Comprar  HQs De Autores “De Cor” Faz De Você Um Racista?

Quem caralhos é  Tee “Vixen” Franklin? Sinceramente, não tinha a menor ideia até pouco tempo atrás, quando ocorreu o painel #BlackComicsMonth na NYCC do mês passado, que tratou de… advinha você, diversidade nos quadrinhos. Depois de ler alguns artigos (como esse aqui) sobre o tal painel e sua atuação nele… ainda não tenho certeza, hahahaha. Na melhor das hipóteses, ela é uma pilantra oportunista “roteirista de quadrinhos” em fase terminal – se é que ela pode  ser considerada ao menos isso. Além de escrever gibis obscuros que ninguém nunca ouviu falar, Tee é uma ativista agresssiva, que milita por mais espaço reservado a inclusão de’pessoas de cor’, como ela mesmo diz, na indústria de quadrinhos americana. Dentre as pautas defendidas por ela estão: que fãs de quadrinhos suportem Hq´s afirmativas; a importância de ter diversidade nos cargos executivos e em outras posições de tomada de decisão; e o mais interessante de todos: doutrinação inclusiva mudança da mentalidade para ajustar a demografia leitor atuais. Enfim, né… a indústria de quadrinhos americana vem sido dominada exclusivmente por malvados homens brancos, héteros, cis, de meia idade e opressores, que, segundo Tee, vem impondo seus desmandos à pobre comunidade de fãs e leitores e ditando o que eles podem e devem ler.  Como esses velhos branquelos nojentos não tem feito um trabalho minimamente decente nesses 80 anos de história, é chegada a hora de mudar essa porra, afinal, estamos em 2016, não é mesmo?

E assim como “esse governo golpista não me representa”, Tee acredita que a atual situação em que se se encontra o meio dos quadrinhos também não representa toda a a demografia de seus leitores. Segundo o discurso que ela vende, o objetivo dessa “briga”, através de seu ativismo, não é apenas para  beneficiar a si mesma, mas também para a divulgação de uma mensagem direta de diversidade e inclusão para um público mais amplo: representatividade  nas páginas das revistas, na tela, na sala de reuniões, por trás da câmera, na sala do escritor … e em todas as posições possíveis – o que é um discurso muito válido, é bom dizer. Acho que ninguém se opõe a isso, visto que já muito antes dessa modinha do ativismo de Facebook, existiam personagens de diversas etnias , assim como autores das mais variadas camadas sociais e que sempre tiveram seu espaço dentro do mercado. O que não pode acontecer é a inclusão pela inclusão apenas, a parte de o camarada ser ou não competente não poder ser questionado sob o risco de acusação de racismo, fascismo, sexismo… enfim, o trivial que sai da boca de um SJW de carteirinha quando o fdp quer intimidar alguém que não concorde com ele/ela.

O que nos leva ao caso de hoje, ou, mais precisamente, da semana passada, que foi quando Franklin postou em seu Twitter uma série de mensagens a fim de denunciar – palavras da própria –  “o abismo que existe entre o número de pessoas que afirmam apoiar livros e criadores de cores e os números de vendas de livros e criadores de cor”. Aqui estão apenas alguns exemplos de seus pensamentos (de merda) sobre o assunto:

Fazendo um resuminho básico: ela começa dizendo que está puta por tanta gente dizer que apoia e incentiva criadores “marginalizados”, mas, que isso não se aplica na prática. E como a Marvel lança uma série de revistas com capas variantes com temática Hip-Hop e elas vendem como pão quente as 5 da tarde, no entanto, ninguém dá um puto para revistas feitas por autores “de cor”, e também sobre o assédio e falta de respeito que essas pessoas sofrem tanto por parte de seus colegas, como também dos fãs, aos quais ela termina se referindo como “BARATAS”. Fino, não? E respeitoso também. E quando você acha que as coisas não podiam piorar…

Eis que nossa considerada Tee Franklin consegue esse feito: ainda na semana passada , houve uma discussão acalorada no Twitter entre ela, o escritor Tim Seeley (sobre o qual falamos aqui) e alguns outros autores e seguidores sobre a decisão do desenhista Humberto Ramos e de outros artistas de não participar de eventos em estados que votaram em Donald Trump para Presidente dos Estados Unidos no início do mês. Durante o bate boca, Franklin acusou que estava sendo desrespeitada por Seeley em comparação com suas respostas a outros criadores na conversa. Ou seja, mais uma vez esse camarada se meteu em uma treta envolvendo questões raciais e foi acusado de querer roubar o protagonisme negre, como quando se meteu a querer escrever uma HQ sobre uma personagem negra adolescente, que como sabemos bem, somente roteiristas negras é que podem fazer isso da forma correta, mesmo ele já tendo experiência no assunto e tendo sido bem sucedido fazendo isso.

O que era pra ser um debate sobre a decisão de alguns indivíduos e a posição política delas, graças a absoluta Tee “Vixen”, acabou se tornando mais uma  cantilena com o mesmo mimimi de sempre: “blablabla, silenciamento de minorias… empoderamento negro… mimimi… lugar de fala… privilégio branco…  bububu, patriarcado, etc…”.  Nada diferente do que acontece frequentemente  nas  mídias sociais, onde simplesmente NÃO EXISTE um debate real e muito menos, respeito às opiniões alheias sobre qualquer tipo de assunto na internet, simples assim. Tudo é resumido à, “Então, é isso que eu penso e … FODA-SE! PAU NO SEU CU! VAI TER _____ SIM E SE NÃO GOSTAR, VAI TER DOIS!” Não há nenhum espaço pra se discutir contextos, nuances, tampouco considerar o contraditório. Tudo é levado na base do “1” (você concorda comigo) ou “10” (você não concorda completamente comigo, então, vai se foder). Não tem meio termo.  Não se usa “2” a “9” na escala de discussões de internet. Não há espaço para “erros”, porque a mínima chance de se estar “errado” pode acarretar toda sorte de linchamento virtual que você possa imaginar e isso pode, nos piores casos, ferrar completamente com a tua vida.  E o problema com essa “rotulagem” na mídia social é que praticamente tudo o que tem agora uma “vida virtual” a zelar, um avatar, com seu nome e foto, que diz pras pessoas muito mais sobre você do que deveria. E, sinceramente, do jeito que as coisas vão indo, elas vão ficar muito piores a cada dia que passa, se essa mentalidade merda das pessoas de levar a internet tão a sério continuar…

Mas, a treta que estamos tratando aqui é a seguinte: depois dessa discussão idiota com Seeley e que não levou a lugar algum, Franklin notificou seus seguidores no Twitter que ela estaria “sendo forçada” a deixar a rede social dos 140 caracteres … pelo menos, por um tempo. Seguem print  de sua última série de tweets que explicam seus motivos, que basicamente se resumem a “mimimi, eu fui assediada por alguns certos autores brancos héteros, pirocudos e opressores… tô de saco cheio de me sentir inferiorizada por ser uma mulher negra e já estou cansada de lutar por representação e nada mudar. Eles são homens brancos e estão sempre certos e eu, uma pobre mulher negra, errada… mimimi, bububu, FUI!”

(Leia de baixo pra cima pra entender)

Só uma coisa que nossa amiga engajada e cheia das boas intenções esqueceu de dizer é que o verdadeiro motivo de seu pitizinho virtual vai além disso: sua reclamação se deve ao fato de sua HQ  autoral,  ter sido lindamente ignorada pelos leitores – todos eles, independente de cor. Entendeu agora o porquê daquele chorume de “os leitores não compram gibis feitos por ‘pessoas de cor’, mimimi”, caro Contronauta?  Portanto, essa porra de choradeira do caralho não é sobre representatividade para todos e o escambau, mas, sim, porque as pessoas não lêem seu gibizinho indie de merda. Ela falhou, fez um trabalho porco e que ninguém se interessou, mas, a culpa é do maldito do filho da puta do homem branco, sacou? O que só serve pra atestar seu mau-caratismo, pois, sendo ela uma profissional do meio, sabe muito bem que é assim que o mercado funciona: você publica, o público pode se interessar pelo seu produto ou não – a concorrência é vasta. Se a revista não vende, logo, ela é prejuízo pra quem estiver publicando e a consequência obvia  é o cancelamento. Acontece com qualquer um e com certeza, muita gente infinitamente melhor que ela já passou por isso, mas, só quando são autores negros é que vejo reclamações no sentido de que  a culpa é sempre dos outros, nunca deles mesmos. Muito menos de que possa existir a possibilidade de que simplesmente ninguém quis comprar a caralha do seu gibi de retardado porque ELE É MUITO RUIM, só por isso. Não precisa de mais nada, ninguém vai comprar seu gibi se ele for um lixo só porque você é mulher e negra. Mas, não, amiguinha… você está certa: culpe os outros pelo seu fracasso e pela sua mediocridade e pra completar, acuse seus colegas de assédio a torto e a direito. Vai ajudar muito na sua carreira, sim!

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Todo mundo virou fã do Esquadrão Suicida depois do filminho colorido que tava passando no cinema a até umas semanas atrás, mas acho que poucos ficaram sabendo que o seu principal criador, o John Ostrander estava passando por maus bocados, tendo precisado que alguns de seus colegas como Gail Simone e Ed Brubaker fizessem um leilão beneficente com o objetivo de  levantar dinheiro para que ele pudesse ter uma cirurgia. E olha só: ele é um autor com todas as características as quais Tee atribui o seu fracasso: é homem, branco, hétero e de meia idade. Não é uma pessoa de cor, no entanto, longe de ser um “privilegiado”, muito pelo contrário, não passa de um fodido, como eu e você. Mas, a mobilização tanto por parte de seus colegas escritores, quanto o apoio daqueles que contribuíram com sua causa se devem à reputação de seu trabalho, não por condescendência por sua cor.

 

Quadrinhos sempre foi uma indústria de nicho. Tanto aqui no Brasil, quanto lá fora, sempre foi uma mídia de entretenimento “alternativa”, de pouco alcance e repercussão. Nem se compara a outros mercados como o de livros, cinema ou games. O crescimento do interesse recente das pessoas por HQ´s é devido principalmente por essa moda de filmes e séries de TV de super-heróis, que é de onde vem essa molecada que começou a ler gibi semana passada e a gastar um dinheirão com encadernados só pra ficar bonitinho na estante.  E também acho que a maioria dos novos autores, que estão entrando agora no mercado, vão com a ideia de aderir à modinha. Tipo, tá todo mundo curtindo esse tipo de filme e indo procurar os gibis. No entanto, mesmo com um aumento do número de leitores nos últimos anos, ao fazer uma análise dos relatórios de vendas nos Estados Unidos (já que aqui esse tipo de informação não existe), e constatando que só as grandes franquias estabelecidas é que mantém uma regularidade de vendas, prova-se que os filmes não estimulam a indústria muito. Portanto, se o Homem-Formiga, que teve um filme de relativo sucesso não conseguiu sustentar uma publicação mensal por mais de 12 meses, você, autora virtualmente desconhecida não vai querer que seu gibizinho “alternativo” vá arrebentar a boca do balão, porfa…

Sinceramente, eu fico puto com toda essa merda de chorume vitimista dessa gente. Existem milhares de quadrinhos indie no mundo todo, e a grande maioria deles não vende.  Assim como também há provavelmente milhares de escritores e desenhistas que se sentem marginalizados ou que sabem que seus trabalhos  nunca verão a luz do dia, não importa quão duro eles tentem. E adivinha? Eles não são todos pretos. As pessoas escolherem o gibi ‘X’ em detrimento do gibi ‘Y’ não tem nada a ver com a porra da cor da sua pele. Tem a ver com o conteúdo do que você oferece e o que elas procuram. Todo mundo é livre para comprar o que quiser, o que gostar e o que puder pagar. Então, agora essa mulher quer jogar a culpa do seu fiasco pra cima da Marvel, da DC com qual intuito? De obrigar a uma dessas editoras a lhe dar um emprego por cota (de gênero, racial, sei lá)?  Acho que eles vão ter que criar um outro gibi do  Pantera Negra pra ela calar a boca… Se não, vão estar (de novo) sendo racistas, machistas, etc…

Eu realmente não entendo por que ela ou qualquer outra pessoa ainda ficam surpresas de que uma revista tão alternativa  como essa dela, em uma indústria de nicho, não iria vender bem. Mais uma vez: tem nada a ver com raça, sexo, preferência sexual ou coisa do tipo. É simplesmente que não é um material  que a maioria das pessoas que curtem quadrinhos querem ler sobre. Podem ter sim, vários problemas de representação na indústria de quadrinhos, assim como em qualquer outra, mas você não vai achar que justo o seu produto vai ser a revolução que vai mudar a porra toda.  Será que essa revista venderia mais se fosse a mesma bosta, só que com o nome de um cara branco na capa? Provavelmente não, se o tal cara branco for tão desconhecido do grande público quanto ela o é. Isso não é nada pessoal, muito menos, preconceito da minha parte, é apenas a realidade da situação. Quando um autor escreve algo que não vai apelar para um monte de gente, com uma proposta limitada, o mais natural é isso reverter em total indiferença e não pode imputar a ninguém mais além de si mesmo pelo seu fracasso.

É muita desonestidade intelectual uma pessoa ter a cara de pau de afirmar que  quadrinhos não é uma mídia inclusiva e muito menos que seja racista. Alguns dos maiores criadores, sejam eles escritores, desenhistas ou editores são negros. Basta dizer que um homem negro era o responsável pelo controle criativo da maior série de animação da Liga da Justiça de todos os tempos e também criou uma editora cujo universo ficcional era composto totalmente por personagens de minorias. Mas, a ética dessa gente é elástica, só cobre onde lhes convém, por isso, não se citam exemplos como o do falecido Dwayne McDuffie e de tantos outros grandes criadores negros nessas discussões, porque isso invalidaria todo esse discurso vitimista de merda.

E a maior hipocrisia dela é em chamar os outros de racistas, quando, na verdade ela é quem está sendo nesse caso, como pode ser ver nos tweets printados aqui. Segundo a mesma, a culpa é do nerd tetudo americano, dos seus colegas escritores, dos editores, do Trump, sua, minha, do mundo, que o gibizinho lixo dela não vendeu. De todo mundo, menos dela mesma, já que ela afirma categoricamente que não é responsável pelo seu próprio trabalho. Em seguida, passa sermão em quem prefere comprar revistas com capas de Hip-Hop da Marvel  e não gastar com suas merdas e conclui chamando as pessoas de “baratas”… Tá serto! E tenho certeza que vagabundo ao ler isso vai  dizer “não existe racismo de negros contra brancos, isso se chama reação do oprimido” – afinal, não se pode subestimar o mau-caratismo e a dissimulação de gente desse tipo, que concorda e apoia atitudes como a da dona Tee, com sua postura vitimista de culpar os brancos por sua falta de capacidade em criar um quadrinho que as pessoas queiram pagar para ler e que ao invés de reconhecer o erro, prefere criar uma divisão de raças como pretexto pro seu insucesso. Porque, vamos ser sinceros: ela só tá puta da cara porque seu gibi não vendeu e foi cancelado. Se fosse o contrário, vocês acham que ela estaria protestando contra todos os homens brancos malignos e opressores dos quadrinhos? Eu duvido muito. Na verdade, tenho certeza que não.

É  culpa  de todos os homens brancos do mundo que o seu gibi indie cabeçoide não vendeu como água, ao contrário das suas expectativas. Na boa, esse povo precisa de um choque de realidade, só assim pra deixar de putaria e ficar falando merda. A verdade que ninguém tem coragem de dizer (ainda mais, em tempos de patrulha do politicamente correto lépida e faceira) é: por mais que seja bonitinho pagar de bom moço, engajado e inclusivo NA INTERNET,  ninguém vai tirar dinheiro do bolso e apoiar o seu trabalho/projeto/sonho, etc. só porque o criador é “de cor”. E muito menos, deveria. Também é verdade que os homens têm dominado a indústria, mas como quadrinhos se viraram modinha de uns tempos pra cá, acabaram chamando a atenção de uma cambada de crianças mimadas que pensam que redes sociais são o mundo real. Seu #mimimi no Facebook não vai mudar nada porra nenhuma, seu/sua filha da puta.

PS: By the way, Tee não foi “obrigada” a abandonar as redes sociais, como tá virando moda essa putada dizer, sem nenhum motivo. Ela saiu por conta própria, e, aliás, já voltou. Na verdade, nossa amiga empoderadx da porre não chegou a ficar um dia inteiro fora do Twitter. Daí,  já dá pra sacar o quanto vale sua opinião e que essa palhaçada toda foi só pra chamar a atenção. O que ela conseguiu, já, que se não fosse por isso, ela e sua HQ meia boca estariam fadadas devidamente ao mais remoto obscurantismo, de onde nunca deveria ter saído pra falar suas merdas. Será que ela vai pedir desculpas por seus comentários racistas?

PS 2: E pra quem tá se doendo com alguma coisa que eu disse aqui, basta ir no Twitter dela e veja se você vai querer defendê-la depois. Essa mulher não passa de uma vagabunda escrota, abusiva, hipócrita e racista, e seu discurso de ódio não é só contra homens brancos, mas, é dirigido à TODAS as pessoas brancas, mulheres também. Muito parecido com o que se encontra em qualquer página feminista, mais, digamos assim… revoltadinhas, sobretudo, no feminismo negro, uma dissidência do “feminismo pós-moderno”, que além de atacar os homens em geral, também considera inimigas as mulheres que “não são de cor”, principalmente aquelas que praticam algum tipo de “apropriação cultural”, que pode ser qualquer coisa que a diva lacradora e tombada disser que seja, afinal, elas são favorecidas pelo bingo da opressão a ter carta branca (com o perdão do chiste, que foi irresistível) a falar as merdas que quiserem, que ninguém se atreve a dar um pio. Enfim, só gente boa, gente finíssima da melhor qualidade, super amistosa, amiga e solidária nem no câncer.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

8 comentários Adicione o seu

  1. Charles disse:

    Sinceramente, ela conseguiu o que queria…

    Um monte de gente pelo mundo fazendo textos gigantes como o seu falando dela e espalhando seu nome por aí…

    O que pessoas como essa precisam é permanecer debaixo do capacho, como lixo, e sumir no meio de centenas de outros inúteis como ela.

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  2. José matos disse:

    Essa de boné e a tal?

    Curtido por 1 pessoa

    1. Imperador disse:

      Projeto mal acabado de Black Hitler

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  3. Anônimo disse:

    Você é só mais um racista de merda que pensa que pensa, imbecil.

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