Vai Ter Blackwashing Num Passe De Mágica, SIM! E Se Reclamar…

Com a estreia semana passada do filme “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, me lembrei de um caso pitoresco que rolou há alguns meses, também envolvendo a franquia Harry Potter e que solenemente ignorado por aqui. Corrigindo essa falha, e aproveitando que estamos na nossa Semana Especial da Consciência Negra, vamos falar sobre  essa grande polêmica que aconteceu  por causa de uma peça de teatro que estreou no  Reino Unido no meio deste ano e que gerou um grande debate, além de muito rage pelo mundo afora. E que peça era essa?  Nada menos que mais um capítulo da saga  interminável do bruxo mais midiático que se tem notícia, intitulado Harry Potter e a criança amaldiçoada. E qual que foi a treta dessa vez? É que a atriz escolhida para interpretar a personagem  Hermione,  é negra e não mais  loira, como foi estabelecido por mais de uma década através das séries de livros, filmes e demais produtos de merchandising relacionados ao universo ficcional criado pela editora J. K. Rowling no final da década de 90. Ou seja, mais uma mudança de etnmia arbtrária e desnecessária e que ninguém pediu. Mas, sabe como é… “Vai ter ________ Sim! E se não gostar…”

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O quê?! Mas eu não sou preta, porra!!!
Pois não, não era mesmo, minha filha… mas os anos passaram, são outros tempos e agora você É:
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A-ha! Eu sou a “nova” Hermione, muito mais lacradora e empoderada!!!
Ora, quem não gostou nada desse “empoderamento” foram os fãs do Harry Potter que estrilaram pra caralho – e com razão, antes que me esqueça. E os seus protestos acabaram  por enfurecer a autora, a dona  J. K. Rowling:
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“Com toda minha experiência nas redes sociais, eu já sabia que idiotas iriam ser idiotas. Mas o que eu posso dizer? Essa é a maneira como o mundo funciona. Noma foi escolhida porque era a melhor atriz para o trabalho.” Segundo a autora, Hermione “não mudou de cor”, simplesmente porque nos livros não há qualquer indicação sobre a cor da sua pele. “Vários racistas me disseram que  com a decisão, porque Hermione deveria ser uma mulher branca. Afirmo com bastante firmeza que Hermione pode ser uma mulher negra com a minha bênção absoluta e entusiasmo.”
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Bem, eu sublinhei a última frase de propósito: o que a velhaca Rowling disse ao Observer é mentira. Conforme pode ser conferido no blog Diversity Macht Frei:
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Qual a moral da história, caros Contronautas? Não outra, se não que os auto-proclamados intelectualóides “progressistas” mentem constantemente para fazer avançar a sua agenda ideológica totalitária e universalista. Até as senhoras simpáticas e até onde se sabe, isentas, como a dona J. K. Rowling mentem descaradamente em benefício da hipocrisia politicamente correta.  E são tão arrogantes que mentem mesmo sabendo que as provas da sua mentira não se sustentam por muito tempo, porque confiam que nós, que somos contra essas empulhações rasteiras somos  estúpidos demais para as encontrar. Um dos termos da moda, prontamente importado pra cá sem ao menos o cuidado de encontrar uma tradução decente é o tal do “Whitewashing”, que, basicamente se refere ao “embranquecimento” de um personagem negro a fim de se tornar aprazível ao público não-negro, que como sabemos, é absolutamente racista, fascista, nazista e por aí vai…
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No entanto, quando acontece o contrário (o que rola na maioria dos casos), em que personagens de cor branca são defenestrados em favor de personagens de diversas etnias, isso é chamado de “INCLUSÃO” e amplamente festejado por grupos e movimentos sociais como uma vitória da representatividade e do politicamente correto e ninguém pode questionar isso, sob o risco de ser linchado pela patrulha SJW, que não perde uma chance sequer de poder foder com a vida de quem estiver em seu caminho. Essa prática é abominável, execrável e indigesta e em nada ajuda a ninguém de fato, a não ser a inflar o ego de uma corja minoritária, que descobriu recentemente que podem conseguir tudo o que quiserem ao bater o pé e fazer beicinho, pois, conseguiram disseminar a ideia de que eles detém o monopólio das virtudes e das boas intenções humanísticas.
Enquanto estivermos aqui, vamos seguir na nossa missão que é a de promover o ideal de liberdade de expressão absoluta que essa escória tanto odeia e socar o taco de beisebol com arame farpado o mais fundo que der no rabo dessa cambada de filhos da puta.
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