Não Sentir Atração Física Por Pessoas “De Cor” Faz De Você Um RACISTA!

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E chegamos ao terceiro artigo da nossa Série Especial da Semana da Consciência Negra, com mais um episódio verdadeiramente surreal de inversão de valores, autoritarismo e racismo anti-branco, desta vez  na “terra da liberdade”, mas, ao contrário das expectativas padrões, tudo isso vem “do outro lado”, aquele que não comete esse tipo de abuso, afinal, são sempre os “oprimidxs”. Ano passado, na Universidade de Colorado, um estudante foi suspenso por seis meses sob a alegação de “comportamento abusivo”. Até aí, nada de mais… isso acontece todos os dias em todo lugar e nem por isso, vira notícia, ainda mais, algo a ser digno de nota e merecer um artigo do Contra, mas, calma, que tem um bom motivo pra gente estar falando disso por aqui. “Mas o que esse cara fez afinal, Imperador?“, perguntará arguto e apoplético Contronauta. “Violentou alguém? Ameaçou alguém de morte? Disse que tinha uma bomba?“…

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…não, meus amigos. O camarada em questão, Thaddeus Pryor, apenas disse  que não achava as mulheres negras  atraentes. Nem sequer o disse verbalmente, apenas postou o segguinte comentário numa rede social local:  “#blackwomenmatter They matter, they’re just not hot” (#mulheresnegrasimportam elas importam, só não são são gostosas).  E, sim, foi só isso, nada de mais. Nada de muito diferente do que muitos homens pensam de fato e foda-se, ninguém tem nada com isso. Mas, um mero comentário foi mais do que suficiente pra deixar os “tolerantes” e “humanistas” babando de ódio e desesperados pela cabeça do sujeito.

Em sua defesa,  Thaddeus alegou que tudo começou com provocações às pessoas de “raça” branca na rede social Yik Yak. Um outro “jovem”, da mesma instituição de ensino, teria dito: “todos os brancos têm pinto pequeno e fodem com  suas primas!” . Agora, vem o mais legal da história: sabem qual foi a punição deste segundo “estudante”, o racista anti-branco? Não, não foi um ano de suspensão, nem nada do tipo. O seu terrível castigo foi… nada, zero, porra nenhuma. É verdade, não lhe aconteceu rigorosamente nada… Dois pesos, duas medidas: pra um, o rigor da lei. Pro outro, carta branca (mais uma vez, o chiste foi irresistível), just because he´s black.

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Enquanto isso, apenas por dizer o que pensava, Pryor foi expulso da faculdade, defenestrado do campus e proibido de frequentar as aulas – mesmo não tendo ofendido a ninguém e tampouco sido “racista” como foi prontamente acusado pela galera do ‘mais amor, por favor” da universidade gringa, que são a matriz para os escrotos SJW daqui. Enfim, depois da expulsão sumária, totalmente arbitrária e sem sentido, o que lhe restou foi tentar se transferir para outra universidade, de preferência uma em que o direito à liberdade da expressão, consagrado na Primeira Emenda à Constituição dos EUA, seja devidamente respeitado.

Ou seja, ninguém tem mais ou direito de poder escolher ficar, namorar, transar, etc. com quem quiser, mas, é terminantemente obrigado a abrir mão de seu critério e gosto pessoal sob o risco de ser taxado de racista. E isso porque os Estados Unidos são o país da liberdade de expressão, da democracia, a “terra dos bravos e dos livres”.  Esse tipo de merda não poderia acontecer por lá… De toda forma, teoricamente ele esta protegido pela Constituição, assim como qualquer outro cidadão americano que tenha o direito de se expressar. Apesar de “os tempos terem mudado e estarmos em 2016”, acredito que ele tenha conseguido respaldo pra se sair dessa.  Ou então os EUA já chegaram a um estado tão fodido que nem mesmo sua lei mais importante vale de porra nenhuma, como acontece as vezes por aqui, como nessas invasões escolares, onde uma deliberação de uma assembléia de vagabundos vale mais do que a lei. Suponho que nesse caso, Pryor deveria processar a universidade, mas isso envolve custos, tempo e muita paciência… e o ganho da causa nem sequer está garantido.

No vídeo acima, que serviu de base para a composição deste artigo, o nosso considerado Paul Joseph Watson velho de guerra chama a atenção para o fato de este episódio não ser um caso isolado. Já antes, ele tinha criticado um “estudo” levado a cabo por “cientistas sociais” australianos (ideólogos esquerdistas australianos), que chegaram à conclusão de que “não se sentir atraído por pessoas de raça negra é racista”. Estranhamente, estes “cientistas” da terra dos cangurús não parecem querer explicar as suas “conclusões” aos homens negros que só se interessam por mulheres brancas, os famosos “palmiteiros, como esses caras são conhecidos por aqui…

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Pesquisando outros casos de justiçagem, uma coisa que percebi é que nos EUA já tem muita gente que acha que a Constituição é um documento “antiquado” e que a liberdade de expressão não deve ser concedida ao “discurso de ódio”. Agora, me diz: quem caralhos é que pode qualificar o que é “discurso de ódio” ou não?

A unica coisa de boa que pode sair disso é que vão diminuir os chorumes sobre a solidão da mulher negra“, que é um dos maiores cânceres mantras repetidos pelas feministas pós-modernas.

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Pensando bem, elas que continuem reclamando…

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