Se Relacionar Apenas Com Mulheres Brancas NÃO FAZ De Você Um Palmiteiro ‘Traidor Da Raça’ 

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Tô enrolando faz um tempão pra ver a bomba o filme ganhador do Óscar de 2014, “12 Anos de Escravidão”. Com o hype da premiação, baixei assim que saiu uma versão decente em HD e tal, mas fui protelando, protelando… e acabou que não vi e nem pretendo ver essa merda tão cedo. Não tenho por hábito assistir filmes, ler gibis, livros, etc., para receber lições de moral, muito menos pra ser doutrinado na arte de carregar a culpa alheia e os preceitos masoquistas da sua expiação e não vai ser agora que vou começar. Ainda assim, pretendo vê-lo algum dia, nem que seja pra confirmar a impressão que tenho desse filme, dado a sua premissa e o que li sobre , mas, sinceramente, não estou muito empolgado. Seja como for, a mídia adesista disse à época, que o filme conta a história verídica de um homem negro que, no séc. XIX, é raptado e obrigado a trabalhar como escravo. Uma das facetas do filme que foi mais comentada pelo esquerdaralho é o retrato que o filme faz da brutalidade da relação entre as mulheres brancas e as mulheres negras. Tudo muito bonito, mas, não deixa de ser abundantemente irônico à luz da realidade expressa nas fotografias curiosas que se seguem:

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Steve McQueen, diretor de “12 Anos de Escravidão”, com a sua esposa.

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Chiwetel Ejofor, o ator principal de “12 Anos de Escravidão”, com a sua deliciosa esposa.

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John Ridley, roteirista de “12 Anos de Escravidão”, com a sua esposa igualmente maravilhosa .

Para quem não percebeu: os homens por trás de “12 Anos de Escravidão” fizeram um filme brutal onde retratam os homens e as mulheres brancas como opressores sádicos e os homens e mulheres negras como vítimas oprimidas… mas, na vida real (assim como algumas atrizes badaladas), preferem mulheres brancas ou, no caso do roteirista, asiáticas, o que dá quase na mesma.

Os SJW são assim mesmo , não hesitam em dar-nos lições de moral e de nos tentarem fazer sentir culpados… mas, na vida real, são tão ou mais preconceituosos do que aqueles que atacam e criticam. Já se sabe que o sonho da maioria desses merdas  é viver num “paraíso” Orwelliano  onde todos sejamos iguais em tudo, desde o dinheiro que ganhamos ao fim do mês até ao alimento que consumimos. Claro que esta forma de pensar é exclusiva dos militantes idiotas úteis – a maioria, moleques retardados, que são sempre conduzidos por um ou um grupo de boçais que se acham os caras mais espertos do mundo. Porque os filhos das putas que de fato mandam no movimento (estudantil, sindicalista, etc.), esses não querem nada disso…

Na verdade, eles até querem isso sim, mas só para a população em geral, não para eles próprios (a elite do Partido). E também não é todos serem “iguais em tudo”, e sim, verem ser-lhes retirados os direitos e liberdades mais básicas, tal como a propriedade, para que TODOS os bens sejam propriedade exclusiva do todo poderoso “Estado”, que governará socando uma barra de ferro no rabo da manada de escravos mulatos “igualizados” por baixo. Não se engane, caro Contronauta, é nisso que consiste o marxismo / esquerdismo / socialismo / comunismo ou seja lá como caralhos você queira chamar esse câncer ideológico. Cada um desses vermes se vê como o cabeça de uma elite iluminada, em que ele detém o poder de decidir a vida e a morte da ralé. Todo projeto de neo-Stalin vê o resto do mundo como um bando de marionetes e ele, como o titereiro.

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E, agora, uma verdade que vai deixar muitos de vocês bem incomodados e putos de raiva comigo: esses atores e cineastas negros tão engajados na causa são duplamente hipócritas: passam a vida reclamando de “opressão” dos brancos e devem muito do espaço conquistado em suas áreas de atuação a esse chorume, mas, se casam com brancas (o que não tem nada de mais, só é engraçado) e quando tem a oportunidade de viabilizar seus projetos, nunca – NUNCA –  denunciam a escravidão a que SEUS ANTEPASSADOS (que fique bem claro) foram sujeitos pelos muçulmanos e que ainda existe, de fato, em alguns países mundo afora. Sobre isso ainda não vimos (nem veremos brevemente) um filme de Hollywood. Nem sobre os gulags. Nem sobre a discriminação e assassinato de cristãos e homossexuais no mundo islâmico. E muito menos veremos filmes que retratam a escravatura dos africanos nas mãos de outros africanos. Afinal, mesmo entre os negros, havia (há?) escravatura…ou vocês acham que foi o homem branco que chegou lá e inventou essa merda?
Conta a história que ALGUNS negros eram tão hipócritas, traidores e filhos da puta, que muitos deles na altura da escravatura “ofereciam” outros negros aos senhores brancos, as vezes até familiares ou amigos… e isto quando eles mesmos não SE ofereciam  por sua própria iniciativa, para fazer trabalhos de todo tipo, alguns bem humilhantes a troco de dinheiro, bebidas, cigarros e etc. Digo e repito, sublinhado e em negrito (mais um chiste que não deu pra evitar, rsrs): por iniciativa própria. Mas, depois de séculos, seus “descendentes” – e muitos, nem isso –  vêm fazer-se “vítimas” da “exploração branca”.
É  bom dizer, sem generalizar, que talvez, se dependesse de alguns negros, a escravatura ainda continuaria até hoje. Foram os brancos que acabaram com essa abominação. Não foram eles, os negros… nem os árabes e nem os judeus.
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Enfim,  já sabemos como as coisas são: a narrativa da culpa pela escravatura é só para os brancos / caucasianos. Os outros povos estão todos isentos dessas coisas desprezíveis… E quanto aos  que pagam para ver e celebram esse tipo de lixo de filme e que assim contribuem para o sustento desta corja que difunde essas falácias, só tenho uma coisa a dizer: a culpa é de vocês, que financiam essas merdas.
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PS: Porra, até um filme sobre o Bush fizeram, onde o retratam como um bêbado burro, idiota e desmiolado, que só conseguiu chegar a presidência dos Estados Unidos por ser filho de quem era (o que não deixa de ser uma verdade, hahahahahaha)… mas sobre o Fidel, o Chavez ou  o Allende, nada… Aliás, nem sequer sobre o Stalin, o Lenine ou o Trotsky, os mitos maiores do câncer chamado Comunismo.

 

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