Feministas: A Nova Face dos Serial Killers

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As feministas são, sem duvida alguma, o mais novo tipo de serial killer e me surpreende que até agora não tenham sido classificadas pela Criminologia e Psiquiatria Forense como uma nova categoria de assassinos em série. Mas o que é um “serial killer”?

Um indivíduo portador de uma sociopatia – um transtorno mental- que o torna indiferente as emoções humanas e que tem um profundo prazer em matar pessoas inocentes. O que é uma feminista? Uma mulher portadora de uma sociopatia – um transtorno mental- que a torna indiferente as emoções humanas – no caso o sentimento materno – e que possui profundo prazer em matar inocentes – neste caso, bebês.

São claras as semelhanças entre esses dois grupos.

Existem serial killers que matam apenas homens, como o fazia Jeffrey Dahmer; outros matavam apenas mulheres, como Ted Bundy ou o famoso e enigmático Jack o Estripador; já outros serial killers, como John Wayne Gacy, matavam apenas crianças… No final do século passado, surgiu uma nova categoria de serial killer, especializada em matar bebês ainda no ventre:  as feministas. Essas assassinas em série são muito “civilizadas” e querem agir dentro da “lei” e não mais na “clandestinidade” como seus pareas. As feministas querem “licença para matar”…  As Feministas são um tipo moderno serial killer muito “civilizado”, porque agora, para matar, querem agir “dentro da lei” e não mais na “ilegalidade” como agiam e agem os demais serial killers ao longo da história. A feminista exige do Estado, a “dignidade” da mesma, através da “legalização” de seu “passatempo sanguinário”, para que possa saciar em paz e com todo conforto e segurança e dinheiro público, a sua sede de sangue, o que esta sendo concedido paulatinamente pelo STF brasileiro.

A grande diferença entre as feministas e o serial killer clássico, é que o serial killer raramente matava seus parentes; já a feminista tem como a sua especialidade matar o próprio fruto de seu ventre. Nesse sentido, as feministas podem ser consideradas a mais cruel e fria categoria de assassinos em série, porque além de executar as suas vítimas na fase mais indefesa da vida – a fase intra uterina- atentam contra o seu próprio sangue…

Diferentemente do perfil do serial killer tradicional, as feministas não são figuras solitárias nem se escondem nas “sombras da noite”, mas em plena luz do dia e vivem em grupos (em bandos, melhor dizendo) onde compartilham de seus desejos e experiências macabras em reuniões particulares e também manifestações públicas. Os locais onde se reúnem são chamados de “associações” ou “ONGs” que se dizem lutar pelos “direitos das mulheres”, mas em verdade, isso são eufemismos, pois o interesse maior desses grupos se resume numa só palavra: aborto. Imagine se todos os serial killers que eu citei -Jack o Estripador, Ted Bundy, Jeff Dhamer, John Wayne Gacy, estivessem VIVOS hoje e, ao se encontrarem, decidissem criar a “Associação dos Serial Killers”; Estranho não? Pois foi justamente isso que as feministas fizeram criar aquilo que denominaram como “associações” e “ONGs” que lutam pelo “direito da mulher”, “direito” que no caso, é a satisfação da sede de sangue inocente que elas possuem.

Existe uma situação na qual a mulher pode atentar contra a vida de seu próprio filho: é o chamado “estado puerperal” ou como é popularmente conhecido “depressão pós-parto”. Trata-se de um transtorno psíquico que algumas parturientes enfrentam que pode lhes afastar da realidade, causando-lhes, delirios e alucinações, fazendo com que elas não respondam por seus atos, pois se encontram num estado de desorientação mental, sendo assim inimputáveis se tirarem a vida do próprio filho. Nao são punidas pois há caracterização legal de uma excludente de criminalidade. O que ocorre com as feministas é algo bem diferente do que acontece com uma parturiente que, por causa de alterações hormonais e psicológicas causadas pela influência do estado puerperal, tiram a vida do próprio filho.

Notem que as feministas, antes mesmo de engravidar, já planejam friamente matar suas crias e não possuem nenhum pudor de manifestar publicamente essa intenção criminosa, algo que uma mulher normal só o faria se fosse vítima de uma desorientação mental em decorrência do parto… A sociopatia fica mais clara, quando vemos que as mesmas feministas lésbicas, que na década passada lutavam pelo direito à adoção de crianças por “casais” do mesmo mesmo sexo, agora lutam pelo “direito” matar crianças através do aborto, mesmo sabendo que nao irão engravidar, pois não se relacionam com homens. Elas também sabem que, caso sejam estupradas, o Código Penal autoriza a interrupção da gravidez nessa situação. Então eu faço a seguinte indagação: por que as feministas lutam pela descriminalização do aborto senão pelo “prazer” que decorre do “poder” de tirar vidas inocentes, o mesmo sentimento que também estava presente nos serial killers?

Diante do exposto, é inegável que estamos diante de uma nova classificação, de uma “nova face” de serial killers -as feministas- categoria esta que considero a mais fria, desumana, cruel e violenta, por gozar de laços de sangue e da mais profunda intimidade que se possa existir com a sua vítima, o seu próprio filho; vítima esta, que se encontra na maior situação de fragilidade da existência humana: a vida intra uterina.
A bíblia previu o surgimento dos serial killers quando o apóstolo Paulo escreveu em 2 Timóteo 3:3-13, que nos últimos tempos surgiriam algumas pessoas não teriam “afeição natural”, ou seja, não desenvolveriam sentimentos humanos, o que é típico de sociopatas, como vemos entre as feministas, mulheres desprovidas de qualquer sentimento materno.
A bíblia sendo atual como sempre.

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