Parece coisa do Sensacionalista, mas não é: refuJIHADo muçulmano estupra mendiga de 67 anos em Portugal

O vídeo que você assistirá a seguir é mais um testemunho do quão fundo estão indo os governantes europeus ao abrir as pernas e as portas de seus países a esses “pobres coitadinhos que fugiram da guerra”. Vez ou outra, a gente posta umas bizarrices que estão acontecendo no Velho Continente, consequência da política entreguista de ceder abrigo a todo e qualquer refujihado que bate às suas portas, mas, dessa vez a coisa passou alguns níveis acima dos níveis de absurdo que já estão virando rotina por lá. Se liga nessa merda que aconteceu na terra dos nossos colonos duas semanas atrás:

O homem que agrediu e violentou uma mulher sem-teto, em Albufeira, Portugal, tem estatuto de refugiado e é oriundo da Eritreia [a Eritreia está em guerra com quem, exatamente? Queria saber…]. O estrangeiro, de 38 anos, foi detido pela Diretoria do Sul da Polícia Judiciária e integra um grupo de 15 refugiados que chegou a Portugal no final de Outubro. Ibrahim Salem [<ironia>um nome nada islâmico, evidentemente… <ironia>], entrou em Portugal no dia 28 de Outubro e foi acolhido pela Fundação António Silva Leal, em Albufeira, junto com outros refugiados que estavam retidos na Itália. Na madrugada de quinta feira abordou a vítima, de 67 anos (67 FUCKING  anos, caralho!), que se abrigava do frio na entrada de uma dependência bancária, na baixa de Albufeira. De acordo com a PJ, ‘mediante o uso de força física, despiu-a parcialmente e face à resistência da vítima agrediu-a, tendo-lhe provocado fracturas maxilo-faciais e nasais’.

A vítima foi socorrida pelos Bombeiros de Albufeira e INEM e internada no hospital de Faro. Minutos depois do crime, o agressor foi interceptado por um jovem de 21 anos, que o conseguiu imobilizar até à chegada da GNR. A PJ realizou diligências que confirmam a agressão e a violação. O homem foi colocado em prisão preventiva por ordem de um juiz.

Frequentemente escuto  o “argumento” de que não devemos temer os “refugiados” porque pouquíssimos deles tem como destino o Brasil, que o foco deles está mesmo nesses países da Europa. Bem, como esta  notícia bizarra ilustra, não é a quantidade que preocupa, mas, a qualidade – e sim, no ano passado e neste, andaram chegando muita gente daquelas bandas, quando na época da comoção gerada pelo êxodo em massa de sírios buscando sair da desgraça que se encontravam, dona Marmota, a Dilmãe disse “venham, nós estamos de braços abertos pra receber todos aqueles que quiserem morar no Brasil”. Dona Capivara, como sabemos nunca foi uma pessoa que primasse muito plea inteligência, então, alguns deles cairam na lorota dela e vieram mesmo. Principalmente aqui em São Paulo, onde a maioria foi recebida e abrigada pela Igreja Católica.

Regra geral, esses refuJihados  são oriundos de culturas islâmicas tacanhas e atrasadas, onde a misoginia é ativamente incentivada e recompensada – coisa que não se vê nenhuma feminista condenar. Pelo contrário, são as primeiras a dizerem que o Islã é “a religião da paz e do amor”. Sim, realmente dá pra ver que é muito amor envolvido, quando lemos notícias grotescas como esta: http://extra.globo.com/noticias/mundo/familias-pedem-autorizacao-para-matar-filhas-evitar-estupro-em-aleppo-20647537.html E assim como fazem nos seus países de origem, esses desgraçados tendem a atacar precisamente aqueles que são ou estão mais vulneráveis: os idosos, as mulheres, os sem-abrigo e as crianças.

A única solução – e isso vale pra qualquer país – é não importar refugiados, sobretudo homens que, como esse parasita estuprador, deviam estarem combatendo ou a trabalhar pelo seu país. Refugiados DE VERDADE são os velhos, as mulheres e as crianças apenas. Os homens em idade de trabalhar não são refugiados, são INVASORES e tudo o que eles fazem é morder a mão que os alimentam e cuspir na cara daqueles que se compadecem com seu “sofrimento”. De filhos da puta tipo esse pode-se esperar de tudo o que for de mais ruim e grotesco. São animais incivilizados, ratos bípedes. Por mais revoltante que seja o caso desse eritreu que estuprou e espancou gravemente (com várias fraturas) essa mulher, no final das contas, é uma boa lição para os burocratas  e idiotas que acreditam que ao estar recebendo essa corja, estão fazendo “justiça social” – mesmo indo contra a vontade de sua população que se opõe veementemente a botar essa gente pra dentro de suas casas.

Fico por aqui, com mais uma observação sobre a hipocrisia aberrante dessas políticas escrotas e politicamente corretas: o tal “refugiado”, o estuprador tinha residência e recebia subsídios do governo português para se sustentar; a velha, que foi abusada, era portuguesa,  não tinha abrigo e tinha que mendigar para conseguir algum para comer.

 

 

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