O Império (Da Ditadura Gayzista) Contra Ataca…

Era uma vez, numa galáxia muito, muito distante… Uma cambada de filha da puta escroto que não consegue deixar ninguém em paz e que quer forçar goela abaixo de todo mundo as suas merdas o tempo todo. E um alvo que vem sendo constantemente atacado é a série de filmes Star wars. E esses filhos da puta conseguem ser mais nocivos e ameaçadores para toda a galáxia que qualquer Darth Vader ou Imperador Palpatine da vida.

Ano passado a patrulha se assanhou com a (remota, quase inexistente) possibilidade de o piloto do X-Wing, Poe Dameron ser gay. E mais idiota ainda, de que o protagonista do filme, o Finn também fosse, assim formando o primeiro casal gay na franquia criada por George Lucas 40 anos atrás. Mesmo que em nenhum momento do filme, algo do tipo seja sugerido – pelo contrário, o negão fica babando na delicinha da Rey o tempo todo – o Império da bandeira colorida insistiu no lobby pra “shippar” os dois personagens, mesmo isso indo contra a vontade da MAIORIA  dos fãs de verdade da franquia e do estúdio, que nunca se posicionou ou deu alguma declaração favorável a respeito. Semana passada estreou nos cinemas do mundo todo o Rogue One: Uma História Star Wars, que se trata de um filme derivado da série principal e que se passa instantes antes dos acontecimentos do Episódio IV – Uma Nova Esperança. Rogue One vem fazendo um relativo sucesso de bilheteria, apesar de não ter a mesma popularidade entre os fãs, já que pouco se comenta sobre esse filme, uma semana depois de seu lançamento. Porém, um ponto desse filme tem sido motivo de discussão e polêmica, e mais uma vez, pelos motivos mais cretinos possíveis…

A mais nova loucura dos “nerds” LGBTQ gringos é dizer que os personagens Chirrut Imwe ( Donnie Yen ) e Baze Malbus ( Jiang Wensão um casal gay. Segundo esses doentes – e aqui, nem tô falando de perversão, mas, de oligofrenia mesmo – a vetusta dupla de guerreiros combalidos tem uma espécie de ‘vibe’ de casal homo-afetivo em todo o filme. Justificado, nas palavras deles, pelo fato de rolar uma camaradagem óbvia entre os dois e por causa de duas ou três frases que eles trocam ao longo do filme. Para mim, ao ver o filme, entendi que a unica relação entre os dois que poderia ser interpretada é a de fraternidade, de amigos de guerra, com anos de combate em conjunto. Momentos como quando Imwe diz a Malbus: “Eu não preciso de sorte. Eu tenho você “, aquilo significa que existe uma amizade verdadeira ali, e que um confia cegamente no outro, como qualquer pessoa o faria estando junto a uma pessoa que ela acredita e que se cuidam mutuamente, sem necessariamente ter sexo envolvido nisso. Por essa mesma lógica deturpada de merda, Han Solo e Chewbacca também devem ser um casal gay pra esses merdas…

No entanto, para os gayzistas, não existe esse negócio de ‘amizade’ pura e simples. Tudo tem que ser encarado na base da putaria e da pegação… Toda relação humana é baseada unicamente na vontade das pessoas de treparem umas com as outras. Por isso, que para a quase totalidade das pessoas que assistiu Rogue One, o que ficou evidente é que esses dois personagens eram mais que apenas bons amigos, mas, melhores amigos. E isso existe, caralho! Quem nunca teve um grande amigo na vida? Mas, na visão distorcida e invertida de certas pessoas com problemas psicológicos e mentais, essa amizade de dois guerreiros aposentados mudou completamente para uma relação amorosa de um  casal de velhos gays. E isso, numa franquia que muito pouco foi explorado em se tratando das relações amorosas de seus personagens. Não sou o maior entendido de Star Wars, mas, pra mim o que sempre foi mais importante ali era a construção e evolução dos personagens e a ação – tudo muito clichê, é claro – mas, tirando os romances de Annakin/Amidala e Han Solo/Leia, o foco de Star Wars sempre foi a aventura.

Então, não. A cena da morte de Chirrut nos braços de Malbus não é indicativo nenhum de que eles passaram anos um comendo a bunda do outro, tampouco o que acontece depois, quando Malbus sai desgovernado e cheio de ódio matando tudo o que é Stormtrooper que vê pela frente. O cara tava simplesmente puto porque esses filhos da puta mataram seu melhor amigo e unico parceiro (de camaradagem, e não de nheco-nheco, viu seu viadinho?) que ele tinha na vida, o que é totalmente compreensível, se você é uma porra de um ser humano e não apenas um psicopata predador sexual destruidor de cus e agasalhador de pirocas alheias.

Caralho, assim como em O Despertar da Força, mal dá pra notar alguma tensão romântica séria no par de protagonistas (Jyn Erso e Cassian Andor), muito menos que tenha sido a intenção dos realizadores do filme sequer induzir que tivesse alguma coisa a mais entre os dois tiozinhos quebrados. Não existe nenhum sinal de conexão amorosa entre eles, assim como também não há entre Jyn e Cassian, que não se pegam nem mesmo na conclusão do filme, prestes a serem atomizados pela Estrela da Morte. Apesar de que certamente teve uma certa expectativa de que rolasse pelo menos um beijinho de cinema, sequer chegaram a esboçar tal reação, ficando apenas num abraço fraternal em sua ultima cena na praia.  Então, esqueçam isso, Chirrut e Malbus não são gays e ponto final.  São apenas dois caras que  compartilham um vínculo profundo por causa do que eles passaram juntos e não porque são um casalzinho. E claro, mais uma vez, isso não foi oficialmente confirmado pela Disney – nem nunca será.

Tudo isso não passa, como sempre de mais uma forçação de uma minoria barulhenta e chata pra caralho, querendo impor suas vontades em nome da falácia chamada “representatividade” – que, com bom senso pode ser benéfica e bem vinda em qualquer situação, mas, que na mão dessa gente só é usada com o propósito de deturpar e destruir seja lá o que eles quiserem usurpar. E ultimamente esse papo tem aparecido em toda e qualquer produção com um mínimo de relevância e alcance de público. Foi assim no começo do ano quando tentaram “shippar” o Capitão América com seu AMIGO  Bucky, acontece nos quadrinhos e nos games toda hora… Esse povo dos movimentos LGBTQ quer enfiar sua porra de agenda política/ideológica no cu de todo mundo, essa é a verdade. E se escondem sob o escudo de que estão fazendo isso em prol de obter legitimidade representativa, como se  impor autoritariamente fosse a melhor forma de defender suas pautas. Querer que todo mundo engula FORÇADAMENTE seu fanfic gay não vai fazer suas viagens na maionese se tornarem reais da noite pro dia. Muito menos, obrigar a Disney a fazer a vontade de vocês a transformar isso em cânone, eles não tem a menor obrigação disso.

Não acreito que só eu  ache escroto quando tentam forçar essa ideia de que amizades entre pessoas do mesmo sexo TEM QUE ser automaticamente gays. Isso começou décadas atrás, em tom de galhofa com Batman e Robin, mas, nunca tinha passado de brincadeira. Agora, essa “zuera” está sendo seriamente considerada para tudo, desde Capitão América/Bucky, Poe Dameron/Finn e agora isso. Vagabundo nunca ouviu falar de coisas como “camaradagem” ou “fraternidade”? como essa putada adora dizer, “estamos em 2016″, ninguém precisa usar de sub-texto pra retratar relacionamentos gays em obras de ficção. Se um personagem foi concebido pra ser gay, ELE SERÁ gay, caralho! Você vai ficar sabendo, eu vou ficar sabendo, todo mundo vai. Porra, provavelmente o estúdio (ou editora, sei lá) vai soltar um mega comunicado de imprensa com todos os detalhes de como esse personagem é gay meses antes do filme ser lançado e isso vai estar estampado com todo o destaque e esplendor em todos os sites de notícia, com seus redatores (quase todos também gays) exaltando com mil elogios o quanto os produtores estão sendo ousados, inclusivos, progressistas, etc… Mesmo que toda semana saia uma bosta de notícia igual a essa, mas, eles sempre serão chamados de divos, lacradores, modernos, inovadores, etc…

O problema aí é que essa galera da diversidade, da representatividade não pode fazer como o resto do mundo e apenas ir  assistir a caralha do filme e se divertir, sem querer reinventar  cada personagem e tudo mais para que seja gay como eles são. Tudo e todos tem que ser gay. Gay, gay, gay, gay… E foda-se, pau no cu de quem não gostar.  Eu vejo direto gente gritando ostensivamente ser “orgulhoso/a” de ser quem e como é, de sentir bem em ser “diferente”,mas,  isso é só da boca pra fora. Pois, são os primeiros a serem intolerantes com tudo que lhes é diferente e exigem que todos e tudo sejam como eles queiram. Só a visão de mundo deles é a certa e pode existir. Nenhum relacionamento pode ser platônico ou desinteressado para essa gente. Tudo parece se resumir à cu e piroca. Piroca e cu.

Logo, nada pode ser mais importante em um filme do que tranquilizar um pequeno grupo de pessoas que assistem esses filmes, mostrando que personagens ficcionais transam da mesma forma que eles. Em cada filme, não importa o contexto, nem pra que público é dirigido, é obrigatório ter a maldita da “representatividade” enfiada por todos os lados. Representatividade uber alles e se não gostar, já sabe… E agora, não basta um, tem que ter pelo menos um casal “representativo”.  E depois, um ménage, que vai evoluir pra uma suruba…  Daí até em um Star Wars vindouro eles mostrarem personagens brincando de chuva dourada em uma batalha com seus sabres de luz eretos, ou dois Stormtroopers fazendo um “2 gays, 1 cup” com a nobre intenção de proporcionar a visibilidade, representação e o destaque que esses floquinhos de neve  especiais tanto merecem. A verdade nisso tudo é que se levarem em conta (e pras telas) todos os desejos dos LGBTistas e SJW em geral, os estúdios de Hollywood estarão literalmente fodidos – e falidos.

trap

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