Homens e mulheres brancos e héteros: A MTV É RACISTA E ODEIA VOCÊS!

Reza a lenda que em priscas eras, a MTV foi uma emissora de TV que tinha como seu principal conteúdo a música e assuntos correlatos a ela. Isso foi há muuuuuuuuuitos anos atrás, hoje, o mundo tá pouco se fodendo pra essa inexpressiva emissora. A verdade é que ninguém precisa mais da MTV. As gravadoras e os artistas certamente é que não. Os telespectadores, com o Youtube e outros canais de vídeo, muito menos. Os consumidores, do que quer que seja, nem se fala. Enfim, vamos encarar os fatos: a MTV há uns bons 15 anos aí não passa de um veículo decadente e em franco processo de extinção.  Tirando comunicólogos e formandos em História da Comunicação, ninguém vai sentir falta da MTV. Resumindo, se nem mesmo nos anos 90 a MTV tinha algo de relevante, hoje ela é só uma nota de rodapé na história da cultura pop mundial. 

Quando surgiu nos anos 80, a MTV foi uma novidade interessante. E mesmo nos seus primeiros anos aqui no Brasil, tinha coisa que valia a pena ver. Mas, isso logo acabou. Da segunda metade dos anos 90, sua importância foi ficando cada vez menor, assim como o declínio da indústria dos vídeo-clipes. Não é a toa que a MTV americana começou a passar qualquer coisa menos vídeos, como por exemplo, os primeiros reality-shows que se tem notícia. Ou seja, a MTV é a responsável direta por lixos como A Fazenda e BBB, obrigado, de nada. Com o declínio da indústria dos vídeos muscais, a ‘Music Television’, mais do que uma contradição em termos, se tornou uma piada de mau gosto. A internet assimilou sua função de forma mais digna e funcional, como um meio muito mais barato e rápido para divulgação de vídeos e artistas de qualquer parte do mundo. E o mais importante: sem jabá. É como dizia aquela música: se o vídeo matou o radiostar, a internet matou o videostar – e a MTV, de tabela.

A MTV abandonou a música em geral, principalmente o rock, pois, simplesmente, sustentar e promover bandas anódinas e apócrifas não dá dinheiro, nem audiência no Ibope. Esses pobres coitados sem talento, que faziam uma musiquinha dita ‘alternativa’, tão alternativa que ninguém ouvia, e que antes eram os queridinhos da emissora, isso, quando ainda tinham algumas que prestavam, foram devidamente deixados à míngua. Além de dependerem da MTV para tudo, a maioria desses artistas nunca conseguiu sair dessa vidinha clichê de pseudo-pop-star sem futuro. Essa gente são os únicos  que tem motivos pra reclamar do ocaso da MTV, pois, afinal perderam o único espaço que possuiam para perpetuar suas carreiras medíocres. Mas, no fundo esse pessoal tem mais é que se foder mudar de profissão. Pois, “se não tem competência que não se estabeleça”, já dizia aquele velho ditado…

Vejam o caso do cantor Amado Batista, o verdadeiro mito da verdadeira Música Popular Brasileira, mas, que é chamado com tom pejorativo por seus representantes como o “Rei do Brega”: ele é o melhor exemplo para entender o que estou falando. O cara está nesse negócio de música há quase 50 anos anos, e já vendeu mais de 15 milhões de discos no Brasil. Nunca precisou de porra de MTV, nem de Faustão, Luciano Huck, de ninguém para vender seus discos. Sempre batalhou seu próprio espaço, e não conquistou seu público da noite para o dia. Tanto que só há pouco tempo foi reconhecido no sul do país. Quando a MTV em poucas vezes em sua existência abriu suas portas para alguém como ele, fez por merecimento, não para dar uma força, ou para fazer um favor. Já os geniozinhos que a MTV carregava nas costas, com seis meses de carreira e sequer um disquinho lançado, já queriam clip na programação, bajulação da crítica etc.Sério em seus 30 anos de existência, me digam UM astro mundial que a MTV descobriu ou que se tornou grande por causa dela,um só. Unzinho. Nada ainda? Vai pensando aí enquanto escuta 3 horas de sucessos do velho Amadão…

Para se reinventar, a  MTV (tanto a brasileira quanto a gringa) marcou uma tentativa de aproximação com a televisão de verdade, aquela que tem uma audiência maior que um traço no Ibope, coisa que a MTV dava duas, três vezes ao ano no máximo.  Assim, passou a  assumir uma abordagem mais “engajada” em sua programação, com programas de teor mais, digamos assim… “politizados”, visando  pagar as contas e  dando lição moral de cueca, como certo partido político que conhecemos. Inclusive, se a MTV descolasse um programa assistencialista e eleitoreiro para o nordeste ela seria igual ao PT. E se a MTV descolasse uma sessão de filmes dublados seria igual a todas outras emissoras. Depois de arruinar a música pop para sempre, a MTV passou a ter como objetivo  arruinar a Internet. Mas, essa os filhos da puta não levaram. Já que a internet acabou com eles antes.

Com o tempo, imagino que seus executivos se deram conta de que uma TV como a MTV não vive só de publicidade. Mesmo que vivesse, uma emissora sem audiência não atrai muitos anunciantes. E nas duas últimas décadas, vamos convir que música passou a ser uma coisa bem menos interessante do que era nos saudosos anos 90. Portanto, a questão na mudança da programação da emissora não é sobre ser alternativa, politizada ou engajada, mas, sim sobre ser lucrativa. Daí entramos agora no ponto em que eu queria chegar: com a MTV cada vez mais irrelevante no que ela se prestava em seus primórdios e a fim de se manter “moderna” e de “vanguarda”, ela foi se tornando nos últimos anos cada vez mais um veículo privilegiado para a propagação de ideologias da esquerda “progressista” e em particular, do racismo anti-branco. Se duvida, assista esses dois vídeos fodásticos do nosso Contronauta homorário, o Paul Joseph Watson: o primeiro, de março deste ano, é um ataque baixo, rasteiro e inescrupuloso aos homens (brancos, é claro), com viés totalmente feminista, como não poderia deixar de ser. O segundo, mais recente, é uma verdadeira declaração de ódio a todos as pessoas brancas do mundo, homens, mulheres, crianças. Racismo nojento da pior espécie…

Putaqueopariu… é muita merda. Imagine isso se fossem trocados os emissores e o alvo do ataque. Não precisa ser muito imaginativo. Enfim, vivemos numa época e em um mundo saturado de mentiras e de propagandas que visam apenas a destruir a reputação a quem elas são voltadas contra. Um exemplo dessa propaganda, que se ouve recorrentemente é o que vivemos martelando aqui: a forçação de barra que fazem quanto a questões de inclusão, apenas para atender as taras e fetiches de uma minoria insignificante, que reivindica muito ‘representatividade’, mas, que não dá o devido retorno botando dinheiro dos seus bolsos pra bancar as merdas que foram feitas para eles. E quando alguém questiona, logo é acusado dos piores e mais indefensáveis crimes que podem existir, como racismo, fascismo, nazismo, etc…

Antes de ir, fica aqui um recado pra dona MTV: Acordem para a realidade, seus filhos da puta. Enquanto as mulheres representam a maior parte das pessoas em qualquer país,  o câncer chamado “Feminismo”, um movimento falido de quase 60 anos é lindamente desconhecido e ignorado pela grande maioria  das mulheres de todo o mundo – o mesmo vale pra os Black Hitlers e a Gaystapo. E seus vídeos racistas, misândricos e estúpidos de merda não vão mudar isso. Vocês acham que podem doutrinar esta geração de jovens e tentar fazer lavagem cerebral neles… Mas, tirando aqueles (a grande maioria, de retardados da internet), que já estão com o cérebro atrofiado pelo lixo da ideologia doente de esquerda – ou “Marxismo Cultural”, como preferirem – o resto, as pessoas que vivem no mundo real, vocês não vão dominar, pois, essas estão pouco se lixando pra vocês.

MTV É RACISTA.

MTV É CÂNCER

 

“Não me convidem para nada na MTV. Nunca.”
Romário em fax enviado ao antigo programa Rock Gol, que passava nas noites de domingo na MTV, mas, cuja categoria sempre foi de segunda.

 

 

É… o baixinho sabe das coisas.

 

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