OUTRAGE! O Tributo do MITO À Princesa

Após a notícia do falecimento da atriz Carrie Fisher,  ocorrido ontem a tarde, o artista -e mito – Frank Cho compartilhou em suas redes sociais uma arte pra uma capa variante não publicada para a revista Star Wars # 1, que foi encomendada, mas, rejeitada para publicação pela Marvel Comics. Frank  disse que ele foi informado de que a Lucasfilm / Disney não estava mais permitindo que os artistas desenhassem a Princesa Leia no famoso e sexy traje de escrava para evitar polêmicas entre o público feminino (leia-se: feminazis escrotas, que não compram gibis). A “Escrava Leia” de O Retorno de Jedi sempre esteve envolta em  controvérsia ao longo dos anos, com muitos debates rolando em torno de a  vestimenta ser apelativa ou não, se ela contribuiu com a objetificação feminina, se só serve ao fetiche dos nerds pra bater punheta,  e etc. Apesar de ser uma visual bem popular entre as cosplayers, o traje caiu nas (des)graças das feministas nos últimos anos, o que fez a Disney covardemente arregar pra elas e tirar tudo o que fosse relativo a esse visual de circulação, desde que eles adquiriram a franquia Star Wars.

A falecida deixou claro em várias ocasiões o quanto nunca curtiu ter ficado famosa por vestir um biquini fetichista e posar de bibelô pra um monstro que mais parecia uma pilha de merda. Como quando  disse que o quanto sentiu satisfação em fazer a  cena em que ela mata o Jabba, mas apenas porque “eu serrei seu pescoço com aquela corrente que ele me prendia . Eu realmente gostei disso porque eu odiava usar aquele traje, e eu não via a hora de finalmente matá-lo. “ Fisher também disse para Daisy Ridley a Rey de O Despertar da Força , “Você deve lutar por sua roupa. Não seja uma escrava como eu era . Lute contra essa roupa opressora “. Comentários esses, que foram amplamente ovacionados pelas ‘feministas nerds’ do mundo todo.

A grande ironia nesse caso, é que a própria Carrie Fisher era uma feminista convicta e  ela realmente odiava o biquíni de metal. Então, por mais que ela tivesse a fama de bonachona e espirituosa ao se referir a si mesma e a sua vida sempre de forma descontraída, duvido que ela iria gostar da homenagem, caso tivesse a chance de ter visto o desenho acima.

Mas… FOOOOOOOOOOOOOOOOOODA-SE. Compreendo a posição de Carrie, e somente ela tinha o direito de fazer alguma crítica quanto a ter sua imagem relacionada a um objeto sexual e motivo de incontáveis bronhas por gerações a fio. Mas, ainda assim é um traje muito bonito, lhe caiu muito bem e muito da fama que ela teve ao longo da sua vida se deve às cenas em que ela apareceu vestida com ele, então, né… menos, bem menos. Esse traje de escrava praticamente bancou todos os quilos de cocaína que você cheirou até o fim da sua vida, dona Princesa. E quanto ao desenho, é mais um dos grandes trabalhos artísticos do Mestre Cho e fica como um verdadeiro tributo ao legado da falecida e da personagem que a consagrou. É uma pena que essa belíssima capa nunca será lançada, por culpa da ditadura do Império do Politicamente Correto, que vem cumprindo impunemente sua missão de estragar tudo por onde passa.

Mas, lembre-mo-nos (mesóclise!) da eterna Princesa Leia assim: linda, gostosa, jovial e desencanada. E não a bruaca feminista que veio se tornar depois de anos de amargura, ostracismo… e feminismo.

 

 

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