Finalmente a Marvel caiu na real: DIVERSIDADE FORÇADA NÃO VENDE GIBIS!

 

COMO É BOM ESTAR CERTO! Não é novidade pra ninguém que nós do Contra abominamos praticamente tudo o que a Marvel vem publicando nos últimos anos, com esses relançamentos um atrás do outro e com a premissa de promover a “diversidade” (de gênero, étnica, social, ideológica, etc.) Ou seja, fazer gibi lacrador pra justiceiro social (leia-se: idiotas da internet) bater palminha no Twitter e fazer textão lacrador no Facebook, mas, que na prática saíram-se verdadeiros fracassos, NÃO VENDERAM PORRA NENHUMA E NINGUÉM LEU. Finalmente caiu a ficha pra Marvel de que a direção que estavam tomando era totalmente errada, coisa que vínhamos repetindo constantemente desde que iniciamos nossas atividades aqui no Contra, há pouco mais de 1 ano atrás. Decididamente, somos um site à frente de nosso tempo.Praticamente fomos os únicos a defender que uma hora a casa da ex-casa das ideias ia cair por conta dessas iniciativas inescrupulosas e rasteiras de cagarem em cima de seus personagens, de seu legado e de sua história e o pior de tudo: foder com os seus verdadeiros leitores em detrimento de um eventual novo público, que como agora todos bem sabem, nunca apareceu, estão pouco se fodendo pra Marvel e pra suas cartilhas ideológicas disfarçadas de gibizinhos de super-heróis.

E o que aconteceu pra que de repente todos se voltassem pra situação lastimável que a Dona Marvel se encontra e que virou manchete em todo canto hoje (inclusive, de oportunistas que sequer sabem do que estão falando)? Seguinte:

Há algum tempo estavam rolando uns boatos sobre os planos da Marvel para um relançamento de sua linha editorial adotando uma postura mais tradicional, com seus heróis clássicos que foram escarrados nos últimos anos retomando suas verdadeiras identidades e mandando esses novatos merdões e forçados e a tal da diversidade pra casa do caralho, já que isso além de estar matando o Universo Marvel, ainda deu um belo prejuizo pra editora. Esse novo relaunch, chamado internamente de “Make Mine Marvel” (“Faz a minha, Marvel, “ ou “Marvel, me ajuda aí, pô!”) seria nos moldes do bem sucedido Rebirth da DC, com uma pegada mais tradicional, apostando devidamete no que é mais certo e garantido e deixando essas babaquices “progressistas” de lado.

Teve uma entrevista com o escritor Marc Guggenheim sobre seu run na nova fase dos X-Men (que começou semana passada com o lançamento da revista X-Men Prime 1), em que ele disse que os X-Men pós-ResurrXion seriam “mais sobre os X-Men como heróis do que  como uma minoria lutando por sua existência.” Além disso, saíram algumas notas de que a Marvel planejava dar uma moratória nessa putaria que vinha sendo recorrente nos últimos anos de usar seus gibis como plataforma de agendas políticas (majoritariamente de esquerda, claro), mesmo tendo noção de que não seria possível fazer isso no curto prazo,  já que era tarde demais para mudar de direção devido à sua próxima e execrável saga Império secreto, que pela premissa, dá sinais de que mais SJW, impossível. Porém, com a mudança de planos, foi decidido que esse lixo seria a pá de cal definitiva pra esse tipo de narrativa rasteira.

Quando a gente falava que esse tipo de abordagem ativista e engajada não funciona em gibis de super-heróis (ao menos não em primeiro plano), muitos tentaram nos desqualificar com as acusações de sempre: “preconceituosos”, “racistas”, “fascistas”, “homofóbicos”, enfim, o de sempre… Até que sexta feira, o impensável até então, aconteceu: a Marvel assumiu que o Contra estava certo desde o início: DIVERSIDADE É O CARALHO!  E como isso aconteceu? Com certeza, você já deve ter lido muito sobre isso nesta segunda feira, claro, passado por gente muito menos qualificada que nós do Contra pra tratar do assunto, porém, só agora tivemos tempo pra parar e nos manifestar sobre “a polêmica do dia”, pois, diferente da maioria desses vagabundos que escrevem pra esses outros sites, eu trabalho, hahahaha.

Mas, vamos lá… No encontro promovido pela Marvel pra dar satisfação aos lojistas das comic shops americanas sobre o porque de seus gibis estarem uma merda e não venderem, o Vice Presidente de Vendas deles, o infame David Gabriel foi bem  contundente e preciso em sua avaliação: OS LEITORES ESTÃO POUCO SE FODENDO PRA ESSA CARALHA DE DIVERSIDADE. SIMPLES ASSIM.

O que ele disse: “Estamos num período em que a cultura pop como um todo tem se colocado numa discussão maciça sobre inclusão e diversidade. Foi um tema maciço no último Oscar. Isso meio que adentrou em nossa cultura, através da Disney e em todo o resto. E pensamos muito nisso. Mas o negócio da Marvel não é sobre política. É sobre contar histórias do nosso mundo. Quero acreditar que somos uma extensão do que o Stan (Lee) fez. Quando eu olho para o que estamos fazendo, estou procurando contar histórias que sejam relevantes para o nosso tempo. Isso é importante”.

Eu não sei se esses consumidores que gostavam do que fazíamos nos últimos três anos estão de fato apoiando tudo o que estamos tentando agora,  qualquer coisa que nós tentamos, qualquer um dos novos personagens que trazemos, ou mesmo se eles estavam realmente comprando naquele momento, ou se, eles mudaram de ares(…). Mas o que definitivamente houve foi que todo mundo virou as costas para as coisas que estávamos fazendo com sucesso pelos últimos três anos, e isso agora não é mais viável. Vimos isso acontecendo e tivemos que reagir. Então, foi isso.

ICv2: A pergunta de um milhão de dólares: Porque essa mudança de ares?

Acho que essa é uma questão que é mais para os lojistas que trabalham com todas as editoras. O que escutamos por aí é que as pessoas não querem mais diversidade. Que eles não querem mais personagens femininos. Foi o que escutamos, quer nós acreditemos nisso ou não. Eu não sei se isso é verdade, mas é o que vimos acontecer nas vendas. O que vimos acontecer nas vendas é que qualquer personagem ligado a diversidade, qualquer personagem novo, nossos personagens femininos, qualquer coisa que não fosse um personagem do núcleo da Marvel, as pessoas estavam mandando à merda (que é o devido lugar deles ~Imperador). E isso foi muito difícil pra gente, pois tínhamos uma série de novas e excitantes ideias que estávamos querendo trabalhar com eles e nada de novo parecia estar funcionando.
 
Foram as coisas mais antigas voltando que deram certo nesse período, no caso três gibis em particular. Amazing Spider Man: Renew Your Vows, aquele em que o Homem-Aranha e a Mary Jane estão casados, esse funcionou. Mais a revista do Venom e a revista do Thanos que funcionaram. Você pode concluir o que quiser das pessoas que gostaram dessas três revistas, mas que é definitivamente e especificamente um tipo de leitor e colecionador de quadrinhos que realmente gostou dessas séries.
“Ao discutir candidamente com alguns lojistas na reunião, escutamos que alguns deles não estão felizes com o nosso falso abandono dos heróis principais da Marvel e, ao contrário do que muitos disseram que eles não funcionavam, o fator principal e a popularidade que a maioria desses novos títulos e dos personagens como a Garota-Esquilo, Miss Marvel, Poderosa Thor, Gwen-Aranha, Miles Morales e Garota da Lua tem, continuam a provar que nossos fãs e nossos lojistas ESTÃO animados quanto a esses novos heróis. E que fique claro, esses nossos novos heróis não vão para lugar algum. Estamos orgulhosos deles e animados de continuar introduzindo esses personagens únicos que refletem as novas vozes e novas experiências dentro do Universo da Marvel e vamos parear eles com nossos heróis icônicos”.
 
“Também estamos ouvindo das lojas que receberam e abraçaram esses novos personagens e títulos que eles querem mais! Eles estão revigorando assim sua própria base da clientela e isso ajudou a eles crescerem suas lojas por conta disto. Então, nós vamos apostar nos dois lados da história e a única mudança por vir é que estaremos fazendo de tudo para assegurar que não mais perderemos o foco em nossos heróis principais”

Atento contronauta deve ter percebido que Gabriel não disse que as opiniões da Marvel mudaram. Ele fala explicitamente da demanda  por diversidade que “é o que ouvimos, se acreditamos ou não”, jogando a culpa do fracasso da iniciativa da Marvel  para os lojistas e até para os leitores, provavelmente para servir como justificativa para o tal relançamento, Make Mine Marvel , que deve vir tão logo esse excremento de Secret Empire termine nos Estados Unidos, o que deve ocorrer daqui uns 4 ou 5 meses, se não tiver atrasos como sempre acontece (o que eu duvido).

Mas é claro que a culpa não está nos leitores, nos fieis nerds gordos e tetudos, que mantiveram essa indústria viva por décadas, mas, sim da própria Marvel (e também das demais editoras) e no sistema de mercado que é totalmente deficiente, por não conseguir vender essas revistas a ninguém, exceto aos leitores de quadrinhos já existentes, mas não vamos nos aprofundar nisso agora. Por enquanto, o mais importante é a confirmação direto da boca de um dos cabeças da Marvel, de que eles finalmente cederam ao bom senso e perceberam  que “diversidade” como  escopo primordial foi uma estratégia de vendas fracassada, e independentemente do que os justiceiros socais que trabalham para a Marvel achem ou digam, a Marvel como uma entidade corporativa que obviamente visa o lucro acima de tudo, deve se preocupar muito mais em fazer dinheiro vendendo gibis pra quem realmente compra, do que com promover porra de  diversidade, pra tentar agradar meia duzia de feministas e viados na internet, que como sempre dissemos aqui, essa corja não lê quadrinhos, não compram quadrinhos, não gostam de quadrinhos. Ainda mais de super-heróis, esses “representantes do capitalismo e do domínio opressor dos EUA sobre os coitadinhos do resto do mundo”.  A Marvel bem que tentou seguir por essa linha e fazer quadrinhos pra agradar unicamente uma minoria de filhos da puta, mas, pro bem maior, quebraram a cara lindamente, se foderam e isso foi bem feito.

Agora, vem a melhor parte, vamos analisar os pontos mais importantes tanto das declarações de Gabriel, quanto ao que pensamos de forma geral disso tudo:

Em primeiro lugar, não somos totalmente contra novas ideias ou personagens: diversidade nos quadrinhos, tanto como em qualquer outra mídia é necessária com certeza – mas não à custa da caracterização desses personagens tão queridos e devidamente estabelecidos e tampouco à custa de boas histórias, coisa que a Marvel não vem entregando há muito tempo na maioria da sua linha. Todos esses gibis deles que são mais socialmente conscientes e engajados são, além de pedantes, muuuuuuuuuuuuito chatos, com muita pregação e historinhas bobas e idiotas, além porcamente desenhadas. Diversidade em quadrinhos até pode dar certo, mas, tem que ser natural e não empurrada à força goela abaixo da gente.  Caralho, os Novos X-Men dos anos 70 (Wolverine, Tempestade, Colossus, Noturno, etc.) são sobre diversidade. O run do  Grant Morrison também nos X-Men foi totalmente focado na diversidade e as histórias eram fodas. Inúmeros gibis sempre focaram em diversidade e exploraram idéias que lidavam com o mundo real, mas, faziam isso dentro do contexto do mundo ficcional em que elas se passavam, com alegorias, analogias, metáforas e sátiras e não numa adaptação literal de um estatuto de partido político ou uma cartilha da boas maneiras politicamente corretas. Ainda mais empurrando essas ideologias na marra e esses personagens criados porcamente apenas com o intuito de preencher alguma cota de minoria, quando se tem esses filmes bilionários com os personagens verdadeiros e que são quem as pessoas conhecem e curtem de fato. As vezes, dá certo, tipo, um Miles Morales ou mesmo a chatinha nojenta da Miss Marvel, Kamala Khan, mas, esses são exceções e não a regra. Os fãs e leitores é que decidem qual personagem vai pegar e qual vai ser esquecido e não um mandate visando favorecer essa ou aquela cota social.

O óbvio ululante: O padrão de leitores  da Marvel (e da DC também) consiste principalmente de “homens brancos, héteros, ‘cis’, classe média, pirocos opressores, etc…” , em média na casa dos 30, com tendências políticas pendendo à direita, ou seja, o total oposto de um SJW maconheiro e doador de cu que a Marvel vinha bajulando nos últimos tempos. Esses leitores, na sua maioria leem gibis de super-herói unicamente por motivos de escapismo  e definitivamente não estão  interessados em ler sobre problemas sociais discutidos à exaustão nos seus gibizinhos. Quem compra um gibi do Wolverine ou do Hulk quer ver ação, porrada e sangue. Bem, mais uma vez, isso diz tanto aos autores quanto pros leitores e fãs de personagens afirmativos que, se quiserem ler gibis com personagens que os representem, que a Marvel e  a DC simplesmente  não são os melhores lugares para isso. Vai ler Image,  Valiant, Boom, IDW ou a queridinha dos pseudo-intelectuais, a Fantagraphics, que nelas vocês vão encontrar várias e diversas mulheres e todo tipo de minoria em suas histórias (e eles são geralmente melhor escritas também). Então, quer diversidade, representatividade e inclusão? Vá para as editoras independentes e deixem os gibis de super-heróis e seus leitores pirocos e opressores em paz, esquerdopata FDP.

Acho que muitos desses novos títulos, que incluíam personagens femininas,  vinham também muito carregados com um estilo de arte e narração muito  diferente do que o leitor médio (lembrando que é ele quem paga as contas) de quadrinhos de super-heróis. E a maioria esmagadora desses gibis tinham esse estilo alternativo. Um ou outro, até passa, mas, não a linha toda, porra! Se queriam criar uma nova tendencia, que fizesse isso aos poucos, de forma gradual e não tão afoita e violenta como foi, mudando toda a cara da sua linha editorial e Universo ficcional da noite pro dia.

Por causa disso, eles perderam um monte  dos seus fãs de longa data, cagando alterando radicalmente  personagens consagrados e estabelecidos e os preferidos de muita gente – alguns deles, que estão por aí por mais de 70 anos. Basicamente quiseram trocar um tipo de público por outro totalmente diferente dando um foda-se pra quem os sustentou por todos esses anos. Só que o tiro saiu pela culatra: o que a Marvel conseguiu de fato foi deixar todo mundo puto, por não poderem mais ler histórias do “seu” Homem de Ferro, “seu” Hulk, “seu” Wolverine e assim por diante. Algo semelhante aconteceu nos anos 90 quando também tiveram várias substituições de alguns dos maiores heróis da editora, mesmo que algumas delas foram por propósitos editoriais e serviam ao propósito da história, a grande maioria foi por puro marketing e pra polemizar mesmo. No início o resultado foi o mesmo: as vendas da maioria dessas revistas aumentaram rapidamente e rolou bastante comoção, mas, pouco tempo depois as pessoas exigiram seus verdadeiros heróis de volta. E agora acontece exatamente o mesmo, porque decorre da mesma ideia. Qualquer um pode ser o Homem-Aranha além de Peter Parker? Qualquer um pode ser o  Batman, além de Bruce Wayne? A DC sacou que seus principais heróis clássicos são os que verdadeiramente valem. A Marvel fez questão de esquecer.

Minha opinião é que não é diversidade que os fãs estão contra, é a substituição porca e feita as pressas. Pessoalmente eu tô pouco me lixando de que cor é um personagem fictício. Mas quando você começa a substituir sistematicamente personagens por “todos  novos todos diferentes” pra cumprir cotas raciais, é quando você começa a cagar no pau. Bruce Banner foi substituído por  Amadeus Cho, Tony Stark pela execrável Riri Williams, Thor pela Jane Foster, Capitão América pelo Falcão (que até faz sentido pela história que o Remender estava escrevendo, mas vamos incluí-lo aqui mesmo assim), e pessoalmente acho uma grande merda que a única ideia de diversidade que a Marvel tem é de simplesmente substituir os personagens homens, brancos e héteros. E algumas dessas mudanças são tão estúpidas quando a gente para pra pensar nelas… Outra pessoa, seja homem ou mulher ou não, chamando-se Thor não faz o menor sentido. Esse era o nome real do cara! “Ah, mas agora é ‘Odinson’. O nome de ‘Thor’ é um título, sempre foi.” Ah, vai tomar no seu cu! Seria a mesma coisa se o James Rhodes passasse a se chamar Tony Stark em vez de War Machine ou a Jennifer Walters agora fosse a sra. Bruce Banner, agora que ela é “a nova” Hulk naquele gibi de merda que tá saindo atualmente com esse título. É por isso que eu acho que a merdinha da Ms. Marvel deu certo: ela entrou em cena sem ter de fazer a Marvel  de alguma forma ter que se livrar da insossa da Carol Danvers. O Miles Morales também, porque não mexeu com o verdadeiro Homem-Aranha, do universo 616. A verdade é que ninguém gosta de ver seus personagens favoritos substituídos por desconhecidos meia boca, ainda mais por motivos tão fúteis quanto politicagem rasteira.

 

Esses gibis viraram plataforma de ativismo social por priorizar esse discurso de diversidade, representatividade, feminismo e justiça social, entre outros. Foi isso  o que afastou as pessoas. Ninguém quer saber dessa porra, dessa farsa  de justiça social introjetado no seu entretenimento. Tenho certeza de que qualquer agenda política que fosse  CONSTANTEMENTE empurrada em qualquer gibi (como vem acontecendo em algumas revistas da Marvel) teria a mesma resposta negativa dos fãs de qualquer jeito, simplesmente porque as pessoas não compram gibis pra serem doutrinados. Às vezes, a gente só quer ver o Coisa dizer “Tá na hora do pau!” E sentar a porrada num vilão idiota qualquer e tá tudo certo…

E embora fossem definitivamente usados como propaganda política, aquelas primeiras histórias do Superman e do Capitão América nos anos 40 em que eles apareciam lutando contra “vilões” tipo Hitler e Mussolini, enquanto tava rolando a Segunda Guerra Mundial, essas histórias tinham zero de profundidade ideológica ou política. Eles estavam simplesmente lutando contra esses nazistas malignos, porque eles eram o esterótipo de vilão da época e só.  Então, não venha dizer que quadrinhos de heróis são políticos por natureza, que não tem. E mesmo alguns que pesaram mais a mão nesse aspecto, são casos pontuais, como, por exemplo o Lanterna Verde do Neal Adams – e que aliás, é um porre. Puta gibi chato do caralho.

O principal problema pra mim é que a Marvel achou que seria lacradora ao tratar seus leitores leais como se fossem lixo ao reduzirem-nos ao estereótipo  homens brancos ignorantes e tacanhos, que precisam ter a iluminação da diversidade forçada sobre eles, porque eles são muito estúpidos para entender que a questão da representatividade existe em nossa cultura e que é muito importante nos dias atuais. Em vez de criar novos personagens com com uma premissa interessante e  que os leitores queiram explorar (independentemente da raça, sexo ou qualquer outra coisa), eles preguiçosamente  preferiram destruir os personagens estabelecidos e décadas de histórias para atender a sua agenda patética politicamente correta.

É  mais fácil para os esquerdinhas de merda que infestam o editorial da Marvel esculachar seus personagens clássicos por serem brancos e substituí-los por personagens de cota e vender isso como algo altruísta e virtuoso e transformar esses gibis de super-heróis que não passavam de mero entretenimento descompromissado em uma plataforma de justiça social para lavagem cerebral, convertendo os heróis  que as pessoas gostam em personagens “socialmente respeitáveis”. Então, os leitores simplesmente pararam de ler e consequentemente, de comprar, hahahahahahahaha. E a fonte da Marvel secou.

Por hoje, encerramos aqui nossa série de artigos especiais sobre o declínio da Marvel que vai rolar a semana toda no Contra, o melhor blog da internet. Mas, fique ligado no seu blog preferido, que ainda temos muito o que falar sobre esse assunto, no qual, sem falsa modéstia, somos os melhores e mais sinceros e precisos especialistas. Sempre, é claro, com toda nossa autenticidade, moral e categoria que só a gente tem, e sem medo de botar o dedo na ferida e mostrar as coisas como elas verdadeiramente são – ao contrário da nossa famigerada e vendida “mídia especializada”, que se pauta e se castra por medo de se comprometer.

Abraços.

 

 

14 comentários

  1. Rapaz, eu não conhecia esse site. Fantástico! Expressou tudo o que penso sobre a atual agenda SJW da Marvel. Parabéns.
    Obs: poderiam colocar os comentários sendo da Disqus, assim mais gente comenta.

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  2. ~Dá pra ver o amor que os editores do Contra52 tem pelos quadrinhos.~
    Esses espíritos de porco torcendo pela queda da Marvel ao invés de torcer pela melhoria da escrita e do editorial da Marvel por causa de ideologia.
    ~Parabéns pra vcs! Demonstraram-se verdadeiros leitores de quadrinhos mesmo.~

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  3. Finalmente outra pessoa entendeu que o problema não era mudar o gênero, sexo… sei la, do personagem! (Pq eu nao ligo pra isso kkkk) o problema é mudar o clássico, ao em vez de fazer algo realmente novo e interessante…. (ps: cara, como eu odeio aquela versão mulher do Thor…. sério, foi uma decepção para mim)

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  4. Bicho… seguinte, perdi a conta de quantas vezes fui chamado de homofóbico, racista, machista e o caralho a quatro em páginas de discussão, quando defendia que os heróis clássicos deveriam ser imexíveis, que as super heroínas deveriam ser desenhadas bem gostosas e que deveriam parar com a onda de enviadamento dos heróis clássicos, e por aí vai. Nesse tempo todo, foram tantas decepções que acabei por parar de colecionar HQs… tenho 45 anos e coleciono desde os 10. EU ESTAVA CERTO!! E gostei muito dessa matéria que no meu entender, me representa muito. Belo texto.

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  5. sabe o que é pior, saber que todas as pessoas que rotularam quem foi contra essa pataquada de JSW, saber que eles não lêem quadrinhos. Eu não leio, e não gosto dessa bosta de justiça social, mas já sabia que essa merda de empurrar goela abaixo não daria certo. Eles não foram fiéis aos seus verdadeiros consumidores e tomaram bonito. Agora estão tentando se safar da merda cagada que fizeram.

    Curtido por 1 pessoa

  6. Herrar é omano! Espero que os caras tenham aprendido. Nos tempos em que cheguei a colecionar gibis da Marvel (anos 1980), havia uma certa diversidade “saudável”, ou seja, havia personagens negros, mulheres valentes, uns bonitos, outros feios. Heróis mais humanos, com problemas pessoais (como o beberrão Tony Stark). E sim havia pelo menos um personagem homossexual lá naquele grupo chamado Panteão. Nada que comprometesse a qualidade. Deixei de colecionar mais pela falta de qualidade da Abril ao não tentar recuperar a defasagem de 2 anos, cortar histórias, etc e tal.

    Ah! E o feminino de Thor é Thora (pronuncia-se Tôrra).

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  7. Eu gostava da miss marvel, quando era a Carol Danvers. Antes da nova Marvel eu lia muito Thor, Homem Aranha, Wolverine, X men e Vingadores. Hoje só leio clássicos, que sairam muito tempo atrás. Espero que a Marvel realmente tome vergonha na cara e retornem com as boas histórias.

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