BOMBA! Desenhista muçulmano da Marvel comete atentado à própria carreira

Na mesma semana em que a ex-casa das ideias teve que lidar com a repercussão do que foi dito em seu encontro com os principais lojistas dos Estados Unidos (e 1 do Canadá), em que eles finalmente admitiram que sua estratégia de merda de colocar questões como “diversidade” e ideologias políticas como temas principais em suas revistas de super-heróis não deu nem um pouco certo (pra dizer o mínimo), a Marvel ainda teve que lidar com mais outro problema que vem sendo igualmente discutido à exaustão e que conseguiu melindrar os sentimentos de muita gente: o atual desenhista de uma das principais revistas desse novo relançamento dos X-Men, o tosco  Ardian Syaf, na primeira edição da revista X-Men Gold inseriu de forma (não tão) sutil, algumas siglas e códigos religiosos e políticos em algumas páginas e que foram interpretados como mensagens subliminares anti-cristãs e anti-judaicas. Claro que isso não pegou nada bem nem pra Marvel, muito menos pro medíocre artista adorador do profeta pedófilo, como veremos a seguir…

A polêmica toda gira em torno de dois números idiotas (212 e 51) que Syaf malandramente desenhou em uma cena em que a personagem Kitty Pryde (que é judia) se dirigia à uma multidão, na revista X-Men Gold # 1, publicada na última quarta-feira. Na Indonésia, 212 é o número que faz alusão à um protesto específico de massa  que aconteceu em 2 de dezembro do ano passado. Centenas de milhares de muçulmanos marcharam contra o governador cristão de Jacarta,  Basuki Tjahaja Purnama , conhecido como Ahok , por acusações de blasfêmia pelo uso do Corão na campanha contra seus oponentes.  O tal governador é conhecido por ser  muito conservador e o protesto exigiu que o governo processasse e prendesse Ahok baseado na fatua do conselho, declarando-o ser um blasfemo. Este ano, uma outra marcha chamada de “212 2.0”, com objetivos semelhantes foi realizada em 21 de fevereiro.

Ahok causou muita controvérsia na Indonésia depois de se referir a um versículo no Alcorão durante a campanha, especificamente o versículo “Al Maidah 5: 51”, que se traduz como “Ó vós que credes, não tomais os judeus e os cristãos como aliados. Eles são, de fato, aliados um do outro. E quem for um aliado entre eles, então ele é um deles. Na verdade, Deus não guia o mal”. Ou seja, basicamente diz “Mulçulmanos não devem apontar Judeus e Cristãos como seus líderes”. Além disso, temos na mesma página , a palavra ‘Joalheria’ (Jewelry)  ao lado da  Kitty Pryde, o que  sido também pode ser considerado como parte das mensagens subliminares do artista já que ‘Jew’ significa Judeu em Inglês. Lembrando que os X-Men foram criados nos anos sessenta por dois judeus, Stan Lee e Jack Kirby e que o parceiro de Syaf na revista, o escritor Marc Guggenheim também é judeu. Não tinha como essa gracinha sem noção não dar merda…

…E deu. Pois, não demorou muito pra alguém se ligar nessas imagens e associar o  significado de ambas aos casos que citei acima, o que se torna bem evidente, dada a procedência do desenhista,  um muçulmano de origem indonésia. Pra foder mais ainda, nosso amigo Ardian fanfarrão postou a imagem da arte original em sua página no Facebook, dedicando o desenho para seus seguidores indonésios, que prontamente captaram a mensagem do sapientíssimo guru:
E não foi a primeira vez que esse idiota misturou política e religião com trabalho. Quando desenhava a revista da Batgirl na DC, ele também camuflou  sorrateiramente figuras políticas no fundo de algumas cenas, como no quadro abaixo, em que ele faz menção do  Presidente da Indonésia , Joko Widodo, popularmente conhecido como Jokowi, que anteriormente foi  governador de Jacarta (ou DKI como também é conhecido ).
Apesar que ninguém (ou quase ninguém) tenha percebido isso na época…
Mas dessa vez perceberam. E o chorume bombou nas redes sociais no fim de semana e vem dando o que falar até hoje.
Não demorou muito pra sair o pronunciamento oficial da Marvel sobre o caso, em resposta à patrulha que não deu sossego à seus canais de mídias sociais durante todo o fim de semana cobrando satisfação: “A arte mencionada em X-Men Gold #1 foi inserida sem o conhecimento nosso por trás de seus significados. Essas referências e o que elas implicam não refletem a visão do escritor, editores ou qualquer um na Marvel e estão em oposição direta da política de inclusão da Marvel Comics e o que os X-Men tem lutado desde sua criação. Essa arte será removida das impressões futuras, cópias digitais e qualquer encadernado e também ações disciplinares serão tomadas”.
Declaração bem estranha se levarmos em conta que o ambiente editorial é infestado não só por militantes esquerdistas, feminazis e esquerdomachos, mas também por simpatizantes e adoradores da “religião do amor e da paz” (cujos  fieis mais devotados tem por hábito explodirem algumas bombinhas e saírem atropelando gente com uns caminhõezinhos aí), e no entanto, ninguém tenha percebido que esses números estavam associados à esses tais versos e datas. Porra, quem é o editor dessa revista? Eu até entendo que o cara viu (ou não) o “212” no prédio e deixou passar batido como apenas algum graffiti  aleatório ou o mesmo o logradouro do mesmo, mas ver a camisa do Colossus com aquele “QS:51” esquisito e não se questionar “que caralhos são essas letras e números?” ou verificar no Google antes de mandar pra gráfica foi foda. Muito estranho mesmo, mas, prossiga…
Com o caso tendo explodido e se tornado público, virando trend topic em tudo que é rede social por aí, Syaf se pronunciou sobre o acontecido:
Não entendeu porra nenhuma, né? Nem eu, hahahahahahaha.
Nesse post ele diz que não devemos acreditar em tudo o que lemos nos meios de comunicação ou nas mídias sociais (o que é uma puta verdade, temos que admitir), mas que devemos pegar a primeira impressão do quadrinho, pois as mensagens serão removidas em impressões futuras e será um item raro de colecionador. Hahahaha, olha só que pilantra… Depois ele conclui nesse primeiro momento que não odeia judeus ou cristãos, na verdade durante dez anos, muitos deles se tornaram seus melhores amigos. O famoso “não tenho nada contra ________________, até crio dois no meu quintal”.
Seja como for, a internet não perdoou o sujeito e ele virou o assunto principal do escrutínio de infinitos sites merds e tantos outros que só quiseram aproveitar o embalo da onda e foi detonado em escala mundial por conta de seu posicionamento, assim como aconteceu ano passado com o desenhista Allan Goldman, que foi covardemente malhado por uma corja de moralistas por dizer algumas boas verdades.
Ontem, Ardian Syaf entregou os pontos e postou um desabafo decretando o fim de sua carreira como desenhista de quadrinhos, aceitando a ideia de que possivelmente nunca mais conseguirá um trabalho nesse meio, nem mesmo pra desenhar um fanzine do Toninho do Diabo ou do Jou Ventania: “Olá, todo mundo. Minha carreira está acabada agora. É consequência do que eu fiz e eu assumo. Por favor, nada mais de desdém, debates, que não tenha mais ódio. Eu espero que todos fiquem em paz. Nessa minha última chance, eu quero contar o verdadeiro significado dos números 212 e QS 5:51. Eles são os números da Justiça. Eles são o número do amor. Meu amor pelo sagrado QUR’AN… Meu amor pelo último profeta, o mensageiro… meu amor por Allah, o único Deus. Peço desculpas pelo barulho que cause. Que deus abençoe a todos. EU amo todos vocês. Ardian Syaf”. Bem, se tu ama daqueeeeeeele jeito que alguns “maluquinhos” da tua religião, eu dispenso. Na verdade, dispenso de qualquer forma. 
Em seguida, a Marvel emitiu um comunicado oficial confirmando a demissão de Syaf de seu quadro de profissionais e que as edições 2 e 3 de X-Men Gold feitas por ele sairão normalmente, já que ambas tiveram seus trabalhos finalizados e provavelmente, já estão até impressas. No mesmo texto eles dizem que o brasileiro RB Silva  está desenhando as edições # 4-6 do título e Ken Lashley  as edições # 7-10, e que eles esperam ter um artista substituto permanente para Syaf para as edições que virão depois dessas. Em algum lugar também disseram que os quadros serão editados em reimpressões posteriores, como encadernados e com certeza, em republicações em outros países. Ou seja, nada de QS:51 e de 212 quando isso sair por aqui, lá pro meio do ano que vem.
O que eu acho: primeiro, que é bem estranho o silenciamento dos nossos amigos justiceiros sociais sobre isso tudo. A indignação acabou partindo em grande parte do público médio, do gado em geral, e pouco vi a galera mais engajada e “politizada” se manifestando pra escorraçar com esse cara pra fora dos quadrinhos. Provavelmente por ele ser  muçulmano, gordo (imigrante?) e por isso ter muitos pontos na cartelinha do bingo da opressão. Se fosse um artista republicano que tivesse feito algo no mesmo tom, mas ofendendo muçulmanos, haveria muito mais gente estrilando e pedindo a cabeça desse cara. Além de “profissionais” da indústria se vangloriando de como iriam socá-lo, se tivessem a chance, como da vez que um certo escritor retardado mental disse no Twitter. Pode ter certeza de que se fosse o contrário (se fosse uma mensagem anti-muçulmana que estivesse escondida e descoberta), o barulho seria infinitamente maior. Lembram da hashtag #FireRemender, por conta de uma interpretação errada e burra de uma cena de sexo que rolou em off no volume anterior da revista do capitão América? Pois é…
Sendo um defensor da liberdade de expressão total e absoluta, de quem quer que seja, eu não tenho  problema nenhum com qualquer pessoa em adicionar uma mensagem partidária no seu trabalho – mas, temos que levar em conta que  ele fez isso com uma propriedade da Marvel e como empregado, ele estava sujeito às suas regras. Mais burrice ainda foi ele ter sacaneado enriquecido logo numa revista dos X-Men, que são a franquia mais relacionada à inclusão, diversidade e combate ao preconceito que se tem na Marvel, apesar de seu conceito ter sido totalmente deturpado nos últimos anos para servir de plataforma à algumas agendas políticas comprometidas e inescrupulosas, como, por exemplo, o movimento LGBT, que se apropriou culturalmente do nome e conceito “X-Men” e vende a ideia mentirosa de que o grupo é feito para representar a eles. Foi realmente um “suicídio profissional” como vem sido dito por muitos por aí. Um verdadeiro ATENTADO TERRORISTA contra si mesmo, em que ele explodiu com qualquer chance de continuar trabalhando em qualquer editora americana.
Agora, é engraçado pensar na resposta rápida e assertiva da Marvel quanto a isso, visto que eles definitivamente se alinham à ideologia de esquerda e dá total liberdade para alguns escritores serem insuportavelmente tendenciosos em expor seus pontos de vista de forma descarada em suas obras. Mas, mesmo com isso sendo constantemente apontado e execrado por muita gente (eu incluso), eles nunca moveram um dedo pra mudar isso.  Por outro lado, é muito hipócrita da parte da Marvel jogar para a torcida e espirrar o Ardian Syaf sumariamente e passar a mão na cabeça de tantos outros autores assumidamente SJW, como o Nick Spencer, o lixo do Mark Waid, Bendis e tantos outros.  Se eles demitiram Syaf por considerar que ele ofendeu um determinado grupo, eles devem por bom senso também chutar esses merdas pelo mesmo motivo. Mas, claro que eles não farão isso. Afinal, um peso, duas medidas.

 

Pra mim, não tem diferença essas citações ditas anti-judaicas com, como por exemplo, fazer o Modok com a cara do Trump ou as infinitas merdas que o Nick Spencer tem feito nos seus gibis nesses últimos tempos. Seu gibi Sam Wilson: Captain America é lotado de “discurso de ódio”… contra brancos. E héteros. De direita. E tudo o que a Marvel tem feito é apoiá-lo incondicionalmente. Esse respaldo todo que a editora dá a um cara que fala de cara lavada coisas do tipo “Eu odeio os republicanos. Todos os republicanos”. Partido Republicano é “mal”, Trump é Hitler” diz muito sobre o que a Marvel representa e quais valores ela defende.

Sendo assim, apesar de abominar essa Marvel de hoje em dia, devo dizer que esse puto fanático do Ardian Syaf mereceu ser demitido – mais pela burrice de se apropriar de uma propriedade que não era sua pra expor suas merdas e a covardia de fazer isso escondido achando que ia ser “O” contestador, que pela mensagem que ele quis passar, que na minha opinião, não deveria ser encarada com tanto butthurt, pois, já tivemos coisa muito pior por ai e o mimimi não chegou nem perto como o de agora. As pessoas sempre se ofendem fácil demais e por qualquer motivo e na maioria das vezes, é por pura besteira, como isso aqui.
Outro motivo pra eu ficar contente com esse cara ter sido limado dos gibis dos X-Men: eu nunca gostei desse Ardian syaf, pra mim, ele desenha mal pra caralho. Quando apareceu na DC anos atras, não passava de um imitador do Andy Kubert e que só fez regredir e piorar o seu traço com o passar do tempo.  A Marvel poderia ter se poupado desse problema e tê-lo demitido quando ele entregou as páginas dessa edição com seus desenhos genéricos, traço simplório de desenhista brasileiro, sem estilo e sem inspiração e ter contratado em seu lugar um artista de nível pra dar mais credibilidade à essa nova revista, que ao menos na primeira edição se mostrou bem merda também no roteiro do fraquíssimo Guggenheim. Sinceramente, eu não vou ficar nem um pouco surpreso se daqui um tempo ele volte ao mercado com um pseudônimo qualquer. Na boa, as pessoas esquecem as coisas rápido, ele tem um traço bem meia boca e quase todo mundo já acha que seu nome é Adrian mesmo, então tudo que ele realmente precisaria fazer é mudar seu sobrenome e vir com um  “Adrian Smith” ou algo assim, hahahahaha. 
Pra concluir, só observando que essa polêmica “bombástica” foi acontecer logo agora, bem no começo da nova fase “RessurXion” dos mutantes, em que foi dito pela própria Marvel que eles iam (finalmente) deixar a politicagem de lado e se focarem em fazer uma verdadeira HQ de super-heróis, coisa que a maioria dos fãs já vinha pedindo faz tempo, pois, ninguém aguenta mais essas cartilhas de DCE do caralho travestidas de gibis. De resto, acho que já deixei minha posição quanto a politização estúpida (de qualquer tipo) e essa merda de pregação sem sentido que vem tomando conta dos quadrinhos da Marvel desde a sua horrenda fase “All-New, All-Different, Totally-Shit Marvel” pós-Guerras Secretas: SOU TOTALMENTE CONTRA ESSA PORRA TODA.
Agora, é esperar o mimimi e o bububu nos meses seguintes se esse bosta tiver feito mais gracinhas dessas enriquecido as ultimas duas edições que ele rabiscou…

 

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