POR UM MOVIMENTO MACHISTA MAIS ESCLARECIDO

Um fantasma ronda o mundo contemporâneo! É o fantasma do machismo! O que é o machismo? O machismo tem sido, antes demais nada, uma fantasia, uma lenda urbana. O Machismo é o fantasma da casa mal assombrada das estórias de terror. É o fantasma da casa velha no interior, que precisa ser exorcizado, expurgado, expulso pelos novos moradores vindos da metrópole.


O que é o mundo atual? Ele pode ser comparado a uma casa com um velho decrépito, que é maltratado por sua mulher e pela sua filha, que planejam – junto com o amante da mãe – mata-lo para ficar com seus bens. Nessa casa também há um menino pequeno, que é igualmente maltratado, principalmente pela irmã e pela namorada da irmã, e que vai ser dado ao orfanato assim que o velho morrer e as mulheres e o amante conseguirem colocar a mão na grana. Ou seja, o mundo atual é um mundo de megeras e de homens impotentes, aproveitadores e infantis. Nesse mundo, o machismo, com todas suas representações – ou falsas representações – o patriarcado, a cultura do estupro e etc – é um dos termos mais malditos que existem. É o maior espantalho, o monstro do armário, o “homem do saco”, que as mães usam para aterrorizar as crianças e persuadi-las a obedecer. É a palavra que precede a palmatória e o escárnio público, é uma palavra que da medo. Você não sabe bem porque, mas se você se envolver com machismo, isso vai dar merda!

Lidar com o machismo é como lidar com forças ocultas, você pode acabar se dando muito mal, pode perder sua humanidade e até sua alma. Dos tempos de Hitler por exemplo, sobrou pra ele a alcunha de o todo racista, mas qual é que sobrou, por exemplo, para Donald Trump? Ser um “abusador de mulheres” é seu maior defeito. Não é a toa que, nem toda pompa de honestidade que se formou ao redor do deputado Bolsonaro foi suficiente para livrar a cara dele de um processo relacionado a advinhem o que? Se algo pode tirar ele das eleições em 2018 é a pecha de machista. O machismo é um caso sério!
Mas nós, homens brancos e mestiços, heterossexuais, pobres e de classe média baixa, não contamos com benefícios do governo, não temos cotas e nem comoção popular, não temos direitos especiais – apenas deveres especiais – e a maioria de nós jamais vera a cor do dinheiro judaico. Nós somos o bode expiatório da vez. Nossa vida já é amaldiçoada o suficiente para que tenhamos medo de assumir a alcunha de ‘machistas’. Na verdade, esse termo carrega um tanto de terrorismo poético. Com tanta vileza agregada, ele nos reveste da imagem terrível que nossos inimigos mesmo criaram e que agora os faz ter pesadelos. O feitiço se volta contra os feiticeiros, a subversão foi subvertida! Somos os anticorpos de um organismo doente, somos o futuro. Frequentemente é dito que, tempos difíceis criam homens fortes. Nós somos esses homens. Nós somos os machistas esclarecidos.

 

APOLOGIA DO MACHO – além dos direitos dos homens.


A natureza diferenciou os seres, cada espécie tem suas características, e todas as relações entre elas se dá pautada na diferença. (Ivson Carlos – Tratado da diferença).
Há vários níveis de identidade humana, o primeiro, isso é fundamental, é a identidade sexual homem/mulher. (Maksim Shevchenko)
Porque o homem não provém da mulher, mas a mulher do homem.
Porque também o homem não foi criado por causa da mulher, mas a mulher por causa do homem. (1 Coríntios 11:8,9)
“A Sociedade é” Como nos mostra Victor Vilela Barbuy em Grupos Naturais, Sociedade e Estado “- segundo a profunda concepção tradicional – uma hierarquia de Grupos Sociais Naturais, dentre os quais o primeiro e mais fundamental é a Família.”
A família, ou tribo, como grupo fundamental, tem ainda sua composição na diversidade e complementariedade biológica básica dos sexos entre macho e fêmea e consequentemente antropológica homem e mulher. Sendo essa distinção natural a primeira de todas, anterior as classes sociais, como o próprio Engels admite em seu livro sobre a origem da propriedade.
Através disto, se é possível dizer, como ainda faz Barbuy que “Os Grupos Naturais, que encontram sua razão de ser na própria natureza da Pessoa Humana”, podemos dizer que o Homem, como sexo masculino, que é uma das metades que compõem o ser humano, e em suas particularidades, tem em si um principio, na sua razão de ser, na sua responsabilidade e autoridade original e primária. O homem é desde o começo, a “cabeça da tribo” o “chefe da família”.

Dito isto, como a família, afirma Barbuy:
(…) é a mais natural das sociedades menores que formam a Sociedade, uma vez que contém (…) todos os liames dos demais grupos, além do liame biológico e de uma religiosidade mais estreita que faz da Família Tradicional, antes e acima de tudo, um círculo religioso. (IBIDEM)
Sendo ela a “síntese dos grupos intermediários” a Família projeta sobre o homem, uma função que transcende mesmo o domínio no seio familiar, mas perpassa todas as instituições fundamentais da sociedade, e o coloca em posição de destaque naturalmente. Sua autoridade não é restrita a família, tradicionalmente ocupando a primazia em todos os grupos, o homem se torna dentre os grupos intermediários, o primeiro mediador. É pai, o sacerdote, chefe de corporação, político – como nas “democracias militares” antigas – e educador, tendo essas últimas só agora passadas ao domínio feminino. Os homens são também a vanguarda e o progresso, os ‘adultos’ da cultura e da sociedade.
Podemos dizer que um dos mais graves erros do individualismo liberal e do coletivismo comunista foi o de não considerar os Grupos Naturais em geral e a Família em particular, concebendo, os individualistas, a Sociedade como mera soma de indivíduos, e os coletivistas, como simples massa social. Cumpre ressaltar, com efeito, que os individualistas e os coletivistas, criando, respectivamente, o Monstro Indivíduo e o Monstro Sociedade ou Monstro Estado, não apenas desconsideraram a existência dos Grupos Naturais, como também os combateram de todas as formas possíveis (…) (Barbuy, IBIDEM).

Da mesma forma, nosso mundo tomado por tais ideologias, prosseguem a negação total da natureza humana e dos grupos naturais, inclusive os sexos. Com a tomada do poder feminino, o papel dos homens na ordem social foi achincalhado e o homem é tornado tão “obsoleto” quanto a família para o mundo pós-moderno automatizado. Segue rumo a se tornar um cidadão de segunda classe. Surgem agora os movimentos pelos direitos dos homens, mas, como uma manifestação avançada do espirito do nosso tempo, uma versão do feminismo aperfeiçoada, que defende um ser atomizado, sem essência, que defende um homem sem função social, sem H maiúsculo. Clamam os direitos humanistas do ser-cidadão de Rousseau. Lamentando-se da condição masculina, negando-a e amaldiçoando-a, como fonte de seus infortúnios. Defendem a humanidade comum do homem, mas não o homem como categoria, grupo natural, como a primeira de todas as autoridades, cabeça e mediador de todas as instituições, principio de resistência, transformação e iniciação. Dessa forma, nos rementem aos nossos inimigos do passado, que permitiram a dissolução dos antigos valores, e não só permitiram – como homens que ainda eram – começaram isso, para nosso desgosto atual. Isso se deu, pois, oque estava por vir, “a aristocracia do dinheiro” já não exige valores e nem virtudes.
Portanto nos admoesta Barbuy:
Sabemos que só há uma Sociedade, uma Nação e um Estado forte onde a Família é forte (…) baluarte da Ética, da Moral, dos Bons-costumes, da Tradição. Esta última, definida por Herder como a “cadeia sagrada que liga os homens ao passado”, conservando e transmitindo tudo aquilo “que foi feito pelos que os precederam” constitui um princípio estático-dinâmico (…) (ibidem)
Da mesma forma da família, é com o Homem. Com a destruição dos Homem, acaba a força natural capaz de resistir ao domínio total do governo centralizado. Acaba-se a mediação do Homem, sobra a submissão completa e a ingerência da tirania global na vida das pessoas. Como afirma Schevchenko “A questão de gênero é política (…) serve para mudar a natureza humana. Tem o propósito de tornar as pessoas mais passíveis de dominação.” Destruir a identidade das pessoas, é adapta-las a sociedade do consumo, e a luta contra esse fenômeno tem um caráter político inegável. É verdadeiramente uma luta pela liberdade, não só pelo Homem, mas por toda a humanidade.

“Pelo conteúdo humano e pela consciência humana, pelo direito de ser humano.” Não somos os algozes como querem nos rotular. Mas dizer que é culpa do “machismo”, não o faremos, nem como as feministas e nem como os humanistas dos direitos dos homens. Não exigimos o martírio, isso é uma opção pessoal, mas acreditamos sim no heroísmo. A nós não envergonha o “poeta sonhador, o ideólogo sincero, o monge caridoso”. Não somos opressores, mas clamamos pelos que ainda valorizam o trabalho. Os que não fingem querer oque não querem, os que não se vestem de pseudo-igualitários, os que não simulam amizade quando sequer nutrem respeito. Tudo isso para nós é ser homem! Não somos homens do passado, nossa consciência nos atualiza, e nos projeta para o futuro. Eu peço que homens se coloquem contra os direitos dos homens? Não, mas não venderemos nossas almas por certos direitos. Estamos humilhados, e a desonra e a fraqueza de alguns já se provou incapaz de fazer com que o homem deixe de ser o lobo do homem. O que querem é nivelar por baixo, devemos aceitar? Nossa luta é por algo que o mundo pós-moderno não acredita; nossa identidade, nossa essência que permanece fraturada e esmigalhada. Falta-nos um direito masculino fundamental, o direito a ser Homem!

ENGAJAMENTO POLÍTICO
“A política é a linguagem do nosso tempo.” (Nelson Rodrigues)

No mundo moderno, tudo é política! Ela tomou conta de tudo, absorveu tudo e assumiu até mesmo o papel da religião. Não demoraria muito para que a política tomasse o campo do gênero e da sexualidade. Entram em cena os movimentos gays e feministas, que apesar de toda retórica sobre direitos humanos, só tem uma finalidade: atentar contra a identidade sexual, que pode-se dizer ser a identidade mais básica e fundamental do ser humano. Aqui, nós temos o que podemos chamar de a última fronteira, pois a partir do ponto em que se dilui a distinção entre os sexos, não há mais humanidade, e está dada a largada da marcha trans-humanista, depois da trans-sexualidade, vem a trans-humanidade.
Um Movimento Machista, pode-se dizer, é a justa reação no campo da política de gênero. Somos a resistência em uma guerra assimétrica que almeja destruir e subjugar todos os homens normais, heterossexuais e viris. Nós existimos com a única finalidade de restaurar o homem, pois para nós machistas, é a partir dele que se restaura a humanidade. Tudo começa no homem e existe através dele. Não trata-se de política partidária, mas meta-política. Não temos partido, nosso partido é a tomada de partido, a verdadeira política, que é o posicionamento acerca dos destinos da sociedade, obrigatório a todos que não querem se alienar. Como diria Gustavo Barroso “O povo tem que ser eminentemente político, se não quer ser dominado pelos políticos.” E também Platão “O preço do não envolvimento com a política é ter seu destino governado por outros”. Precisamos sair da Matrix, precisamos acordar! Chegou o tempo da chamada “singularidade”, como demonstra o jornalista e pesquisador Daniel Estulin em seu livro TransEvolution. É um alerta para que tenhamos em conta a eminência do “Mundo Novo”, porém, Isso não é um futuro distante, é agora!

Continua…

 

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