MOVIMENTOS MASCULINISTAS E DIREITOS HUMANOS DOS HOMENS

Alguém pode se perguntar, como nos encaixamos no atual cenário dos movimentos dos homens. Realmente já existem movimentos de homens a algum tempo, mas nenhum deles é realmente compatível com o verdadeiro machismo.
Porque não preferimos – como tem sido feito usualmente – nos identificarmos como Masculinistas, mas sim como Machistas? Isso se da por diversos motivos. Além do já mencionado valor simbólico-subversivo que esse termo agora carrega, é um termo que sugere uma total parcialidade, diferente dos outros dois: Masculinismo e Direitos Humanos dos Homens. Se quisermos realmente superar o feminismo, precisamos ir além do anti-feminismo. Não basta negar, é preciso ter algo de positivo, esse é o machismo de fato. É uma distinção semântica mas que conflui com a distinção real entre nosso movimento e o movimento masculinista de maneira geral.

 

O termo Machismo, além de parcialidade, também sugere extremismo, o que está de acordo com a radicalidade dos nossos posicionamentos. Mas podemos simplesmente dizer de forma resumida, que a principal diferença entre nós é que o masculinismo e o DH estão focados em adquirir vantagens para que o homem viva melhor, enquanto nossa finalidade é muito mais profunda, importante e superior, que é fortalecer as relações orgânicas das entidades intermediarias da sociedade tendo em vista o Homem e a Mulher como categorias e grupos naturais, bem como a família que é o resultado da união entre os dois e contribuir com a restituição do homem no seu papel tradicional, o seu verdadeiro papel. Esse é o Machismo Esclarecido. Essa é a forma perfeita de se designar um movimento assim, pois nós partimos do senso comum e vamos além dele. Quando um homem do povo diz que “lugar de mulher é na cozinha” e que “mulher gosta é de dinheiro”, ele diz exatamente a verdade, embora ele não saiba interpretar essa verdade. Alguém já disse uma vez que filosofar é ver o senso comum a luz do bom senso. Sendo assim, os homens nos darão o senso comum e nós traremos aos homens o esclarecimento.


Com efeito, podemos dizer que o masculinismo atual, em todas as suas denominações e tendências, tanto nos seus aspectos mais progressistas quanto mais conservadores, não tem em si de maneira integral, a mesma vocação que nós temos. Eles são hora relativistas, hora baseados em uma visão estereotipada do homem e do ser humano. Hora são humanistas, hora são bestialistas. Todos são pós-modernos, tendências advindas dos Estados Unidos. Uns negam a essência do homem, outros negam sua consciência. Portanto podemos dizer que só existem dois masculinismos, um somos nós, o verdadeiro masculinismo, o outro são todos os outros, que existem em função dos inimigos dos seres humanos. Esses, portanto, não são melhores que o feminismo, pelo contrário, são seus colaboradores e continuadores. A diferença dos fanáticos progressistas e os progressistas bons moços é que os primeiros dedicam-se de corpo, alma e coração pela sua causa, e nesse sentido as feministas são até moralmente superiores que o resto.

 

Se há algo louvável no movimento feminista é sua obstinação! Mas isso ainda não é tudo. Feministas e outros movimentos contam com apoio jurídico e econômico e com as leis da sociobiologia que sempre tendem a preservar a mulher. Se deixadas por inércia, vão passar por cima de nós – como já estão passando – feito um rolo compressor. É preciso um esforço hercúleo e sobre humano para deter essa marcha. Estamos em um momento que não cabe uma falsa imparcialidade que é verdadeiramente estéril e não vai nos levar a nada. Por isso escolhemos nos chamar de Machistas, porque esse termo está mais de acordo com a abrangência e pluralidade do nosso movimento, tal como ele agora vem sendo idealizado.

NOSSO MACHISMO: O MASCULINISMO VERDADEIRO

Resta-nos agora, portanto, estabelecer as diretrizes do que é nosso movimento. A começar, não somos um grupo fechado, e se dizemo-nos únicos e autênticos é pela natureza das nossas ideias e iniciativas. Se temos exclusividade, não é porque queremos um movimento que gire em torno de alguns apóstolos e gurus que ditem como as coisas devem ser, mas porque nossos critérios são baseados simplesmente na verdade da síntese que nós fizemos, que porém não pertence a nós apenas, mas a todos que sejam capazes de reconhecer a verdade de nossas proposições. Esse, portanto, não é um movimento personalista, mas que está centrado em princípios, e são desses princípios que serão lançados os pilares agora, para que possam ser reconhecidos e firmados como parâmetro para a existência do movimento.

 

1º) Verdade: Nosso movimento precisa ser, antes de mais nada, balizado sempre na Verdade. Isso é muito fácil de compreender quando notamos que nossos oponentes são todos mentirosos e servos da mentira. E não se combate mentira com mentira, como não se combate trevas com trevas. Porque uma luz, pode ser ofuscada por luz maior, mas a escuridão, não se distingue uma da outra, é tudo escuridão. A Verdade está do nosso lado, então estejamos do lado dela, ela é a nossa força.

 

2º) Ordem: Da mesma maneira que do primeiro princípio, somos a favor da Ordem, em detrimento de nossos rivais, que são a favor do Caos. Quem nega toda a Ordem, acaba negando a Verdade e vice versa.

 

3º) Tradicionalismo: O que se quer dizer com tradicionalismo? É muito importante que se esclareça isso. Tanto o termo tradicionalismo como conservadorismo – principalmente a segunda – tem sido aplicado hoje no sentido de defender um certo conjunto de costumes, hábitos e heranças culturais, além de um certo grupo de valores específicos. O que é muito limitado e não condiz com o que chamamos de tradicionalismo. Tradicionalismo para nós é aquilo que podemos entender a partir de todas as tradições humanas e que diz respeito a preservação do que o ser humano tem de perene e universal, não é algo do passado apenas, mas algo que existe hoje e existira amanhã, é algo de eterno. É importante que se note, que esse termo tradicionalismo, aqui, tem na verdade o sentido de tomar o ser humano como um ser essencial, ao contrário do existencialismo, que diz que a existência precede a essência, e que portanto impõem ao ser humano que esteja sempre voltado ao futuro. O termo tradicionalismo, portanto, eu o substituiria se pudesse, pelo termo ‘essencialismo’.

 

Ora, a verdade é que, como todos sabem, foi do existencialismo que surgiu o feminismo tal nós conhecemos, e Simone de Beauvoir é hoje reconhecida como uma das principais pioneiras dessa ideologia. Por que? Porque é a partir da negação da essência que se nega o estabelecimento dos gêneros. Se o ser humano não existe como categoria, então Homem e Mulher também não existem assim. As pessoas podem simplesmente escolher ser o que elas quiserem. Nós, portanto, estamos em total oposição a isso. A tradição, então, para nós, é a afirmação de nossa ‘natureza’, e essa natureza não é entendida apenas como condicionada biologicamente, mas é a nossa realidade, nossa vocação, é aquilo que os Hindus chamam de “Dharma”, é algo que todos os seres tem, e é algo do qual não podemos nos desviar sem pagar um preço caro. Nesse sentido não há machismo sem tradicionalismo, oque nos leva ao terceiro principio.

 

4º) Espiritualismo: A compreensão do Homem e da Mulher, a partir de sua natureza perene, leva-nos a afirmação da espiritualidade, ainda que essa seja uma espiritualidade pagã e cósmica. E é importante mencionar, que isso tem uma significação muito grande se tratando de um movimento de homens, já que o homem é sempre identificado como a parte espiritual do ser humano. Os homens são verdadeiramente os guardiões da espiritualidade, e também seus precursores. Ainda que tomássemos as religiões no seu sentido puramente humano, cultural e fenomenológico, não poderíamos deixar de afirmar tudo isso. Também é mister enfatizar que nós não podemos jamais sermos uma espécie de seita religiosa, ou uma espiritualidade baseada na masculinidade, ou substituirmos a religião pelas questões de gênero. Nós simplesmente afirmamos de forma especializada aquilo que já esta contido na religião e nada mais do que isso. Até porque, o tempo em que vivemos faz necessário esse enfoque, pois já não estamos falando da perda da religiosidade, mas da nossa própria natureza, é uma situação de degeneração avançadíssima. Por fim, que fique claro: nós apenas estamos defendendo algo que está contido dentro das religiões tradicionais e que não foram corrompidas pela modernidade, que é: ***homens e mulheres são diferentes e o homem tem autoridade sobre a mulher.*** Isso nos leva ao próximo principio.

 

5º) Qualificação: Esse princípio é muito simples: Homens e mulheres são diferentes. Mas, por óbvio que pareça, por mais clara e patente seja essa realidade, delirantemente ela é EXTENSAMENTE RENEGADA por grande parte da sociedade! De tal modo que chega a ser impossível estabelecer isso de maneira pública sem ser já marginalizado. Não é que as pessoas não realmente saibam que homens e mulheres são diferentes, mas que eles simplesmente negam isso baseado em um idealismo de que um dia tudo isso pode mudar, através do avanço da ciência, tecnologia e valores sociais. O ser humano vive direcionado para o futuro, vive para a transformação e para o ‘progresso’. Nossa sociedade não só se esqueceu do passado, mas se distanciou da realidade e do momento presente. Nós vivemos no mundo da fantasia futurista e virtual. Cada pessoa e principalmente cada mulher no nosso mundo, é uma Alice no país das maravilhas em que a realidade já não passa de um detalhe insignificante perto das potencias imaginativas e criativas da humanidade 2.1.

 

6º) Complementariedade: Depois de diferenciados, homens e mulheres complementam-se. O ser humano é um ser andrógino. Assim foi constituído por Deus e pela natureza, primeiro indistintos em sua polaridade, depois separados em suas partes constitutivas – que são as mesmas duas de todo o universo – o ser humano não deixou de ser andrógino, pois em sua essência, a humanidade liga homens e mulheres uns aos outros, cada parte sendo compelida a ficar junta da outra e assim determinar a relação entre os polos novamente. Tal como a trindade divina são três pessoas em um ser, homem e mulher só são humanos quando se unem. É nesse sentido, e só nesse sentido, em que podemos falar de androginia, que é o total oposto do que se estabeleceu nos dias hodiernos. Oque há é um atentado contra Deus e sua criação, pois é exatamente sobre isso que está escrito: Aquilo que Deus uniu, o ser humano não deve separar. No mundo moderno, e principalmente ocidental, Homem e Mulher se separaram, como se pudessem viver de forma independente, com efeito, não vivendo um para outro, não exercem sua vocação e alterando-se, buscando dentro de si mesmos o elemento que lhes complementava, criando outra forma de androginia, aquela em que homens se tornam afeminados e mulheres se tornam masculinizadas. Quase como uma compensação da natureza que em suas leis busca sempre o equilíbrio. É preciso, portanto, que nademos em sentido oposto, em vista de estabelecer a relação holística e orgânica entre as partes.

Muito tem se falado sobre a instituição da Família, por exemplo, mas pouco se fala do Homem e da Mulher. Ora, uma coisa é defender a Família quando homens são simplesmente homens e mulheres são mulheres, outra coisa é quando ambos já não existem mais como tal, como pode haver família, se família surge da relação entre homens e mulheres? Pra que haja família, mesmo entre héteros sexuais, é preciso que se determine qual é o papel de cada parte, e é isso que parece estar sendo negligenciado, é disso que ninguém nunca fala. De tal modo que as discussões sobre a família atualmente, por esse e por outros motivos, são vazias e sem relevância.

7º) Autoridade: Depois do principio da complementaridade, vem o da autoridade, porque dada a diferenciação e interação entre homens e mulheres é preciso que se admita que implicam NECESSARIAMENTE na superioridade do homem, e na subordinação da mulher pelo Homem, moral e fisicamente. O homem está hierarquicamente acima da mulher em todos os sentidos, e deve ter sobre ela a primazia e o comando em todas as áreas, espiritual, moral e intelectual. Aqui geralmente começam os problemas para a maioria, aqui o terreno fica pedrogoso, e muitos resolvem voltar atrás pois não tem firmeza para prosseguir. Não é pra menos, pois o igualitarismo é o maior tabu e o maior preconceito de TODA NOSSA ERA! Portanto a defesa de um tal princípio exige um tanto quanto de heroísmo. Na verdade, isso só é um problema pra nós por causa dos nossos valores e do feminismo mesmo, que obriga a mulher a competir com os homens, caso contrário não haveria qualquer mal-estar sobre isso. Falando novamente de ordem, não há ordem humana onde os intentos da Mulher não estão submetidos aos intentos do Homem.

Da mesma forma não há ordem no mundo em que a terra não estivesse submetida ao céu, não haveria ordem física, se o que está embaixo não se submetesse ao que está em cima, e assim por diante. É preciso que se diga, que a consciência do homem SEMPRE prevalece sobre a da mulher, ainda que o homem negue isso abertamente, abrindo mão ele próprio da sua consciência em detrimento da consciência da mulher, ou simplesmente fingindo que faz isso para melhor ludibriar tanto as mulheres quanto aos homens, da mesma maneira que os líderes políticos fingem que sua consciência não é superior a das massas, com o propósito de domina-las com mais eficiência.

 

8º) Responsabilidade: Tendo o homem autoridade sobre a mulher, ele deve também ter responsabilidade sobre ela, como uma consequência inevitável do seu poder. Foi a recusa a essa responsabilidade um dos principais fatores pelo qual o feminismo surgiu. Nós podemos ver isso muito bem hoje em dia. Para notarmos a distância que temos da tradição, é só levarmos em conta que, em tempos passados, se um homem desvirginasse uma mulher, ele provavelmente seria coagido a casar-se com ela, agora, mesmo sem esse compromisso, os homens mal querem sequer desvirgina-las, pois consideram isso um peso e um constrangimento. Enfim, no final das contas, a responsabilidade implica, na tutelagem da mulher pelo homem. O que ainda é uma realidade em lugares como a Arábia Saudita e que desperta perplexidade e pavor entre nós. As mulheres devem ser tuteladas, pois que pertencem aos homens como filhos aos pais, e assim demandam comprometimento. É bom que se mostre também que essa tutelagem sobre as mulheres não teve fim, ao contrário, passou para as mãos do Estado, que agora força os homens a manterem seu compromisso em cuidar das mulheres sem qualquer poder sobre elas e sem receber nada em troca. É que o tiro saiu pela culatra, e os homens que queriam libertar as mulheres são os mesmos que hoje clamam direitos para eles próprios. Por exemplo, vários cabeças do movimento pelos direitos humanos dos homens e meninos eram ativistas feministas no passado, como Warren Farrell, até mulheres feministas como Christina Hoff Sommers e etc… Isso porque esses dois movimentos são complementares, e é muito falsa a oposição entre eles, tal como é falsa a oposição entre capitalismo e comunismo. Já os conservadores, por outro lado, que são na verdade aburguesados e pseudo-conservadores, por trás de uma falsa defesa de uma tradição judaico-cristã, quando muito defendem o compromisso do homem para a mulher dentro de um casamento, que é uma espécie de contrato entre a esposa e o marido e nada mais. Para eles, a família tem um valor totalmente utilitário, mulheres e homens se relacionam numa espécie de vinculo empregatício, cada parte com suas características próprias exerce uma profissão, como se a família fosse uma pequena empresa, essa é a família moderna. Isso não se enquadra no que estamos descrevendo, principalmente pois que estamos falando de categorias e não de indivíduos, isso é, estamos falando da tutelagem de todas as mulheres por todos os homens, e não de algumas mulheres com alguns homens. Esse modelo conservador burguês é nada mais do que outro dos fatores que deram origem ao feminismo. Tais conservadores só acordaram para o enfrentamento depois de muitos e muitos anos de estrangulamento da classe média pela esquerda, e reagem praticamente por instinto de sobrevivência, sendo contra pautas como a do aborto ou a ideologia de gênero nas escolas. Ainda que tenham boas intenções, pecam, porque quem age de maneira inconsciente, por isso ainda que façam o certo, só tem metade da razão.
Por fim, a tutela também permanece, principalmente, nas mãos dos homens poderosos, que são os verdadeiros donos e patronos do feminismo, pois o criaram com a finalidade de ser mais um instrumento de escravização da humanidade. Nesse caso portanto, tutela não é a melhor forma de descrever, trata-se de subordinação mesmo. Aqui está a grande sacada do mundo feminista! Um mundo onde a autoridade dos homens sobre a mulheres foi transferida para a autoridade totalitária de alguns homens endinheirados sobre as mesmas e sobre todos os outros homens, que recebem todos os deveres que os magnatas não tem, e carecem de todos os direitos que eles tem.

 

Se você tiver dinheiro, você pode definitivamente escravizar mulheres ao ponto de até tortura-las fisicamente se você quiser. Quantitativa e qualitativamente, nunca, em momento algum da história humana, mulheres foram tão exploradas e abusadas, em todos os sentidos, física, moralmente, tanto no trabalho como sexualmente. E as feministas desvairadas, sentem isso na pele, mas na sua irracionalidade histérica e animalesca não percebem que é culpa delas mesmas, e que elas são nada mais do que idiotas uteis para serem usadas e vão ser descartadas como absorventes.
Esse é, então, o problema da responsabilidade. E que fique claro, nada disso foi de modo algum inventado por nós, isso é apenas o reflexo claro da natureza das coisas.

 

9º) Heteronormatividade: O princípio da hétero-norma, ou da sexualidade masculina, é um dos mais importantes de todos. Primeiro, a hétero-norma e a sexualidade masculina, são praticamente uma coisa só, posto que é praticamente o homem que mantem a rigidez do comportamento sexual, sendo a sexualidade da mulher muito ambígua. Qualquer movimento masculino que se preze, tem a OBRIGATORIEDADE, de defender a hétero-norma como ÚNICA maneira de sexualidade para o homem e para os seres humanos, consistindo essa da relação exclusiva entre HOMEM E MULHER na sua forma natural, sendo o homem sexualmente ATIVO e a mulher PASSIVA, não aceitando qualquer forma de pratica substitutiva em relação ao ato sexual entre homem e mulher, desde a masturbação – que é um caso menos grave – até o uso de objetos ou realidades virtuais que simulem o ato sexual ou a anatomia feminina. QUALQUER MASCULINISTA/MACHISTA/PRÓ-HOMEM e digo até mesmo QUALQUER HOMEM QUE SE PREZE, não deve aceitar menos, nem sequer em um milímetro a menos, do que expressar sua sexualidade natural com uma mulher de verdade! Qualquer outra coisa que se desvie disso sequer por uma polegada será considerada uma abominação, digna das depravações de Sodoma e Gomorra e merecedora das labaredas que as fulminaram. Como está escrito em gênesis, capítulo 19, versículo 4, quando os habitantes de Sodoma cercaram a casa de Ló para abusar dos seus visitantes, esse saiu e disse:

7 Meus irmãos, rogo-vos que não façais mal a eles;
8 Eis aqui, tenho duas filhas que ainda não conheceram homens; lhes trago elas aqui fora, e fareis delas como bom for aos vossos olhos; somente nada façais a estes homens, porque por isso vieram à sombra do meu telhado.

Essa passagem demonstra claramente que, foi preferível para Ló entregar suas próprias filhas adolescentes para servirem a multidão, do que permitir que praticassem a abominação homossexual ou outro ato vil pelas leis naturais e pelas leis de Deus.

Esses são os nove princípios que norteiam o homem tradicional e o machismo esclarecido e os que não seguem eles estão contra nós.

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