Laerte-se e a propaganda da ideologia de gênero na Netflix.

Com a direção de Elaine Brum, feminista e jornalista brasileira, que em um de seus textos compara um bebê na barriga da mãe à um Alien, a Netflix estreou seu novo documentário Laerte-se, que aborda a vida e a obra dO cartunista Laerte Coutinho, e claro, como não poderia deixar de ser, o artista pouco importa nesse caso. O principal objetivo desse documentário não é outro se não mais uma vez promover descaradamente a agenda nefasta da ideologia de gênero e do homossexualismo, como vos mostrarei a seguir.

Agora, antes de mais nada, veja a contradição: como eu disse, esse documentário é dirigido por uma das abomináveis e asquerosas feministas  do Brasil, a supracitada Elaine Brum. Elaine escreve artigos para a revista Época e o jornal El Pais Brasil. Ou seja, é ela quem tá tratando um homem como se fosse uma mulher. Uma feminista!! Uma feminista que está desprezando toda a “luta” do seu movimento para equiparar um macho a uma fêmea!! Luta essa que nunca foi promovida nem pelos próprios gays ou travestis, tampouco pelos homens, mas sim, uma luta exclusivamente feminina. Aí essa praga agora vem  tratando da ideologia de gênero como um todo, considerando Laerte como uma mulher. Uma feminista tratando um homem como uma mulher fazendo um documentário sobre um doente mental desses e tratando ele como se fosse uma fêmea. Um pervertido que sofre de disforia de gênero (CID 10 f64).

Essa senhora escreveu um texto comparando um feto na barriga da mulher a um alien quando oriundo de uma gravidez indesejada.  O texto a que me refiro é este aqui: A “safada” que “abandonou” seu bebê. Essa é a pessoa que fez o documentário do Laerte. É  preciso que se diga isso, que todos saibam de quem a gente está falando. Precisamos tirar as máscaras dessa gente e mostrar quem eles realmente são.

Impressionante ter um documentário sobre O Laerte no Netflix, mas não ter nenhum sobre documentário homenageando a vida e a obra das grandes lendas dos quadrinhos nacionais, como o  “nosso Walt Disney”Maurício de Sousa, ou Ziraldo, Angeli, Aroeira, Dalcio, Carcamo, Gualberto Costa, Gepp e outros. E qual o motivo desses artistas que eu citei nunca terem sido homenageados pela maior empresa de streaming do mundo que também atua em nosso pais? Simplesmente porque os referidos artistas não são uma “propaganda ambulante” da ideologia de gênero.

A Netflix está apenas utilizando a imagem de Laerte para fazer a já velha e conhecida propaganda LGBT. A Netflix sempre foi adepta desse tipo de ativismo, de maneira que quando chegou ao Brasil, possuía no site um gênero exclusivo de “Filmes LGBT” que curiosamente ficava na exatamente mesma coluna dos filmes infantis. Eu tenho o print guardado até hoje. Que vergonha, Netflix, preterir nossos grandes artistas nacionais e usar O Laerte como garotO propaganda de sua ideologia.

Afinal. QUEM É LAERTE se comparado às lendas do quadrinho nacional ou ao DEUS Mauricio de Sousa? Qual a criação significativa que Laerte teve no mundo dos quadrinhos? NENHUMA! NADA!

Ele só tem esse destaque porque brinca de se vestir de mulher, o que vai de acordo com a ideologia pregada e propagada pela  Netflix em series como Sense8 e Orange Is The New Black e não devido ao seu talento, sua vida e obra, mas apenas porque ele se veste de mulher. Por isso a Netflix escolheu ele, por se vestir como mulher. Como os outros não se vestem, foram ignorados pela Netflix. Deixar de homenagear Mauricio de Souza pra homenagear esse lixo ai…

Concluímos que O Laerte foi escolhidO para ser o primeirO artistO dos quadrinhos nacionais, homenageadO pela Netflix, nao pelo seu talento, mas por causa de sua “conversão” à ideologia de gênero e ao movimento LGBT. Os outros grandes artistas do Brasil, os quais já mencionei, muito mais importantes que o propriO LaertO, como é o caso de o Maurício de Sousa, nunca foram homenageados pela Netflix, simplesmente porque não representam o posicionamento ideológico da empresa. A escolha da Netflix dO cartunistO Laerte, se deve exclusivamente esse fato e não a sua obra.

Vemos que o slogan criado para promover o documentário sobre o Laerte – “a genialidade não tem gênero” – é uma grande mentira; “genialidade” para a Netflix tem “gênero” sim, e isso é bem claro…

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