A piada da eleição da Arábia Saudita para a Comissão dos Direitos Humanos das Mulheres da ONU

Como os amigos contronautas certamente devem saber (ou não, sei lá…), a Arábia Saudita -esse país tão progressista e modernaço- é, desde Abril deste ano, membro integrante da Comissão para os Direitos Humanos das Mulheres das Nações Unidas. Uma vitória feminista, é claro! A eleição -sim, a Arábia Saudita foi eleita por votação secreta- causou perplexidade até mesmo  entre a mídia adesista e inescrupulosa, tão afeita ao globalismo multicultural, como por exemplo a insuspeita revista Fortune, o que, claramente podemos ver aqui.

Neste vídeo, podemos ver e ouvir Hillel Neuer (fujam, nazionaliztaz, que ele é judeu!) diretor da UN Watch, denunciar o que está por trás dessa escandalosa e estúpida nomeação sem nenhum sentido. E diagnostica, por volta dos 1m29s: “A Arábia Saudita é membro integrante do Conselho dos Direitos Humanos da ONU há já uma década e não melhorou em nada o seu registo em matéria de direitos humanos.

E já que estamos falando de mulheres e islamismo, vamos aproveitar pra comentar aqui uma notícia sobre um fato curioso que aconteceu anteontem no Iraque (outra sucursal do inferno na Terra), em que a polícia iraquiana proibiu as mulheres de Mossul de usarem o ‘niqab’, que trata-se de um véu que deixa apenas os olhos a vista, para evitar que sejam confundidas com elementos do grupo extremista Estado Islâmico (EI) durante a ofensiva para libertação da cidade.

Conforme diz o texto do link acima, traduzido aqui: “Esta medida foi tomada por haver ‘jihadistas’ que se infiltram no meio dos civis vestidos com ‘niqab’ e atacam os residentes, disse o comandante da polícia da província de Nínive, cuja capital é Mossul, o general de brigada Wazeq al Hamadani, em declarações à agência EFE. O general referiu que já foram detidos vários elementos do EI que tentavam passar por postos de controlo vestidos dessa maneira. Wazeq al Hamadani disse também que o EI, durante a ocupação da cidade, a segunda maior do Iraque, forçou as mulheres a usarem ‘niqab’.”

“Além disso, foi pedido aos moradores que não se desloquem de mota depois das 18:00 e que informem a polícia sobre pessoas suspeitas de pertencerem ao grupo extremista. Foi ainda decidido que os donos de lojas de telemóveis não poderão vender cartões SIM a quem não tiver documentos oficiais de identificação. As forças governamentais iraquianas lançaram em Outubro uma ofensiva para recuperar Mossul do EI, tendo em Janeiro conseguido libertar a zona oriental da cidade, que está dividida ao meio pelo rio Tigre. O EI perdeu quase toda a cidade e resiste apenas na zona histórica.”

Vestuário islâmico para leigos: o niqab, é o segundo da esquerda.
Não se esqueçam que estas vestimentas não são misóginas, mas sim progressistas, feministas e empoderadoras.

Engraçado, aqui no Ocidente há muitas pessoas “esclarecidas” que recusam o argumento de que cobrir a cara com vestuário islâmico é perigoso. No entanto, a Dona Realidade mostrou aos afegãos que tinham mesmo de destapar as suas mulheres, senão elas iam acabar em pedacinhos… mas que grande “islamófoba” se mostrou, a Dona Realidade…

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