A grande festa multicultural da ponte de Londres

Como os amigos contronautas já devem saber, houve mais um atentad… eeer… perdão, mais uma grande festa islâmic… eeer… festa da multiculturalidade no Reino Unido no último fim de semana. Desta vez, a sorte grande e enriquecedora aconteceu cidade de Londres, onde três “seres humanos como nós“, na sua generosidade infinita, decidiram aliviar 55 ingleses do peso do seu próprio sangue. Mas não se preocupem, caros leitores, só morreram sete pessoas, gente fraca e sem caráter que não aguentou sangrar um bocadinho… Coisa leve. Infelizmente, os malvados dos “islamofóbicos” já reagiram e estão novamente a dizer a verdad… hãã… perdão, a espalhar o ódio e a intolerância entre as ovelhinh… eeer… entre as pessoas de bem! Vejam só estes três vídeos (os dois primeiros com legendas em português BR), que coisa mais hedionda!

1. Paul Joseph Watson (Infowars): A Verdade Sobre o Ataque na Ponte de Londres: uma das mentiras mais repetidas pela mídia adesista na sequência de (mais) este atentado terrorista islâmico foi que não era possível “estabelecer as motivações dos atacantes“; no entanto, várias testemunhas no local ouviram os assassinos gritar “Isto é para Alá!” e “Isto é pelo Islã!“… será um problema de tradução?
2. Stefan Molyneux (Freedomain Radio): «Londres está a morrer!: Stefan Molyneux acha que a capital da velha Albion está morrendo, mas eu acho que ele está sendo ingenuamente otimista: Londres já morreu há muito tempo, a maioria da sua população já nem sequer é britânica; o que temos agora é o Londrenistão, muito mais “moderno” e “progressista”, ou seja, islâmico. A eleição do muslo Sadiq Khan foi o último relinche daquela que já foi a mais gloriosa metrópole do velho continente. Enfim, cada um tem aquilo que merece…
3. Paul Weston (LibertyGB): O Atentado Terrorista Islâmico da Ponte de Londres:  Weston começa comentando as declarações da primeira-ministra Theresa May que, em resposta a (mais) este atentado, se limitou a repetir os chavões e lugares-comuns dos costume, sem nunca apresentar soluções e medidas concretas e, bem pior do que isso, sem nunca sequer nomear o caralho do Islã como a fonte do problema. Depois, o Sr. Weston faz aquilo que nenhum político no Ocidente quer fazer: apresentar uma série de medidas concretas para combater o terrorismo islâmico.
Aliás, é bom que se diga que dois dos “pobres coitadinhos” são  ingleses de gema (fonte): Chamavam-se Khuram Shazad Butt e Rachid Redouane. Como bem sabemos, a pele, o cabelo e os olhos escuros são adaptações evolutivas ao sol tórrido da Grã-Bretanha. Além de que Khuram e Rashid são nomes tipicamente ingleses. Sem brincadeira, não me digam que não sabem que Maomé é o nome mais popular no Reino Unido… Ninguém pode afirmar seriamente que estes homens não são britânicos legítimos.
Pra manter tudo na conta dos próprios europeus, o terceiro terrorista chamava-se Youssef Zaghba, era filho de um marroquino e de uma italiana convertida ao Islã, nasceu e foi criado em Marrocos… mas o crápula do “jornalista” decidiu pôr no título que ele era “filho de uma italiana”. Felizmente, nem todo mundo cai nessa lavagem cerebral da #FakeNews no que se refere ao branqueamento do islamismo:
Reparem ainda que dois dos três terroristas eram casados com mulheres europeias convertidas ao Islã. Ainda querem melhor integração do que esta? Os animais tiveram o conforto de sair do inferno de onde nasceram e viver no Ocidentee, mesmo assim, decidiram esfaquear inocentes em nome de sua religião maldita.

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