Arte, Cultura e Putaria

Olá, caros frequentadores do Contra, o blog mais estapafúrdio, explosivo e proparoxítono da inclusão digital brasileira. Eu sou o Astrólogo Orvalho de Caralho e estou aqui pra acrescentar beleza e charme para esse que já é um sucesso maior do que os Fabulosos The Housemartins e passar a minha crítica sobre Deus, Diabo e tudo que tem no meio. E pra começar, um tema recorrente no neste blog que você agora tem em mãos: ARTE.

Bem… arte. A arte se manifesta de várias formas, como música, dança, pinturas (desde o Realismo do século 15 até o Dadaísmos de alguns séculos depois) até as rimas do digníssimo Sr. Alexandre Frota. Mas quanto mais o tempo passa e eu analiso friamente tudo isso, só posso chegar que a arte, vista da forma de hoje em dia, não passa de pura e completa PUTARIA BARATA, e não cultura como se comumente credita.

Não me entenda mal, não estou dizendo que arte é algo ruim, só estou afirmando que tudo aquilo que vem creditado como arte serve pura e simplesmente para entretenimento, e não para cultura, não é de forma alguma algo que vai enriquecer a somatória do que é o conhecimento humano. Por se tratar de uma teoria minha, procurarei defendê-la com exemplos tradicionais de conhecimento geral.

Música e dança:

A primeira arte, definitivamente a mais controversa e acessível. Desde os antigos Neanderthais batendo fêmures em troncos até os Neanderthais mais recentes, em bate-cabeças por aí, passando por bailes Funk, Óperas de 500 mangos e o famigerado tecladinho da música de elevador. Dentre todas, a música se tornou o tipo de obra mais acessível. Além disso, por sua natureza puramente sonora e pela simplicidade é a que mais facilmente explora emoções. Porém, assim como foi benéfica, também foi prejudicial. Socialmente prejudicial.

A música segrega. Quando você está ouvindo música, não é apenas isso que você está fazendo, você também está entrando em um seleto e isolado grupo. Se você ouve Rock, não pode gostar, nem ao mesmo ouvir Funk, Pagode ou afins. Antes nem mesmo o Rap, mas depois do Rage Against the Machine e um forte movimento de maconheiros com tendências “revolucionárias”, o HipHop ganhou um pouco de voz entre os adeptos da musica do capeta. Se você curte PUNK Hardcore, não pode andar com a laia do Emocore (isso ainda existe?), mesmo que os dois gêneros soem absolutamente iguais.

E porque isso? Oras é o que está estabelecido, e o que está estabelecido não pode ser mexido, discutido, sequer vislumbrado. Se você ousar falar que o Queen é uma banda de bosta, logo vem a turma dos bons costumes dar piti. Não discutir, nem ao menos contestar. Dar PITI! E olha que eu GOSTO de Queen, curto pra cacete! Mas, sabe o que é engraçado? Alguém vem a fala mal duma banda que você gosta. Você, como boa putinha apaixonada, vai e chama o povo de bicha, pagodeiro, funkeiro, que seja. Mas, não defende a banda!
Sabe por quê? Porque você não tem como ter argumentos, você ouve essas bandas porque está ESTABELECIDO nos LIVROS SAGRADOS que elas são boas, e discordar disso provavelmente vai te custar todo o seu convívio social.

Tô falando merda? Então faça o teste! Diga pra seus amigos roqueiros que o Funk hoje em dia nada mais é do que o Rock foi nos dias dele! Um gênero musical odiado pelos velhos conservadores por ser sexualmente vulgar, barulhento e tecnicamente fraco, que os pais renegavam totalmente e afastavam o máximo possível de seus filhos, mas, que com o tempo foi sendo absorvido pela cultura.

Caso seja muito complexo para os seus amigos roqueiros, diga apenas que você também curte um Funk ou um Pagodão bem rasteiro e veja o que acontece. Se você curte um Pancadão ou coisa assim, faça o mesmo teste e veja os resultados. Não tenha medo de perder seus amigos, tem gente de sobra no mundo e tudo que você precisa fazer é seguir o estabelecido.

Mas seja lá o gênero, me diga, o que você já aprendeu com a música? Aprendeu de importante mesmo?
E não se esqueça, música não é atitude, ouvir é um verbo PASSIVO.

“Passivo”? Huuuuummm…

Caso você esteja ouvindo a trilha sonora do dia, recomendo também essa música feita pelo antigo baixista do Housemartins. Veja o que a auto crítica, e também saber ouvir a opinião dos outros, pode fazer.

Bem, dança, pelo menos é algo que todo mundo sabe fazer, bem ou mal. Você só precisa sair pra qualquer balada e mexer o corpo.

Menos em 90% das baladas de Rock por aí…

Só que, honestamente, alguém me explica como algo coreografado e modorrento como isso…

…pode ser considerado importante, a ponto de de ser patrocinado pelo governo? O que alguém pode aprender com uma merda dessa?

Em suma, dança só é útil pra criança autista fazer contato com o mundo, pra entretenimento estético, como cerimônia de acasalamento ou para dar alguma utilidade praquele bando de viados e maconheiros que representam os estudantes e formandos de Artes Cênicas.
Eu prefiro que o vampiro do Temer ou o calhorda do Renan roubem todo o dinheiro dos cofres públicos do que investir em algo que uma pessoa deve fazer, no máximo, entre 2 pessoas. Ao invés disso, puta merda, não só essas atividades tem isenção de imposto, como existem incentivos financeiros do governo, em algo que eu não consigo descrever de outra forma que não seja desvio de dinheiro.

Ou melhor: roubo.

Principalmente num país como o Brasil, futilidades como esta deviam ser sobretaxadas, em benefício do IPI, principalmente de alimentos e outras necessidades básicas.

A uns 10 anos atrás, eu comprava 8, 10 pães com 1 real. Hoje em dia, se pegar 1 eu tô no lucro. E você sabe pra que? PRA FILHOS DA PUTA, ENTORPECIDOS, COMO JÔ SOARES,  TICO SANTA CRUZ, CLÁUDIA LEITTE E MIGUEL FALABELLA DIZEREM O QUE FAZER COM ESSE PAÍS. Enquanto existir essa ILUSÃO de que coisas como a banda que você curte ou os espetáculos que você admira determinam quem são o melhor e o pior ser humano, o status quo não vai mudar. Os “comunistas” vão continuar reclamando como faz falta um camarada Chê pra mudar esse país e o resto dizendo como é um lixo viver num país onde os políticos são TÃO corruptos.

 

1 comentário Adicione o seu

  1. Anonimo disse:

    Caralho uma coisa que eu concordo indiscutivelmente com o senhor, assim como os nobres colegas deste blog é que arte deveria ser financiada pelos seus criadores.

    Me lembrou de um caso dessa semana de um caboclo que discordou da decisão do prefeito do rio em cortar investimentos do carnaval dizendo que não existe evento que não se sustente com a ajuda do estado.

    Eu falei pra ele o seguinte: como sou morador da Cidade do Rio de Janeiro, conheço o meio das escolas de samba graças a parentes que participavam do meio e sei que muita grana rola dentro desse meio e eles faturam, até porque tem casos desse pessoal estar ligado diretamente a política.

    Ah, mas veio com toda aquela conversa mole, citando copa do mundo e escambau. Eu respondi que eram situações completamente diferentes, as escolas tem patronos o samba é um produto. Eles ganham em cima de eventos que fazem dentro dos barracões da escolas.

    O mal do artista, principalmente o nacional, é querer que o cachê esteja garantido antes mesmo de lançar seu produto. Por isso que o material nacional no geral é inferior, aí fica fácil puxar saco de políticos e apoiar ideologias socialistas. Socialismo no cu dos outros é refresco.

    Curtido por 1 pessoa

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s