O “racismo” da comunidade LGBTQQIABCEDF123456

Pois é! Esqueça as guerras, as doenças, a corrupção, o desemprego, a poluição, a crise econômica, a criminalidade, as ditaduras das minorias, o politicamente correto e todos esses assuntos secundários… O importante mesmo é discutir coisas que realmente interessam e que são primordiais para definir o futuro da humanidade : o racismo na “comunidade” LGBTQ (daqui a pouco essa porra vai ser o abecedário todo…), conforme descrito na “notícia” que comentaremos  abaixo.

Mas antes, vejamos o porquê de eles terem acrescentado um ‘Q‘ ao ‘LGBT’‘:

LGBT may also include additional Q’s for “queer” or “questioning” (sometimes abbreviated with a question mark and sometimes used to mean anybody not literally L, G, B or T) producing the variants “LGBTQ” and “LGBTQQ””

Ou seja, a sigla LGBT não incluía todas as aberrações possíveis, por isso, foi devidamente necessário juntar-lhe mais um ‘Q’ (ou dois)… 😒. Vamos então à “notícia”:

Na semana passada, a cidade da Filadélfia revelou uma nova bandeira de “orgulho” [gay], adicionando uma faixa marrom e outra negra ao arco-íris já existente. As novas listas foram adicionadas em solidariedade com as pessoas de cor LGBTQ e como lembrete da necessidade de inclusão dentro da comunidade LGBTQ.

À esquerda, a bandeira original; à direita, a nova bandeira, muito mais exótica e “inclusiva”

“No entanto, essa mudança da bandeira padrão do arco-íris recebeu muitas reações negativas por parte de membros da comunidade. Muitos criticaram o novo design, porque os desafiava a pensar de uma forma que punha em causa a sua visão frágil do mundo, trazendo à luz um fenômeno que não devia ser uma fonte de orgulho durante este ou qualquer outro mês: o racismo e exclusividade dentro da comunidade LGBTQ.

Olha que legal, caros contronautas: ‘justiça social’ dentro da ‘justiça social’! Ser gay já não é suficiente para se ser um “pobre coitadinho oprimido vítima da sociedade machista e patriarcal“! É preciso também não ser branco!!! Mas, atenção, o artigo da teenVogue “explica” porquê:

Vamos olhar para os argumentos dos resistentes à nova bandeira:

Eles dizem: O propósito da bandeira não é este. A bandeira já foi criada para representar todas as pessoas independentemente da sua raça.

Nós ouvimos: Eu nunca senti que esta bandeira não me representava e por isso não vejo qualquer razão para a mudar.

Eles dizem: Isso não vai mudar nada.

 

Nós ouvimos: Eu não quero mudar.

 

Eles dizem: Isso vai criar mais divisões na nossa comunidade.

 

Nós ouvimos: Eu nunca fui excluído de um local ou de uma festa com base na minha raça. Quero decidir quem é representado e apoiado em nossa comunidade.

Hahahahahahahahaha isto é simplesmente espetacular! Os gays brancos finalmente estão provando do seu próprio veneno… Quiseram acabar com “a família tradicional brasileira, a sociedade patriarcal, homofóbica e repressora do passado”, não foi? Pois esse é o resultado da sua luta: a nova sociedade moderna, progressista e lacradora do séc. XXI, em que agora vocês estão devorando a si mesmos. E agora vem a melhor parte:

Esta reação às novas listas demonstra como a supremacia branca permeia muitos espaços, mesmo aqueles de um grupo muito marginalizado como a comunidade LGBTQ.

Em todo o mundo e ao longo de décadas, foram desfraldadas variações da bandeira do arco-íris, mas parece que os fanáticos estão chateados só porque agora a bandeira foi alterada para apoiar as pessoas de cor.

O artigo original ainda continua, mas eu não vou traduzir toda essa porra porque já sei que quando publico textos muito longos, ninguém se dá ao trabalho de ler até o fim. Mas, o ponto principal é este: o progressismo nunca pára, mesmo entre os progressistas! O câncer putrefato da justiça social nunca vai deixar de consumir e matar tudo o que toca, inclusive os próprios ‘justiceiros sociais’. Pois,  sempre haverá mais alguma “injustiça” para mudar, mais um opressor que é preciso denunciar, mais uma estrutura patriarcal, racista ou autoritária que é preciso combater e derrubar.

E esse é de fato o grande problema: essa porra não pára, nunca vai ter fim. E enche o saco, cansa. Chega a um ponto que é mais fácil juntarmo-nos a eles que combater a sua retórica inescrupulosa. E as consequências disso é o fim das discussões publicas do que é realmente importante discutir para o desenvolvimento e mesmo da sobrevivência condigna da humanidade, então temos uma geração que passa mais tempo a discutir o “sexo dos anjos”, as relações homossexuais, e quem é “homofóbico” e quem não é, como se isso fosse um assunto realmente importante. Qualquer pessoa minimamente sã percebe que esse não é um assunto pertinente e é aí que reside o cerne da questão: querem colocar a opinião pública louca a discutir coisas que não tem nenhuma relevância.

Sinceramente, estou pouco me lixando para a sexualidade ou as “sexualidades” dos outros. Por mim podem existir gays á vontade e que eles sejam livres pra fazerem o que quiserem na sua intimidade, fodam-se. E mais: admito que há muitos gays intelectualmente e humanamente com muito valor e caráter e que com seu esforço contribuíram em muito para o avanço da sociedade. O que eu não consigo admitir é que este “Lobby gay” continue a querer puxar infinitamente a sociedade para um buraco sem fundo. Não precisa ser a Mãe Dinah pra saber onde isso vai parar: perseguir e tirar (cada vez mais) direitos a todo aquele que for branco, homem e/ou hétero. É inegável que tanto a retórica moralmente aceita pela opinião publica como “correta”, “progressista” e “humanitária” como a própria legislação que se vai se configurando nesses últimos tempos, está a ir cada vez mais nesse sentido, cada ano que passa. Não é por acaso que os países Europeus mais invadidos por migrações exóticas são exatamente aqueles onde o lobby gay é mais poderoso. Coincidência?

Isso só surpreende aqueles que não sabem ou não percebem o que é a Teoria Crítica: a principal estratégia  do Marxismo Cultural consiste em dividir a sociedade em tantos grupos antagônicos quantos forem possíveis, para que a coesão comunitária seja erodida até aos níveis mínimos, justificando a intervenção máxima por parte do Estado, que faz a sua parte, botando seco no rabo de todo mundo.

4 comentários Adicione o seu

  1. Que hetero provavelmente branco burro.

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