Estudo comprova: ter nojo de práticas homossexuais é sinal de heterossexualidade

 

Cai por terra a famigerada “teoria LGBT” de que todo hétero que tem repulsa ao homossexualismo e suas práticas é um “gay enrustido”:

Um detalhado e minucioso estudo realizado pela DOUTORA Karen L. Blair, da St. Francis Xavier University  intitulado  “What do two men kissing and a bucket of maggots have in common? Heterosexual men’s indistinguishable salivary α-amylase responses to photos of two men kissing and disgusting images” (em português: “O que dois homens se beijando e um balde de vermes nojentos tem em comum? Homens heterossexuais indiferenciavelmente sentem a mesma repulsa à fotos de dois homens se beijando à demais imagens nojentas”) e recém publicado na conceituada revista de estudos científicos  Psychology & Sexuality revela que a sensação que homens héteros sentem ao verem homossexuais se beijando é a mesma sensação de nojo quando veem vermes rastejando em carne podre. Ou seja, o repúdio que os heterossexuais têm pelo homossexualismo não possui nenhuma relação com algum tipo de “atração sexual oculta” – como afirmam os LGBTs. Trata-se de uma questão biológica e não de “preconceito”.

“Originalmente, estávamos interessados ​​apenas em estudar os efeitos sobre a saúde dos voluntários do estudo em relação à demonstrações públicas de afeto (DPA) entre pessoas do mesmo sexo  e com pessoas de sexos opostos. No entanto, um dos fatores susceptíveis de influenciar a forma como os indivíduos interpretam essas DPAs é a reação que outras pessoas têm para testemunhar DPAs. Consequentemente, decidimos começar a pesquisa examinando se os heterossexuais têm ou não respostas negativas para testemunhar DPAs entre pessoas do mesmo sexo; Em particular, começamos por examinar respostas masculinas heterossexuais a exibições públicas de carinho do sexo masculino do mesmo sexo”, explicou a DOUTORA Karen.

“Os participantes assistiram a uma série de slides: casais masculinos se beijando, casais masculinos de mãos dadas, casais de homem/mulher se beijando, casais de sexo oposto de mãos dadas, imagens “chatas” (por exemplo, clipes de papel) e imagens nojentas (larvas)”, explicou Blair. “Entre as apresentações de slides, perguntamos aos participantes as suas respostas a respeito das fotos (ainda não publicadas no estudo) e também coletamos amostras de saliva para avaliar a alfa-amilase salivar em resposta a cada apresentação de slides (o artigo atual)”.

Medir os níveis de alfa-amilase salivar, uma enzima digestiva associada ao estresse e especialmente responsiva ao desgosto, permitiu aos pesquisadores examinar a reação fisiológica dos homens às fotos. O estudo, financiado através de uma campanha de crowdfunding em  http://www.drkarenblair.com/pdasponsors/ , baseou-se em resultados de 120 homens heterossexuais, com idades entre 18 e 45 anos.

“O que é mais importante de notar é que as respostas não diferiram em função dos níveis de preconceito ou de inclinação a  agressão autodeclarados pelos entrevistados em relação aos homossexuais”, explicou Blair. “Em outras palavras, não eram nossos indivíduos altamente prejudicados que estavam experimentando uma resposta fisiológica aumentada às imagens de casais do mesmo sexo se beijando, eram todos na amostra, mesmo aqueles com níveis muito baixos de preconceito”. Todos os entrevistados sentiram nojo ao ver aquelas imagens. Todos eles. Todos. TODOS. T-O-D-O-S.

Mas alguém esperava que fosse diferente? A pesquisa apenas tornou público o que nós héteros sempre sentimos ao presenciarmos práticas homossexuais.

Vemos mais uma vez a incoerência dos LGBTs, pois os mesmos sempre demonstraram publicamente sentir nojo de ter contato físico com pessoas do sexo oposto e isso nunca foi visto como uma atitude preconceituosa, mas sim como uma “expressão da homossexualidade”. Ocorre que quando os heterossexuais sentem o mesmo sentimento de repulsa pelos homossexuais isso é visto -segundo os LGBTs- como um sinal de “homossexualismo incubado”, de “tendências homossexuais enrustidas”. Utilizando-se dessa mesma lógica, será que os homossexuais possuem “tendências héteros” e que na verdade são heterossexuais “dentro do armário”?

Esta é mais uma pergunta que com certeza ficará sem resposta da corja esquerdista e do infame Movimento LGBTQ.

 

– Jamy Milano(*)

(*) em co-autoria com Adriano Imperador

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