Allahu Akbar, bebê em pedaços pelo ar

Só mesmo a “religião da paz” poderia proporcionar-nos uma cena tão… hum…. maravilhosa…Mais uma notícia que passou em branco na imprensa brasileira, mas que fazemos questão de registrar, ainda mais com a iminência de a execrável e absurda Lei da Imigração passar a entrar em vigor por aqui: “A fotografia de uma mulher muçulmana a segurar o filho bebê ao colo, momentos antes de fazer explodir um artefato que transportava numa maleta, em Mossul, no Iraque, está a correr o mundo. A fotografia foi tirada minutos antes desta se explodir, com o filho nos braços.

Segundo um especialista em conflitos no médio oriente, a mulher detonou a bomba no preciso momento em que a imagem foi captada, e na qual a muçulmana passava por entre soldados das tropas iraquianas, numa área da cidade libertada recentemente das forças jiadistas.

O ataque perpetrado pela mulher-bomba matou,  além do filho bebê, dois soldados iraquianos e deixou alguns civis gravemente feridos. As autoridades iraquianas estão perto de decretar a derrota do Daesh Estado Islâmico [enfia o daesh no cu, “jornalista” puto de merda!] na cidade de Mossul, depois de já terem reconquistado grande parte do território por estes outrora ocupados.
Sinceramente, a cada dia que passa, mais tenho nojo dessa corja. São atitudes como a dessa vagabunda que evidenciam a intensidade da demência a que as religiões islâmicas podem levar a cabeça de qualquer pessoa. A promessa de uma boa vida para além da morte é muito sedutora para as pessoas, sobretudo entre os menos instruídos, como claramente devia ser essa doida varrida. E nesse ponto, nada supera o Islã, pois, é a única das religiões abraâmicas em que o genocídio é recompensado com o Paraíso após a morte.  Se o mundo não encontrar um jeito pra esse lixo religioso de uma vez por todas, logo vão ver onde isto vai acabar.
É realmente difícil para nós, criados sob uma cultura ocidental, numa sociedade que majoritariamente segue os valores  judaico-cristãos, compreendermos estes níveis de barbárie e de crueldade. Gente que mata os seus próprios filhos bebês em nome de um antigo deus do deserto vive num passado distante, num mundo à parte da civilização. E no entanto, é preciso termos bem presente que esta gente não só existe, como o seu número aumenta a cada dia que passa…

A maioria dos políticos tanto no Brasil, quanto no resto do mundo recorre a chavões gratuitos como “modernidade” e “progresso”. Por exemplo, o atual primeiro-ministro do Canadá, o lixo humano Justin Trudeau, tinha como slogan de campanha “Justin Trudeau:Porque estamos em 2015!”, como quem diz que o passado ficou pra trás e não volta nunca mais. Só que volta, filha da puta: o passado tem o hábito de se transformar no presente. Mulheres como essa louca desvairada da fotografia acima estão aí pra comprovar isso. E desgraças como essa continuarão acontecendo a menos que mudemos radicalmente a nossa forma de encarar e lidar com o Islã…

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