Mais uma revista empoderada da Marvel LACROU mais um cancelamento… De novo

Das revistas lacradoras que a Marvel vem publicando nos seus infinitos relançamentos com ênfase na politicagem rasteira em detrimento de boas histórias de super-heróis (como deveria ser), uma das piores, se não A pior de todas, sem dúvida é a HQ The Unstoppable Wasp, que foi finalmente cancelada semanas atrás, na sua edição #8 (na verdade, demoraram muito pra encerrar esse lixo).

A premissa desse câncer putrefato em forma de revista em quadrinhos era a de contar as histórias de uma nova Vespa (como se alguém se importasse com a antiga ou que ela precisasse ser duplicada ou substituída -aliás, nenhum desses personagens clássicos que a Marvel vem cagando nos últimos anos precisava disso, mas enfim… A desenecessária Vespa Nutella, criação do execrável escritor de aluguel Mark Waid, é uma tal Nadia Pym, filha anteriormente desconhecida de Hank Pym e sua primeira esposa, Maria Trovaya, que apareceu pela primeira vez em uma edição da intragável série dos Vingadores, de Waid, que finalmente está chegando ao fim -e não vai fazer a menor falta.

Inexplicavelmente, logo após sua primeira aparição, a Marvel deu à personagem uma série mensal própria, que obviamente NINGUÉM PEDIU. E como era de se esperar, o resultado foi um tremendo show de horror. The Unstoppable Wasp tinha como equipe “criativa” os totalmente desconhecidos Jeremy Whitley, Elsa Charretier e Megan Wilson , auxiliados nas últimas edições pelos igualmente anônimos Veronica Fish, Ro Stein e Ted Brandt e basicamente era uma cartilha de diretório acadêmico feminista disfarçada de revista em quadrinhos e seu conteúdo era totalmente panfletária o tempo todo. Com a premissa (e a pretensão) de “incentivar, capacitar e empoderar meninas e jovens mulheres ” . 

 

Toda a premissa da revista girava em torno de Nádia sair pelo mundo recrutando gente para compor seu grupinho fechado da Luluzinha, o G.I.R.L. – Genious in Action Research Labs. Nem precisa dizer que são todas mulheres, “fodonas”, mais inteligentes do que os homens – e todas de alguma minoria, claro. Possivelmente foi a revista mais descaradamente ativista de toda essa leva de lixo SJW que a Marvel vem lançando e cancelando desde que começaram a investir mais pesado nessa merda, de 2015 pra cá.

 

Nem precisa dizer que foi mais um embuste que fracassou lindamente e desde a sua estréia teve números pífios de vendas e morreu de forma vergonhosa na sua oitava edição na 235ª posição do ranking de vendas da Diamond, com ridículas 7431 cópias vendidas -na verdade, encomendadas pelos lojistas à Marvel. O que dessas 7000 e poucas revistas solicitadas foram REALMENTE vendidas aos leitores, duvido que tenha sido metade disso…

Desde o início essa era uma revista natimorta. Ou seja, mais uma vez a Marvel errou, cagou no pau fodidamente. E digo isso com convicção, já que tive o desprazer de ler as 8 edições dessa bomba (por scan, claro) e não tinha nada ali que se aproveitasse. Mesmo tendo total consciência de que definitivamente eu não faça parte do público alvo dessa revista, que basicamente pode ser resumido em “menininhas de 15 anos retardadas, alternativetes e pseudo-feministas (redundância)”, a revista continua sendo péssima no que se propõe, ainda mais se tratando de uma HQ de super-heróis, gênero de histórias cujo público majoritariamente dominante, relevante (e pagante) é o total oposto: homens na casa dos 18-40 anos, brancos, de classe média, héteros, pirocos e opressores, que colecionam essa porra faz muito tempo. Apesar disso, revistas desse tipo (feitas por menininhas, com roteiro de fanfic e desenhos que parecem ter sido feitos por uma criança retardada de 5 anos) estão saindo aos montes e a maioria delas são da Marvel, que vem dando cada vez mais oportunidades à lixos humanos militantes de Twitter, Tumblr e Facebook ganhar um trocado e profissionalizar as merdas que essa corja vomita na internet. Nem precisa dizer que, claro, todas essas revistas só deram prejuízo até agora. Afinal, SJW não lê, não compra e não gosta de quadrinhos.

Sinceramente, eu não consigo ver a diferença de uma pra outra…

A gente já sabe que essa cambada estrila muito na internet, faz barulho, enche o saco mesmo, mas na hora do vamo ver, não bancam as merdas que reivindicam. A militância fica na rede social e morre ali, logo, só sendo muito idiota pra contar que esses lixos sejam consumidos pela corja que milita em nome deles. E no caso dessas revistas da Marvel, que são praticamente clones umas das outras, todas elas são estupidamente muito ruins. Muito mesmo. A arte (ou que podemos chamar disso) é horrível, é disso ai em cima pra pior e o roteiro é completamente imbecil, são histórias para debilmentais mesmo, com um discurso militante insuportavelmente pernóstico e irritante. Fora o fato que a protagonista e todas as personagens coadjuvantes são chatas pra caralho. Ou seja, nada se salva, não tem como sair nada de bom disso.

 

Outro motivo para o fracasso retumbante dessa bomba (e mais uma vez, de TODAS essas porcarias de HQs protagonizadas por personagens femininas) é que não passam de uma farsa, de um embuste: são revistinhas de menininhas, quase fanzines juvenis estupidamente amadores e que de super-herói(nas) não tem é nada. Com essa babaquice de “ain, temos que promover a diversidade, representatividade, empoderamento e lacração” essas revistas são clones mal feitos das revistas indies e hipsters que já tem aos montes saindo por diversas editoras de fundo de quintal dos Estados Unidos e de outras tantas webcomics amadoras, no pior estilo “Turma da Mônica Jovem” pra baixo -se é que isso é possível. Um desavisado que pegar uma porra dessas na mão nunca vai se tocar que se trata de uma revista da Marvel e que suas histórias se passam no Universo Marvel tradicional. Não funciona. Simples assim. E depois vagabundo fica surpreso por que essa porra não vende

Por mais que eu tenha muitas coisas contra o conceito da Thor Jane Foster, não tem como negar que nesse caso pontual, a Marvel se deu bem – ao menos em crítica, pois a revista mesmo não vende tudo isso que vagabundo diz por aqui pra distorcer os fatos. Seja como for, a revista da Thor e (em termos) da Miss Marvel, Kamala Khancer deram certo (com ressalvas) porque os responsáveis por essas revistas fizeram as coisas com uma estratégia mais delineada, com um pouco mais de cuidado e prudência. Não foram só jogando as merdas na parede pra ver o que cola se escorando na muleta do ativismo social, com essa papagaiada de representatividade de minorias. Não adianta ser todo engajado nas ações afirmativas e não fazer o básico: uma história minimamente decente, bem desenhada e com uma personagem com algum carisma. Os verdadeiros leitores (e não os justiceiros sociais de merda que a Marvel bajula) não vão cair nessa.

 

Por exemplo, o Pantera Negra, tão celebrado pela mídia adesista “especializada” e por youtubers oportunistas recai no mesmo problema: é uma revista que deveria ser de um super-herói foda, com um puta conceito e possibilidades de sair histórias muito boas devido à seu enorme potencial, que poucas vezes foi plenamente explorado. no entanto, o que acontece é exatamente o contrário: chamaram um cara, que em primeiro lugar é um ativista político do movimento negro americano, depois, jornalista e escritor de um tema só (advinha qual) e que tinha ZERO experiência em escrever quadrinhos, o famigerado Ta-Nehisi Coates. Mas, por o cara ser um badalado militante da modinha, lhe deram esse título importante para que fizesse o que quiser com ele, pois, né… Só um negro é que pode escrever um personagem negro hoje em dia…

Não vai esperando grande coisa disso aqui não: esse gibi é chaaaaaaato pra caralho!

O Coates até que começou bem, com uma primeira edição da revista do Pantera muito boa, mas depois a qualidade caiu vertiginosamente. Ele se empenhou mais em se aprofundar em coisas secundárias, como a ambientação de Wakanda, o idioma do país, a opção sexual de coadjuvantes menores da revista, do que em manter uma qualidade na trama da revista a fim de manter os leitores interessados. Claro que a culpa não é só dele, mas principalmente da Marvel, que ao contrário do que sempre acontece, em que eles castram criativamente seus escritores, desta vez, deram total liberdade à um amador, que justamente era o que mais precisava de um acompanhamento editorial. Daí, como se não bastasse ter cagado num título tão pretensioso e que dispendeu tanto investimento, eles ainda sentaram em cima ao lançarem mais duas revistas derivadas dessa série medíocre do Pantera (World of Wakanda e The Crew), tirando os poucos elementos que seguravam a série principal e jogando para essas revistas spin-offs, o que acabou fragmentando o público que ainda estava em formação na revista original e devidamente matando as 3 revistas, pois a primeira hoje anda bem mal das pernas e as outras duas já foram canceladas, não passando das 5 edições cada uma.

 

E não teria como ser diferente, com duas revistas secundárias de um personagem de segunda linha, estrelando coadjuvantes sumariamente desconhecidas e escritas e desenhadas por gente mais desconhecida e com menos experiência ainda que o escritor principal. A linha do Pantera Negra basicamente é uma máquina de queimar dinheiro vazando óleo e consumindo o dobro de energia. Pra acabar de foder, a Marvel mais uma vez, seguiu insistindo nessa prática segregacionista de apartheid editorial: se só um negro pode escrever sobre um negro, logo, só uma negra lésbica pode escrever e desenhar um casal de negras lésbicas e aí tiveram que se foder e pegar qualquer lixo que se enquadrasse nesses requisitos pra preencher as cotas identitárias (“lixo”, como profissional que eu tô falando, hein… não vai pensar outra merda, fdp).

isso é uma página de algum quadrinho BR amador (pleonasmo)? Não, é o traço “maravilhoso” da “talentosa” desenhista prete e lésbique Afua Richardson.

Eu acho um absurdo que esses personagens meia-boca mal aparecem numa revista qualquer e mal tem chance de se perceber se pegaram ou não com público e no mês seguinte eles já tem uma revista mensal própria. Parece que é tudo feito à moda caralho, na base do desespero -ou da ganancia e burrice mesmo. Pior ainda se pensar que personagens femininos ou de “minorias” clássicos da Marvel como a Mulher Invisível, a primeira Capitã Marvel (Mônica Rambeau), o Pigmeu da Tropa Alfa (que é um anão, mais minoria, impossível, kkk) ou mesmo a Vespa original, nunca tiveram revistas solos ou mesmo alguma mini série e esses “personagens de legado” são criados hoje e já tem o seu gibi no mês seguinte. Porra… O Wolverine foi um coadjuvante da revista dos X-Men por mais de 10 anos antes de ganhar a sua primeira chance, com a clássica mini série do Claremont com o Frank Miller; o Justiceiro também, ficou mais que isso aparecendo vez ou outra nas revistas do Aranha e do Demolidor até ter sua revista solo; O Deadpool, a mesma coisa… Antes de sair na loucura fazendo um monte de gibi porco com personagens que ninguém tá pouco se lixando, era bom desenvolver esses caras nos seus títulos de origem até saber se eles vão ou não agregar uma fanbase, que justifique o investimento de uma publicação própria. E isso porque esses caras e essas minas se dizem “profissionais” da área…

 

Por isso esses gibis vão pro saco sucessivamente. A falsa Vespa é só a bola da vez, logo as outras também vão pelo mesmo caminho, pois ninguém se importa com essas personagens merda, que são forçados goela abaixo e promovidos a uma qualidade que não merecem. No caso de The Unstoppable Wasp, o negócio é pior ainda, pois o mote principal da série (que garotas são tão espertas quanto os garotos e podem fazer tudo o que eles fazem – ou até melhor), além de batido, é repetitivo e isso dentro da própria linha de publicações atual da Marvel: menininha gênio, super-fodona, militante feminista, lacradora, empoderada e chaaaaaaaaaaata pra caralho. Já tinham umas 3, 4 revistas que se enquadram nessa mesma descrição, pra que caralhos MAIS UMA?? E mais: se o Homem Formiga, que teve um filme bacaninha que foi bem nas bilheterias não conseguiu segurar uma revista por mais de um ano, como eles acharam que um gibi da Vespa-que-não-é-a-Vespa tinha alguma chance de dar certo? Esses editores(as) sommeliers de milkshake da Marvel são uma piada

Além disso, o gibi era chato, chato, muito chato. A história era um pé no saco, entediante e com uma mão super pesada em relação à pregação ativista. E esse não é, nem deveria ser o foco de uma HQ de heróis. Eu não leio gibi pra ser doutrinado e acredito que a maioria de vocês que está aqui, também não. Claro que isso não quer dizer que quadrinhos devam ser totalmente alienados de qualquer reflexão ou só ter porradaria o tempo todo, nada disso. Não tem nada de mais mesmo em vez ou outra essas histórias trazerem alguma mensagem ou dizer algo relevante, mas não tem que agir como se fosse um estatuto de partido político ou grêmio estudantil, não tem que ter ativismo político/social, menos ainda colocar essa merda em primeiro plano. E quando a coisa se torna cada vez mais repetitiva, aí só faz as pessoas pegarem mais raiva ainda e é isso que vem acontecendo na maioria das revistas que a Marvel lança hoje em dia.

 

X-Men, que é a série mais comumente associada com esse tipo de proposta, ao contrário do que muita gente mal intencionada propaga na internet, não é nunca foi uma plataforma pra promover uma pauta em específico. Não é e nunca foi uma analogia ao homossexualismo, como muito filha da puta burro ou canalha mesmo tem vomitado nos últimos tempos e feito a molecada alienada e idiota repetir bovinamente o mantra “ain, vc leu X-Men e não entendeu nada…”. Enfim, só vou dizer que a mensagem principal do conceito dos X-Men, de forma curta e grossa é essa: “racismo é coisa de FDP. Ponto”. O que mais que quiserem acrescentar nisso fica por conta da escória que quer se apropriar da popularidade dos mutantes e da Marvel pra se perfazer. Enfim, mesmo nas revistas dos X-Men a questão do preconceito não era martelada mês após mês. Acontecia pontualmente, de forma muito natural, servindo aos propósitos da história e nunca com a mão pesada no sermão da montanha. Na maior parte do tempo, eles estavam se atracando com sua galeria de inimigos, assim como os Vingadores ou qualquer outro super grupo. E funcionava, pois eles dosavam do jeito certo as partes de ação, desenvolvimento dos personagens e as mensagens que queriam passar. Hoje, é o total oposto disso: primeiro vem a lavagem cerebral, depois, se der, a gente bota os heróis saindo na porrada uns com os outros.

O foda de escrever esses textos malhando a Marvel é que você começa falando de um caso específico e depois vai desenterrando várias e várias outras merdas que nem estavam nos planos comentar e as vezes, acaba perdendo o fio da meada. Mas, voltando aos problemas atuais da política da Marvel atualmente, além do fato que há muito tempo os caras não fazem o básico, que é botar herói pra enfrentar vilão, que é o mínimo que se espera ver num gibi da Marvel, tem essa tara doentia de criar aos montes essa cambada de personagens derivados que ninguém pediu, ninguém gosta e se importa com eles. E pior, insistem em promover esses merdas e no processo, só detonam com os heróis clássicos, os verdadeiros detentores dos nomes que esses usurpadores genéricos estão tomando à força e contra a vontade da maioria absoluta dos leitores, que responde do melhor jeito possível: não comprando essas porcarias e fazendo elas serem canceladas uma atrás da outra.

 

Esses sucessivos fracassos da Marvel vem sendo tão corriqueiros, que ninguém nem dá bola mais, quase não se comenta quando uma bosta como esse gibi da Vespa fake é cancelado, porque já é o esperado. Acho que nem mesmo a Marvel se incomoda quando isso acontece, pois já é curso natural das coisas: que esses gibis não vão vender e por isso não tem como sustentar a continuidade de sua publicação. Acredito mesmo que a Marvel segue soltando essas nulidades em excesso por pura birra e por se amparar no cofre da poderosa Disney, enquanto o Rato não cortar a fonte, eles aproveitam pra promover suas ideologias em cartilhas de DCE travestidas de gibis, mesmo que essas porras deem apenas prejuízo. É isso ou essa abordagem indie/hipster não passa de simplesmente desespero em atingir um hipotético público alvo composto por gente que não se enquadra no padrão do nerd que eles vem fidelizando por décadas: as tais minorias e seus militantes. Só isso explica o desastre que vem sendo a linha editorial da Marvel nos últimos dois anos, em que tudo que eles fizeram foi fazer o mercado afundar, saturando as lojas com uma caralhada de gibis que ninguém gosta, ninguém lê, ninguém compra e que são todos iguais em todos os quesitos.

Vamos enumerar alguns dos maiores fiascos recentes da ex-casa das ideias e ver o que todos esses desperdícios de papel e tinta tem em comum: Invincible Iron Man (Riri Williams), Spider Gwen, Gwenpool, All-New Wolverine, Jean Grey, Squirrel Girl, Moon Girl and Devil Dinosaur, Unstoppable Wasp, Americx Lacradorx, Hulk (Jennifer Walters), Hawkeye, Captain Marvel, Ms. Marvel (e não nos esqueçamos das já devidamente canceladas e igualmente horríveis A-Force, Hellcat, Mockingbird, Elektra, Gamora, Silk e Spider Woman). Ah, vou botar também nesse saco de merda o gibi do Homem de Gelo boiola, porque sim, hahahahaha.

Bem, só desses que consegui lembrar de cabeça, já são 20 revistas mensais que a Marvel lança por mês (1/4 do total de revistas que eles lançam por mês) que são totalmente redundantes e sofrem dos mesmos defeitos: todos priorizam tentar agradar uma nova audiência, fora do grupo que tradicionalmente consome esse produto (HQs de super-heróis), mas eles tem muito mais oferta que demanda, muito mais títulos que a parcela que se enquadra nesse perfil idealizado da Marvel e que compra esse tipo de revistas -ou mesmo qualquer outro tipo. Estão fazendo revistas em quadrinhos para pessoas que não leem quadrinhos, como esses caras (e minas) são idiotas, hahahaha. Ou seja, esses gibis estão canibalizando uns aos outros. Um está tomando o público do outro, pois esse tal público ilusório é uma porcentagem insignificante dentro do público total de leitores de quadrinhos, tanto lá nos EUA, quanto aqui no Brasil ou em qualquer outro lugar. E mesmo aqueles idiotas que se identificam e sustentam esse tipo de revista não vão comprar todas essas revistas que trabalham com a mesma temática e o tom chupados umas das outras.

 

Por isso, que a média de todas essas revistas é vender abaixo das 20 mil cópias (isso, para os lojistas, é sempre bom lembrar. O número de revistas que realmente vão pras mãos dos leitores é bem abaixo disso). A Marvel, em vez de fazer como a DC e enxugar a linha pela metade e se concentrar em produzir poucas revistas de qualidade e fazê-las vender bem, preferem entupir as prateleiras das comic shops com um monte de lixo em abundância, em que poucas revistas são realmente boas e a maioria dessas acaba vendendo menos do que poderia, pois a outra metade é de lixos que além de não venderem nada e serem cancelados em pouquíssimo tempo, ainda fazem o desserviço de arrastar a linha de publicações inteira pro fundo do poço, pois acaba nivelando todo o conjunto por baixo. Por isso que mesmo lançando algumas revistas muito boas aqui e ali, a Marvel, no conjunto da obra está totalmente queimada para a maioria dos leitores e esta é considerada sua pior fase em todos os tempos.

Outro exemplo pra confirmar o que eu tô falando: Moon Girl, a revista queridinha da mídia especializada, da “maior gênio de todo o Universo Marvel (aaargh!)” e que feministo vagabundo de site merd adora dizer que “ain, tem uma grande base de fãs e vende muito bem lá fora” (só se for em alguma realidade alternativa que só existe na cabeça desses dementes), vendeu no último mês “assombrosas” 7,586 cópias -o que é bastante pra um gibi tão merda como esse. Já deveria ter sido cancelado há muuuuuuuuuuito tempo, pelo menos um ano atrás. Mas, vem sobrevivendo só por causa da insistência da Marvel, que está bancando o prejuízo provavelmente por despeito e birra aos detratores dessa linha SJW que eles decidiram aderir, pois decididamente é uma personagem que ninguém suporta, mas ela preenche muitas cotas afirmativas e esse é o único papel que ela precisa representar para os editores esquerdosos da Marvel e os idiotas da internet, nas redes sociais e nos sites “especializados” em quadrinhos. Não é uma personagem criada com o intuito de agradar os leitores, ter histórias divertidas ou vender – o negócio aqui é só lacrar gostoso, pura e simplesmente.

 

Acho que sair do fundo do poço em que se encontra, a primeira coisa que a Marvel deveria fazer é escarrar de vez essa porra de “Legacy” e varrer pra baixo do tapete tudo que se associe à essa merda, começando por chutar sem cerimônia todos esses personagens medíocres “de legado” pro limbo do esquecimento e nunca mais tirá-los de lá. E paralelamente, voltar a dar a atenção e importância aos verdadeiros heróis, aos personagens clássicos, estabilizados, consolidados e preferidos dos fãs – que com certeza, não são nenhum desses bostinhas que foram criados de 2012 pra cá. Tragam de volta o verdadeiro Hulk, o verdadeiro Wolverine, verdadeiro Thor, o Homem de Ferro, Ciclope, e principalmente, caralha do Quarteto Fantástico, pois, sem eles a Marvel sequer existiria. Tragam de volta esses caras e os tratem com o respeito que merecem, pois são a eles que a Marvel Comics deve a sua existência.

Página final da última edição, com mensagens de despedidas dos autores de mais uma tentativa frustrada da Marvel de emplacar um manifesto feminista disfarçado de revista em quadrinhos. Vão se foder, seus arrombados, vão pras putas que lhes pariram! SAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAI, CÂNCER!!!

Como não poderia deixar de ser, em uma revista tão “empoderada”, todas as coadjuvantes, além de serem todas mulheres, ainda tem que pontuar o máximo possível no bingo da opressão de minorias…

É MUITA LACRAÇÃO, BERRO E EMPODERAMENTO NUMA REVISTA SÓ…

Sambando na cara da sociedade

13 comentários Adicione o seu

  1. pierrot disse:

    Puta que pariu cara…. o negócio tá louco demais vei… Eu vejo a coisa muito mais além de uma birra. Criticos me rotulando de teórico da conspiração vão a merda mas a Marvel insistir nessa pegada ainda que seja pouco lucrativo só pode ser sinal de uma aliança em prol da ruína mesmo. Não dizia por ai no passado que a estratégia para subverter o inimigo era essa desestabiização social? Os caras querem motivar essa rebelião do lacre e criar individuos futeis e instáveis.
    Prevejo mais um rotulo de machista pra mim vindo de alguém mas as mulheres são perfeitas para liderar essa onda em qualquer setor, sobretudo no cultural. Elas, talvez por medo de uma retaliação social, são mais suscetíveis a tentar agradar todo mundo, ainda que seja de maneira somente aparente, fora os lances de insatisfação coletiva que elas tem sido motivadas a sentir (caçando machismo e opressão até no abir de uma porta).
    Tá dificil.
    Parabéns pelo texto.

    Curtido por 1 pessoa

  2. Washington disse:

    Poderia ter citado as fontes. Fora isso, concordo com o texto.

    Curtido por 1 pessoa

    1. Imperador disse:

      Tá tudo linkado, amigão

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    2. Imperador disse:

      Só ver no texto os trechos que estão com uma cor diferente

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  3. Paulo disse:

    Quer dizer que a Unstoppable Wasp conseguir ser parada??? kkkkkkkkkk A Marvel realmente não aprende! Pega personagem clássico e muda a cor, sexo, altura, tira propósitos e coloca traumas! Que QUEBRE cada vez mais! kkkk

    Curtido por 1 pessoa

  4. Anônimo disse:

    Pior que a personagem não tem indicio algum de objetividade.
    Não mostra a que veio fazer manja ?? É pra fazer render minorias mesmo …

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  5. Felipe disse:

    Você já ouviu falar de uma super heroína chamada Patriotika? Foi criada por fãs justamente pra combater esse pesadelo SJW. A moça é loira, branca, gostosa e combate o crime usando roupa colada. Tomara que o projeto vá pra frente.

    Curtido por 1 pessoa

    1. Imperador disse:

      Desse não. Fiquei sabendo de um herói alt-right criado pelo Mike Baron, que tá deixando os sjw putos de raiva

      https://graphicpolicy.com/2017/07/29/the-alt-rights-hero-based-stick-man-is-coming-to-comics/

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  6. Anônimo disse:

    É o mesmo Mark Waid the Kingdom Come e Superman Birthright? Eu nao acho ele ruim nao.

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