Fanfic de direita

Cá estava eu e meus amigos num bar da Zona Oeste do Rio de Janeiro, nós tomávamos aquela soda gelada(somos conservadores e não tomamos álcool) quando de repente um grupo de simpatizantes do comunismo entra no bar…
Eles vestiam vermelho da cabeça aos pés, camisetas do Che Guevara, cabelos presos a coques de samurai, saias (eles eram os típicos machos desconstruídos) e seus rostos enfurecidos ostentavam barbas longas e sujas. Eles também possuíam Iphone, cordões de ouro e tênis da Nike.

Cadê os negros, as gays, as gorda e os cadeirantes nessa foto??

Meus amigos pobres, trabalhadores e futuros empreendedores como eu, comentávamos sobre as benesses do capitalismo, quando um deles ouve a nossa prosa e grita em alto e bom tom: Viva lá revolución!!

Nós olhamos estranhamente aquele manifesto de um deles e então, o outro, um baixinho gorducho e dentuço que parecia a ex-presidente Dilma, começa a nos xingar e depreciar:
Burros! idiotas! pobres de direita, viva o comunismo, viva Marx!! Stalin matou foi pouco!
E assim eles partem pra cima da gente, e a briga começa. As pessoas no bar não apartam a confusão, elas nos rodeiam e gritam:
Briga! Briga!

A porradaria não se prolongou muito, e com socos e chutes bem dados vencemos a batalha.
Os comunas esquerdosos eram frágeis e sensíveis demais, homens da nova geração, por isso foi fácil enfrenta-los.
Com os rostos machucados e caras de choro, os “revolucionários” vão embora, porém, um deles demora a sair do boteco e desesperado saca a sua arma(e eu pensava q essa gente era contra o porte de armas) e mira na minha direção, bem na testa, mas ele tremia muito. A galera do bar gritiva desesperada para ele não atirar em mim, só que, o progressista não contava que tinha um polícia no meio daquela birosca, era o meu brother chicão, o major chicão. O cara num rompante infurecido saca a sua pistola e com muita precisão dá um tiro na mão daquele socialista de iPhone, o esquerdoso tremia demais e sai do local chorando e com a mãozinha toda ensanguentada.
O melado descia como água, o vermelho da blusa se mesclava ao do sangue e gotas pingavam no rosto do Che em sua camiseta.
E foi assim que eu e meus irmãos direitistas comemorarmos mais uma Vitória da direita conservadora e terminamos a noite tomando aquela soda de limão geladona, com gosto de capitalismo.

Texto de Anderson França

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s