NÃO EXISTE NADA MAIS CONSERVADOR DO QUE UM CU

Sem dúvida alguma estamos vivendo a Era do Cu. Nunca se falou tanto em “cu” na história da humanidade.

Nenhum animal jamais deu tanto valor ao seu próprio cu quanto os seres-humanos tem feito atualmente. O cu é a maior estrela de nossa geração. O cu é um fenômeno. O papa não é pop; o cu é pop.

O cu nunca teve tanta dignidade, nunca foi tao valorizado em nenhuma outra cultura, no decorrer da historia, quanto está sendo agora pela nossa sociedade…

Você liga a TV e o tema é cu, no café da manhã, cu no almoço e cu no jantar.

Para a esquerda, do cu saem as ideias e do cérebro é que saem as fezes.

O cu se tornou um grande pensador moderno tal qual o Leandro Karnal.

O cu é contemplativo; o cu é ideológico; o cu é filosófico; o cu é sociológico; o cu é pedagógico; com o cu se aprende. O cu é até mesmo religioso porque ele é adorado.

O cu é cultura: se tornou tema de exposições de arte, manifestações artísticas e até teses acadêmicas.

Hoje tudo gira em torno do cu: a arte, a ciência, a religião, educação, o Direito, o sexo, a mídia… a VIDA. É o “AntropoCUcentrismo”. O cu do homem como o centro de tudo. A vagina e o pênis geram à vida, mas o cu tem mais valor que ambos; o cu predomina.

Para a esquerda o cu é um símbolo revolucionário, que representa mudanças e novos tempos…

Mas deixa eu dizer uma coisa que esquerda ainda não se deu conta: não há nada mais conservador do que um cu; sim. O cu é a maior expressão de conservadorismo na história humana: desde o primeiro homem até hoje, o ânus não evoluiu para se tornar um órgão sexual e reprodutor.

Nao há nada mais clássico do que um cu; nada é mais tradicional do que um cu; há milhares de anos ele ocupa exatamente a mesma – e única – função no organismo: expelir as fezes. O cu mantém a sua tradição. O cu é trabalhador, nao falta um dia de trabalho; é anti-revolucionário. Ele está sempre na dele, escondidinho entre as nádegas. Ele nunca pretendeu ser uma vagina. O cu sempre se contentou em ser um simples cu. Ele nunca quis mudar nada. Como disse o grande pensador Levy Fidelix: “cu não reproduz” e acrescento “o cu nao goza” e mesmo assim ele nunca se mostrou insatisfeito ou revoltado por isso. Se isso não é conservadorismo, o que mais seria?

Sendo assim, recomendo que a esquerda adote outro simbolo para manifestar o seu anseio revolucionário e de mudanças, pois o cu não é de esquerda tampouco é revolucionário; o cu é conservador, de direita.

Como vemos, meus amigos, nem de CU a esquerda entende.

Diante de tudo isso a única coisa que posso desejar é: VAI TOMAR NO CU, ESQUERDA BRASILEIRA!

Jamy Milano

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