#RussiaÉAmor: deputada aconselha as mulheres do país a não foder com outras raças durante a Copa

Galera do Contra, se liga nessa nesta notícia curiosa, coisa impensável de acontecer algo semelhante aqui no Brasil: “A deputada russa Tamara Pletnyova recomendou às mulheres do país anfitrião do Mundial de 2018 que não tenham sexo com estrangeiros não brancos durante a prova, de forma a não serem mães solteiras de crianças mestiças.”

Releiam bem o parágrafo anterior, caros contronautas… imaginem que uma deputada alemã, inglesa, espanhola, italiana, portuguesa ou mesmo brasileira desse o mesmo conselho às suas compatriotas… Imagina quanta indignação haveria… A quantidade de mimimi e de textão que infestaria as redes sociais… A pobre desgraçada seria obrigada a renunciar ao cargo no mesmo dia… E se fosse um homem a dizer isso, então? A galera do lacre, do amor e da tolerância não ia exigir menos que a cabeça do pobre coitado exposta em praça pública!! Mas lembrem-se, aqui no Ocidente é que há supostamente liberdade, hããã!!! Na Rússia é tudo fachiiiiiiiiiismoooooo!!!
A deputada em questão, que lidera uma comissão parlamentar sobre família, mulheres e cuidados infantis, respondia a uma estação de rádio local, a propósito das chamadas “crianças dos Olímpicos”, fenômeno que aconteceu depois dos Jogos de Moscovo, em 1980 – num tempo em que a contracepção não estava generalizada no país.Estas crianças mestiças sofrem e sofreram desde os tempos soviéticos. Uma coisa é serem da mesma raça, outra coisa é serem de uma diferente. Não sou nacionalista, ainda assim sei que as crianças sofrem. São abandonadas e é isso, ficam aqui com as mães”, defendeu a Sr.ª Pletnyova, que tentou meter algum juízo na cabeça das suas compatriotas.
Ou seja, a execelentíssima dePUTAda aparentemente não tem nada contra as outras raças em si, trata-se apenas de apontar uma realidade incontornável: a de que os mestiços, por não pertencerem a nenhuma raça em concreto, acabam sendo rejeitados por todas. Mas, como não podia deixar de ser, estas declarações provocaram muito choro, baba, ranho, ranger de dentes e raivinha impotente, não apenas aqui no Brasil e no resto do Ocidente, mas também na própria Rússia, e a resposta logo veio de outro deputado aconselhando justamente o contrário: que os russos façam é muito sexo com os estrangeiros.
Seja como for, esta notícia é muito interessante porque nos permite concluir:
1. Que há coisas que podem ser ditas na Rússia, mas que jamais poderiam ser ditas no Ocidente;
2. Que também há russos empenhados em incentivar o multirracialismo diluidor de identidades, assim como ocorre no resto do mundo;
3. Que as mulheres russas, a avaliar pelo fenômeno das “crianças dos olímpicos”, são umas autênticas putas que abrem as pernas a qualquer merdoso que lhes apareça em seu país!
4. Em qualquer lugar do mundo, é visível a olho nu que o numero de mães solteiras brancas que vêm de relações inter-raciais é bem superior ao das relações entre brancos e brancas. Não temos culpa que a realidade seja “racista”.
5. Não deixa de ser deprimente o fato de o bom senso racialmente consciente neste caso ter vindo de uma mulher, enquanto que o deputado que pediu relacionamentos com estrangeiros seja “homem”.

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