13 anos de PT: 13 anos de muito azar para o povo brasileiro

Segundo a Psiquiatria, estão classificadas mais de 200 tipos de fobia, dentre elas existe a chamada Triscaidecafobia – o medo ou pavor irracional ao número 13.

E esse medo nao é à toa: ele está associado diversos acontecimentos ruins, que ao longo da história, envolvem esse número. Continue Lendo “13 anos de PT: 13 anos de muito azar para o povo brasileiro”

Para trás, inditosa feminista! Esse desafio você NÃO VAI VENCER!

Fala Contronautas, Guantanamo aqui.

Todo mundo com um cérebro funcional sabe que essas malditas feministas nunca dão sossego e a baixaria mais recente delas envolve uma campanha de manchar a imagem de uma empresa de móveis. Para vocês entenderem o contexto da situação sigam esses links depois da leitura, para verem que ninguém aqui no Contra tira as coisas do cu pra falar, afinal temos um padrão de qualidade para manter.

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Vai Ter Blackwashing Num Passe De Mágica, SIM! E Se Reclamar…

Com a estreia semana passada do filme “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, me lembrei de um caso pitoresco que rolou há alguns meses, também envolvendo a franquia Harry Potter e que solenemente ignorado por aqui. Corrigindo essa falha, e aproveitando que estamos na nossa Semana Especial da Consciência Negra, vamos falar sobre  essa grande polêmica que aconteceu  por causa de uma peça de teatro que estreou no  Reino Unido no meio deste ano e que gerou um grande debate, além de muito rage pelo mundo afora. E que peça era essa?  Nada menos que mais um capítulo da saga  interminável do bruxo mais midiático que se tem notícia, intitulado Harry Potter e a criança amaldiçoada. E qual que foi a treta dessa vez? É que a atriz escolhida para interpretar a personagem  Hermione,  é negra e não mais  loira, como foi estabelecido por mais de uma década através das séries de livros, filmes e demais produtos de merchandising relacionados ao universo ficcional criado pela editora J. K. Rowling no final da década de 90. Ou seja, mais uma mudança de etnmia arbtrária e desnecessária e que ninguém pediu. Mas, sabe como é… “Vai ter ________ Sim! E se não gostar…”

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CONTRA o “Machismo” e a “Objetificação” Feminina Nos Quadrinhos de Super-Heróis

Fuck serious: a maioria das pessoas não compreende totalmente o que  ” liberdade de expressão” significa. A liberdade é um conceito absoluto: não pode ser “um pouco livre”… Ou é ou não é livre, não tem meio termo. Quem acredita que restringir a liberdade de expressão alheia,  para o benefício da “justiça social”, é porque  entende que cada ação ou pensamento devam ser avaliados (por quem?? né…) para ver se  atendem à determinados conceitos políticos, morais ou mesmo religiosos, a fim de não magoar e ferir os sentimentos frágeis de algum grupo ou “minoria” social. Bem, isso se chama  CENSURA,  filho da puta. E quem pratica censura contra quem caralhos for, se aproxima muito mais de ser um verme fascista que a quase totalidade daqueles que são acusados de os serem, apenas por expor suas opiniões e pontos de vista que são vistos muitas vezes como “polêmicos” pela sociedade. Ou seja, fascista não é quem declara seus ódios, preconceitos e todas as suas merdas, mas, sim, quem quer calar essas pessoas em nome das “boas intenções” a fim de zelar por uma sociedade hipócrita dominada por uma excessiva correção politicamente correta.

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Frank Cho e Milo Manara CONTRA a Hipocrisia e a Ditadura Feminista Nos Quadrinhos

Até mesmo o  bazingueiro mais seboso e fedido, que começou a ler gibi semana passada deve ter algum conhecimento de que Frank Cho é um desenhista  muito talentoso e polêmico. E isso, não  porque ele é um artista ruim ou que os fanboys odeiem seu trabalho, muito antes pelo contrário. É porque os guerreiros da justiça social (SJW, também conhecidos como “idiotas da internet”) se ofendem com seus pontos de vista irreverentes contra  a praga do Politicamente Correto e sua  oposição veemente à censura política, sobretudo nas artes. Já falamos disso algumas vezes por aqui, de como o Mito Cho chamou a atenção de forma negativa desses idiotas e desocupados,  e vem sendo constantemente alvo de linchamentos virtuais, pelo simples fato de ele fazer o seu trabalho como foi devidamente consagrado: desenhando mulher gostosa. Continue Lendo “Frank Cho e Milo Manara CONTRA a Hipocrisia e a Ditadura Feminista Nos Quadrinhos”

Just Because He´s NOT Black

No final do ano passado, a Marvel fez mais um relançamento ad eternum, ad nauseum de toda sua linha de revistas mensais.  Dentre a caralhada de títulos anunciados (cuja maioria, ninguém pediu e estavam pouco se fodendo), tinha uma revista nova do Blade, o Caçador de Vampiros, personagem menor do escalão de heróis da editora, que só se notabilizou pela trilogia de filmes estrelados pelo figuraça Wesley Snipes no final dos anos 90 e começo dos 2000. Só que essa versão não se trata do personagem que (pouco) conhecemos, mas, sim, de uma novA caçadorA de vampiros, uma versão, mais, digamos assim… “condizente com os tempos atuais” e principalmente, com o status quo vigente na Casa das Idéias (de merda). Ou seja, sai o meio-humano/meio-vampiro boladão e neurótico para entrar no lugar uma mocinha,  uma heroína com trejeitos de Beyonce na época do Destiny Child, saindo por aí arrancando a cabeça de machinho hétero branco cisgênero opressor vampiro, muito provavelmente com algum discurso rasteiro de politicamente correto e camada social e racial, coisa típica de quase todos os gibis da Marvel de hoje em dia. E não é preconceito, não, mas, do jeito que a coisa tá indo, com eles enfiando discurso panfletário afirmativo em tudo o que podem e conseguem, uma revista com essa premissa seria um prato cheio pra se tornar um cult SJW adorado pelos 5 retardados que comprariam esse lixo. Maaaaaaaaas… não vai acontecer.

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