Mais Uma Onda De Cancelamentos: A Decadência Criativa E Ideológica Da Marvel Continua…

Talvez o assunto mais comentado por aqui no Contra seja a péssima fase que os quadrinhos americanos de super-heróis vem passando nos dois últimos anos. Principalmente a Marvel, que se encontra em seu pior momento de todos os tempos. Um monte de decisões erradas que eles vem tomando sempre querendo promover agendas políticas de esquerda em geral, tipo o feminismo, o gayzismo e demais itens promovidos por aqueles chamados de “Guerreiros da Justiça Social”. Já há muito tempo que a Marvel não está mais preocupada em apresentar boas histórias ou mesmo de fazer dinheiro vendendo gibis de qualidade, ainda mais agora que eles tem seus filmes medíocres passando da casa do bilhão. Isso vem irritando os leitores americanos, que a cada mês estão deixando de comprar essas revistas, ainda mais com a DC voltando a chamar a atenção positivamente com o seu Rebirth. E como a Marvel responde à indiferença  de seus leitores e a iniciativa bem sucedida de sua concorrência? Lançando mais revistas lixos, que já nascem destinadas ao cancelamento, como veremos a seguir:

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Sabia Que Não Comprar  HQs De Autores “De Cor” Faz De Você Um Racista?

Quem caralhos é  Tee “Vixen” Franklin? Sinceramente, não tinha a menor ideia até pouco tempo atrás, quando ocorreu o painel #BlackComicsMonth na NYCC do mês passado, que tratou de… advinha você, diversidade nos quadrinhos. Depois de ler alguns artigos (como esse aqui) sobre o tal painel e sua atuação nele… ainda não tenho certeza, hahahaha. Na melhor das hipóteses, ela é uma pilantra oportunista “roteirista de quadrinhos” em fase terminal – se é que ela pode  ser considerada ao menos isso. Além de escrever gibis obscuros que ninguém nunca ouviu falar, Tee é uma ativista agresssiva, que milita por mais espaço reservado a inclusão de’pessoas de cor’, como ela mesmo diz, na indústria de quadrinhos americana. Dentre as pautas defendidas por ela estão: que fãs de quadrinhos suportem Hq´s afirmativas; a importância de ter diversidade nos cargos executivos e em outras posições de tomada de decisão; e o mais interessante de todos: doutrinação inclusiva mudança da mentalidade para ajustar a demografia leitor atuais. Enfim, né… a indústria de quadrinhos americana vem sido dominada exclusivmente por malvados homens brancos, héteros, cis, de meia idade e opressores, que, segundo Tee, vem impondo seus desmandos à pobre comunidade de fãs e leitores e ditando o que eles podem e devem ler.  Como esses velhos branquelos nojentos não tem feito um trabalho minimamente decente nesses 80 anos de história, é chegada a hora de mudar essa porra, afinal, estamos em 2016, não é mesmo?

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American Splendor: Como Era Uma Merda Ser Um Merda Antes Do YouTube

O finado quadrinista Harvey Pekar era um loser. Ponto. Vivendo uma vidinha de merda no cu de Cleveland, EUA em meados dos anos 70 e totalmente consciente disso, Pekar resolveu pegar toda aquela… merda e tentar fazer daquilo algo útil ou positivo que seja. Bem, na falta de possibilidades, acabou por fazer um gibi. Um gibi de si mesmo, da sua rotina entediante e sacal e das pessoas escrotas que conhecia. Coisas do dia-a-dia… que não interessavam à absolutamente ninguém. Hoje em dia, pessoas na sua situação e sem conteúdo algum optam por virarem youtubers fazendo vídeos constrangedores relatando sua vidinha patética e sem graça, dando suas opiniões medíocres e rasteiras a respeito de qualquer assunto idiota e arrumando tretas por motivos tão fúteis e superficiais quanto todos esses merdas são…  Continue Lendo “American Splendor: Como Era Uma Merda Ser Um Merda Antes Do YouTube”

Top 10 Discos De 1994, O Ano Em Que o Rock Morreu

Essa ideia de classificar as coisas por períodos, como ano, década, séculos, etc., pra mim nunca passou de uma comodidade pratica, uma convenção numérica. Mas tem alguns poucos casos em que isso se justifica e vez ou outra, isso ocorre com a musica moderna ou mais necessariamente o que todo mundo entende como  Rock n´Roll. Ai sim é possível afirmar com alguma certeza de que alguns anos tem sim mais importância do que outros, ainda mais depois de passado um bom tempo e ao analisar à quantas (merdas) andam a cena musical pelo mundo. Continue Lendo “Top 10 Discos De 1994, O Ano Em Que o Rock Morreu”