Just Because She´s Not So Black: Zoe Saldana, A Atriz Negra Que Não É Negra O Bastante…

A atriz Zoe Saldana é uma velha conhecida da maioria dos merds que acompanham os lançamentos de filmes de ação e de super-heróis nos últimos anos. Zoe tem sido figurinha carimbada em vários desses blockbusters, emprestando sua carinha bonita pra várias personagens, de todo tipo de raça e cor.   Enfim, sem entrar no mérito de ser uma boa atriz, ou não, ao menos a gente sabe que com ela não tem tempo ruim no quesito caracterização. E na opinião de gente como James Cameron e James Gunn, ela está bem qualificada para interpretar todo tipo de personagem, por mais inusitada que seja sua raça ou cor, desde uma alienígena verde a uma guerreira azul. No entanto, para alguns ativistas do movimento negro dos Estados unidos, esta mulher não tem a pele suficientemente escura para poder ser considerada negra, tampouco para representar uma conhecida cantora negra. Os “guerreiros da justiça social” lá da terra do Tio Sam ficaram muito indignados. Porquê? Leiam e descubram, caros Contronautas:

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Top 25(!!) do Contra: Tributo Steve Dillon + Elegia Por Garth Ennis

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É  assim que se faz: quando se referir a um artista, use uma arte feita por ELE

Na manhã do último sábado, saiu a notícia de que o grande desenhista Steve Dillon, responsável pela arte de algumas das melhores histórias em todos os tempos de títulos como  Punisher,  Hellblazer, além de criador do  clássico dos clássicos, o foderoso Preacher, faleceu em Nova York, devido a um rompimento do apêndice, em decorrência de uma intoxicação alimentar. Ou seja, nada a ver com a maldita cirrose da qual ele sofria há muitos anos.  Continue Lendo “Top 25(!!) do Contra: Tributo Steve Dillon + Elegia Por Garth Ennis”

American Splendor: Como Era Uma Merda Ser Um Merda Antes Do YouTube

O finado quadrinista Harvey Pekar era um loser. Ponto. Vivendo uma vidinha de merda no cu de Cleveland, EUA em meados dos anos 70 e totalmente consciente disso, Pekar resolveu pegar toda aquela… merda e tentar fazer daquilo algo útil ou positivo que seja. Bem, na falta de possibilidades, acabou por fazer um gibi. Um gibi de si mesmo, da sua rotina entediante e sacal e das pessoas escrotas que conhecia. Coisas do dia-a-dia… que não interessavam à absolutamente ninguém. Hoje em dia, pessoas na sua situação e sem conteúdo algum optam por virarem youtubers fazendo vídeos constrangedores relatando sua vidinha patética e sem graça, dando suas opiniões medíocres e rasteiras a respeito de qualquer assunto idiota e arrumando tretas por motivos tão fúteis e superficiais quanto todos esses merdas são…  Continue Lendo “American Splendor: Como Era Uma Merda Ser Um Merda Antes Do YouTube”